Posts by Samantha Thielke Massulini

PERFIL DE INVESTIDOR IV: MODERADO – Quais as melhores opções de Investimentos?

março 24th, 2020 Posted by Blog da Samantha 0 comments on “PERFIL DE INVESTIDOR IV: MODERADO – Quais as melhores opções de Investimentos?”

Dando sequência à nossa série dos Melhores Investimentos para os principais Perfis de Investidores, hoje vamos falar acerca do Perfil MODERADO.

Diferente do Conservador, o Investidor MODERADO tolera um pouco mais de risco e, nesse aspecto, algumas opções de Investimentos são interessantes, tais como:

Fundos Multimercados:

Essa modalidade de Fundos de Investimentos diversifica em vários ativos, não exigindo uma porcentagem mínima de concentração de ativos, como veremos no Fundo de Ações, por exemplo.

Referidos Fundos possuem ativos em: renda fixa, ações, moedas, dentre outros. Por contar com diferentes ativos, possibilita ao Gestor profissional trabalhar com maior liberdade suas estratégias, conforme variação e oscilação do mercado. Nesse viés, esses Fundos são bastante atrativos, justamente por contar com flexibilidade, característica bastante peculiar dos multimercados. Claro que, por conta disso, podem existir eventuais riscos.

RENTABILIDADE:

Referente à rentabilidade há uma variedade muito grande, não existindo um padrão fixo, dependendo justamente da variação de ativos que podem ser escolhidos pelo Gestor.

Fundos de Investimentos em Ações:

Os Fundos de Ações devem investir pelo menos 67% do seu patrimônio em ações. Já o restante é distribuído em diferentes ativos, conforme critério do Gestor.

Essa modalidade de Fundo é recomendada para perfil Moderado/ Agressivo, com o objetivo de longo prazo.

Debêntures:

As Debêntures são títulos de crédito emitidos por empresas. Quem as compra empresta dinheiro para que estas expandam.

Elas se diferem das Ações, pois conforme cita o INFOMONEY, quem investe em uma debênture sabe desde o início o tempo em que o dinheiro precisará estar aplicado, bem como, quanto receberá de juros findo o prazo da aplicação. Por essas especificidades são classificadas como renda fixa.

Outra diferença é que as debêntures são papéis de dívidas das empresas, já as ações correspondem a frações do capital da empresa. Portanto, não envolvem a venda de parte do capital, como ocorre com as Ações.

Classificações

As Debêntures possuem classificação referente a modalidades de títulos emitidos, podendo ser:

– Debêntures não Conversíveis ou Simples: é a mais comum, na qual a rentabilidade pode ser pré ou pós-fixada- dependendo do título, não podendo ser convertidas em ações da companhia emissora. O recebimento da rentabilidade se dá ao final na conta da corretora ou banco escolhido.

– Debêntures Conversíveis: esse tipo de debênture findo determinado prazo, ou período estipulado, pode ser convertido em ações.

-Debêntures Permutáveis: nessa modalidade os ganhos podem ser convertidos em ações de qualquer empresa.

Além dessas modalidades, existe ainda as Debêntures Incentivadas. Nestas os recursos captados pelas empresas são utilizados com intuito de financiar projetos em infraestrutura (normalmente usadas por empresas que prestam serviços ao governo) e, possui como incentivo atrativo a isenção de Imposto de Renda.

Nesse sentido, os Fundos Multimercados, Fundos em Ações e as Debêntures são alternativas de DIVERSIFICAÇÃO para o Investidor Moderado, tecla bastante “batida”, mas imprescindível para o sucesso de uma carteira.

PERFIL DE INVESTIDOR III: CONSERVADOR- LCI E LCA

março 9th, 2020 Posted by Blog da Samantha 0 comments on “PERFIL DE INVESTIDOR III: CONSERVADOR- LCI E LCA”

Conforme estamos conversando acerca dos melhores Investimentos para o perfil de Investidor CONSERVADOR, hoje vamos falar acerca da LCI e LCA. Entender onde estamos aplicando nosso dinheiro, seja qual for o seu perfil, é primordial para o bom desenvolvimento da sua carteira.

A LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são duas modalidades de investimentos em renda fixa. Ambas possuem isenção de Imposto de Renda, sendo considerado um ponto bastante positivo e assim atraindo diversos Investidores.

LCI

– Financia o setor Imobiliário,

LCA

– Financia o setor do Agronegócio, portanto os seus recursos auxiliam desde a produção à comercialização de produtos do Agronegócio.

(FONTE: INFOMONEY)

Como podemos observar, os dois são muito próximos, se diferindo apenas quanto a sua finalidade. Possuem como emissores os bancos e rentabilidade indexada pelo CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

 

RENTABILIDADE

Podem ser prefixadas, pós-fixadas ou atrelados à inflação, assim como os CDB’s.

Prefixadas: possuem remuneração definida no ato da aplicação, onde o investidor sabe antecipadamente o rendimento que obterá com o título.

Pós-fixadas: a rentabilidade esta atrelada a um índice ou indicador, como o CDI ou a Selic. Assim, o retorno dependerá da variação do indicador no vencimento da aplicação.

Híbridas ou atreladas à inflação: possuem rendimentos com uma parte pós-fixada (vinculada a um indicador) e outra com juros prefixados. Ex.: 4,50% +IPCA.

 

TRIBUTAÇÃO

Nesse quesito as duas são muito atrativas. Isso por que são ISENTAS de Imposto de Renda, ou seja, a rentabilidade é líquida. Essa é uma das especificidades mais consideradas na hora da escolha, visto que na maioria dos investimentos em Renda Fixa há incidência de IR que segue a tabela regressiva, onde a alíquota decresce conforme o tempo da aplicação, variando de 15% a 22,5%.

Nesse aspecto, ainda que uma LCI disponha de retorno um pouco menor que o CDB, ela ainda pode oferecer mais vantagens, dada a isenção de IR.

RESUMINDO

– Tanto a LCI como a LCA são boas opções para Investidor CONSERVADOR;

-Rendimento superior à Poupança;

– São considerados Investimentos de baixo risco;

– Protegidos pelo FGC;

– Deve ser respeitado o prazo para resgate.

Então, se você se enquadra nesse perfil, vale a pena alocar uma ou ambas as Letras como forma de DIVERSIFICAÇÃO de carteira. O simples, que faz TODA a diferença quando o assunto é Investimento!

Excelente semana e até a próxima!

 

Samantha Thielke

samantha@experato.com.br

PERFIL DE INVESTIDOR II: CONSERVADOR – Modalidades de CDB’S

março 3rd, 2020 Posted by Blog da Samantha 0 comments on “PERFIL DE INVESTIDOR II: CONSERVADOR – Modalidades de CDB’S”

 

O Certificado de Depósito Bancário, popularmente conhecido como CDB, foi criado em 1965 pelo artigo 30 da Lei Nº 4.728 (Lei do Mercado de Capitais).

Como já visto, o CDB é uma modalidade de Investimento em Renda Fixa muito segura e, por isso, extremamente utilizada pelos brasileiros. Por seus inúmeros benefícios, dentre eles, a facilidade de se investir, é uma excelente opção para construção de uma “reserva financeira” sólida e possui FGC (Fundo Garantidor de Crédito). É alocado por diversos perfis de Investidores, e em “especial” para os considerados CONSERVADORES, visto que buscam por baixas volatilidades.

Nesse sentido, continuando nossa série de quais as melhores opções de Investimentos para o Perfil CONSERVADOR, hoje vamos falar sobre o CDB.

 

MODALIDADES:

Existem modalidades distintas de CDB’s, cada um com sua particularidade, e se faz importante entender cada uma das modalidades antes de começar a investir.

CDB prefixado

Nesse modelo é possível saber exatamente o total da remuneração que o investidor obterá findado o prazo estipulado, não havendo oscilações nesses períodos. Isto porque a taxa de juro é estipulada já no início da aplicação.

CDB pós-fixado:

Nesse tipo de CDB, a rentabilidade é realizada por um percentual sobre um índice, como o CDI (Certificado de Depósito Interbancário). A taxa CDI é a mais utilizada nesse modelo de aplicação.

Atualmente, na plataforma de cliente da XP Investimentos conseguimos CDBs pós-fixados a 160% do CDI. Uma excelente opção!

CDB atrelado à inflação:

Ou CDB híbrido, segundo a XPI- nada mais é que a união do CDB prefixado com o pós-fixado. Uma parte da rentabilidade é estabelecida no instante da aplicação e a outra é atrelada ao IPCA (índice econômico).

Exemplo: IPCA + 4,85% ao ano.

Segurança:

Essa categoria de investimento é muito conhecida pela segurança, pois o Investidor conta com garantia FGC – que funciona como um “seguro”- até o limite de R$ 250 mil por CPF ou CNPJ, por depósito em cada instituição financeiro, com limite de R$ 1 milhão a cada 4 anos.

 

E quanto aos custos?

Os CDB’s não cobram taxa de administração (diferente dos fundos de renda fixa) e corretoras como a XP Investimentos não cobram taxas para negociar esses papéis. Ou seja, nunca foi tão fácil!

Então, podemos observar que os CDBs são sim uma excelente alterativa para obtenção de uma reserva financeira, com rendimentos superiores aos da poupança, mesma segurança e ainda cobertas pelo Fundo Garantidor de Crédito, sendo uma boa forma de diversificação na carteira.

 

Simples, não é mesmo?!

Um abraço!

Samantha Thielke.

samantha@experato.com.br

PERFIL DE INVESTIDOR CONSERVADOR: Quais as melhores opções de investimentos?

fevereiro 26th, 2020 Posted by Blog da Samantha 0 comments on “PERFIL DE INVESTIDOR CONSERVADOR: Quais as melhores opções de investimentos?”

Como visto anteriormente, há três perfis de investidores: Conservador, Moderado e Agressivo. Hoje vamos analisar o perfil CONSERVADOR, bem como as opções de investimentos consideradas mais adequados para esse perfil.

O investidor de perfil Conservador preza por segurança, não tolerando riscos e, nesse aspecto, os investimentos em RENDA FIXA são estabelecidos como boa opção.

 

E quais seriam esses investimentos?

Na carteira desse investidor são interessantes produtos como:

CDB’s, Fundos DI, Fundos de Renda Fixa, LCI e LCA.

1. CDB’S Certificado de Depósito Bancário: a lógica do CDB é que, quem compra CDB empresta dinheiro para os bancos financiarem suas atividades de crédito. Simples assim!

Os bancos captam dinheiro com os CDBs oferecendo em troca remuneração, os juros, aos investidores, por um determinado período. Os recursos são usados por essas instituições para conceder empréstimos a outras pessoas (INFOMONEY).

2. Fundos DI: também uma opção de baixo risco. O analista Roberto Indech menciona que os fundos DI possuem em seu portfólio 95% comprado em títulos pós-fixados do Tesouro Nacional, oferecendo assim baixa volatilidade e rentabilidade próxima ao índice de referência, o CDI.

3. Fundos de Renda Fixa: esse tipo de fundo permite que se invista em diversos produtos de renda fixa, sendo compostos de títulos públicos ou privados. A maioria desses fundos possui no mínimo 80% em renda fixa.

A vantagem aqui é a presença de um gestor especializado que escolhe os ativos de forma diversificada e comumente possui rentabilidade acima do CDI.

4. LCI e LCA:

LCI – Letras de Crédito Imobiliário: é um título de renda fixa utilizado para atividades do setor imobiliário. Possui carência de, normalmente, 90 dias. Possui como vantagem a isenção de tributação.

Ainda, possui FGC que cobre até R$ 250 mil por CPF/CNPJ por instituição.

LCA – Letra de Crédito do Agronegócio: tem como fonte de recursos o setor do agronegócio, onde o investidor emprestará seus recursos e decorrido o prazo determinado, receberá o seu dinheiro corrigido. Assim como a LCI, também possui como vantagem o FGC.

 

Resumindo:

-Fundos de RENDA FIXA são excelentes opções para investidores iniciantes e também para o perfil de investidor conservador tendo em vista o baixo risco;

– LCI e LCA possuem a vantagem de isenção de tributação;

Mesmo sendo uma carteira conservadora, busque sempre por DIVERSIFICAÇÃO.

 

E lembre-se:

“O mercado é uma máquina que transfere dinheiro dos IMPACIENTES para os PACIENTES.”

Warren Buffet

 

Até a próxima!

Samantha Thielke

samantha@experato.com.br

O que esperar da Poupança para 2020?

fevereiro 17th, 2020 Posted by Blog da Samantha 0 comments on “O que esperar da Poupança para 2020?”

Criada há quase 160 anos pelo Imperador Dom Pedro II, a caderneta de poupança continua sendo um dos investimentos mais utilizados pelos brasileiros. Porém, passado um século e meio de sua criação, e com inúmeras possibilidades de aplicações com melhores rendimentos e mesma segurança, você realmente acredita que ela continua sendo um bom investimento?

Não há dúvidas que, com a sequente queda de juros no País, Selic a 4,25% ao ano, o menor nível histórico, a poupança está rendendo muito aquém do esperado. Especialistas afirmam que esse ano deve render 2,975% a.a e a inflação, segundo o Boletim Focus deve ficar em 3,25% ao ano.

Ou seja, quem hoje está com o dinheiro aplicado na caderneta de poupança não está apenas “perdendo dinheiro”, mas “deixando de ganhar mais dinheiro”, tendo em vista já existir melhores possibilidades em corretoras, e assim evitar ao máximo a perda do poder de compra causado pela inflação.

Portanto, já não basta apenas poupar, se faz necessário estudar e investir com inteligência para não se perder dinheiro. O mais legal é que de forma simples e fácil já é possível começar.

E como poupar?

– Elimine suas dívidas;

– Crie uma reserva de emergência

– Comece poupando no mínimo 10% os seus ganhos

– Faça aportes constantes

– Invista em CDBS, LCIs e LCAs que são boas alternativas para    quem está na poupança

– Reinvista o lucro.

Acima dados de aplicações que renderam em 2019 mais que a poupança.

Conforme o INFOMONEY, nos últimos 12 meses até janeiro a caderneta rendeu 4,14% e hoje passando para 4,25% ao ano. O retorno como já mencionado passa a ser de 2,975%, continuando a perder para inflação bem como para as aplicações tidas como conservadoras.

Resumindo:

– Se você está com dinheiro na poupança, o FATO é que está perdendo dinheiro, infelizmente;

– Com a queda de juros não basta apenas poupar e sim saber onde aplicar.

E por fim, vale lembrar:

“Saber não é o suficiente. É preciso FAZER. Uma grande ideia é sensacional, mas sem ação, ela não vale nada”. – Ricardo Amorim

Uma ótima semana, e até a próxima!

Samantha Thielke

samantha@experato.com.br

O SUITABILITY E O PERFIL DO INVESTIDOR

fevereiro 11th, 2020 Posted by Blog da Samantha 0 comments on “O SUITABILITY E O PERFIL DO INVESTIDOR”

 

O termo é inglês, pode até soar estranho, mas possui um significado muito simples, aptidão. O Suitability é uma ferramenta utilizada pelas corretoras e que tem como objetivo classificar o investidor através de um questionário que deve ser preenchido, quanto ao seu perfil de risco.  Existe uma diversidade de investimentos hoje no Brasil, desde os mais conservadores, até os considerados mais agressivos e para investirmos de forma adequada, e evitar futura “dor de cabeça”, se faz importante a análise de qual perfil o investidor se enquadra.

Nesse aspecto, existem três perfis distintos que devem ser observados e não devem ser negligenciados pelo investidor, sendo eles: conservador, moderado e agressivo.

De forma bastante simples, o conceituado especialista em finanças Lawrence J. Gitman divide as aplicações financeiras em dois grupos básicos, os de renda variável e os de renda fixa, sendo os primeiros aqueles que podem variar o principal e se desconhece o rendimento futuro e os de renda fixa, que tem uma característica de render juros baseado no tempo, uma espécie de aluguel de dinheiro.

Então vamos ver um pouco sobre cada perfil:

CONSERVADOR

O Conservador é aquele investidor que preza na hora de aplicar seu dinheiro por Segurança e possui certa aversão ao risco. Logo, investimentos como renda variável e aplicações com maiores oscilações não são toleradas. Normalmente a carteira indicada é formada com ativos 100% em renda fixa.   A palavra chave aqui é Segurança!

MODERADO

Esse perfil busca pelo chamado “meio termo”. Tolera um risco um pouco maior, optando por um portfólio com ativos mais diversificados, seja em renda fixa e renda variável. O recomendado por especialistas é um percentual de 70% em renda fixa e 30% em renda variável.

AGRESSIVO

Sem dúvidas que esse perfil preza por uma maior rentabilidade, pois conhece o mercado financeiro com mais afinco, sem necessidade de alta liquidez dos seus ativos e, além disso, tolerando medianas oscilações, bem como o RISCO.

Mas e por que seguir essa classificação na hora de Investir?

O mercado financeiro é bastante amplo. Saber qual o seu perfil e respeitá-lo será primordial para realizar boas escolhas na hora da alocação. Fazer um planejamento adequado e evitar aplicações que não condizem com a sua expectativa, ainda mais quando se está iniciando, é o ideal.

Resumindo…

– Descubra o seu perfil de investidor;

– Respeite esse perfil no momento da alocação;

– Busque sempre o auxílio de um profissional;

– A máxima que nunca sai de moda: ESTUDE!

E claro, se comprometa sempre com seus objetivos. Lembrando que: o melhor investimento é sempre aquele adequado ao seu perfil.

 

E você, já sabe qual o seu perfil de Investidor?

Um abraço, e até a próxima!

Samantha Thielke

samantha@experato.com.br