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Burger King pode abocanhar o Bitcoin?

28 de setembro de 2017 às 20:11 Por Postado em Central do Investidor

Whoppercoins: Na onda das Moedas Digitais, Burguer King pode abocanhar Bitcoin?

As moedas digitais têm sido assunto constante em 2017. Liderado pelo Bitcoin a mais famosa de todas, vêm criando uma expectativa de altos retornos em pouco tempo.

Com inúmeros debates sobre o tema, um novo horizonte é criado. Uma moeda independente, sem o controle de um banco central, com a emissão limitada pode sim ser o futuro da moeda mundial.

Se esta é uma tendência porque não migrar boa parte dos investimentos em Bitcoin?

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“Taxa de carregamento em previdência privada é um pênalti contra o investidor”, avisa especialista.

26 de setembro de 2017 às 19:36 Por Postado em Blog do Felipe

Esse pode ser um dos principais custos para investir, mas instituições independentes estão distribuindo fundos sem taxa de carregamento.

Os fundos de previdência privada formam uma das categorias que mais crescem em toda a indústria de fundos nos últimos anos, mas esse ainda é um setor em que é preciso conhecer as alternativas para evitar cair em armadilhas. “A taxa de carregamento é um pênalti contra o investidor”, alerta Gustavo Pires, head de fundos da XP Investimentos e de Previdência da XP Corretora de Seguros.

Essa é uma taxa que pode ser cobrada na entrada ou na saída, ou seja, no momento em que é feito o investimento ou na retirada dos recursos.

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A XP será a maior empresa de investimentos do Brasil, diz Benchimol.

26 de setembro de 2017 às 19:08 Por Postado em Central do Investidor

Guilherme Benchimol, fundador e presidente da XP Investimentos, concedeu essa entrevista à DINHEIRO, na tarde de terça-feira 15, na sede do Grupo, em São Paulo.

Você criou a XP com o discurso de que não era um banco. Agora, se associou ao maior banco privado do Brasil. O que mudou?

Nosso negócio segue sendo a antítese de banco. Quando se pensa num banco comercial no Brasil, independentemente de qual banco seja, a proposta é investir nos produtos do próprio banco. Não tem a liberdade de comparar com o que o mercado oferece, não tem um gerente de banco alinhado em ajudar a escolher aquilo que combina com o seu perfil. Somos a antítese desse processo e isso não vai mudar. Teve a união com o Itaú e a sensação que talvez passe é “pô, você sempre lutou contra eles e agora está se unindo a eles”. Não. Íamos abrir capital para estampar mais credibilidade e aumentar a governança da empresa, porque, cada vez mais, estamos atendendo um cliente maior, que quer ver uma maior robustez na companhia.

E por que não abriu o capital?

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Diversificação é a Melhor Estratégia?

25 de setembro de 2017 às 18:40 Por Postado em Central do Investidor

Diversificação é a Melhor Estratégia?

“Não coloque todos os ovos em uma única cesta”; “Diversificar ajuda a mitigar risco”… São frases comuns, repetidas por inúmeros consultores financeiros sempre ao iniciar alguma explicação sobre investimentos.

Mas será que você entende o que isto significa?

Investir em vários produtos é considerado diversificação?

Se o conceito de risco é ter um resultado diferente do esperado, então em renda variável diversificar significa evitar obter ganhos superiores?

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Margem de Garantia: o grande diferencial do Mercado Futuro

18 de setembro de 2017 às 21:48 Por Postado em Agrícolas

No artigo anterior vimos sobre os códigos de negociação dos principais contratos futuros negociados na Bolsa Brasileira. Agora entraremos mais em detalhes sobre um mecanismo que chama muita a atenção de investidores, hedgers e especuladores desse mercado milenar: Margem de garantia.

Margem de garantia é a quantia em dinheiro ou ativos, que é depositada pelo cliente para garantir posição “em aberto” que possui. A margem de garantia é como se fosse uma salvaguarda financeira utilizado pelo mercado futuro para que o investidor possa negociar os contratos.

Portanto, para negociar contratos futuros, o investidor não precisa do valor total desse contrato, mas sim, uma margem depositada. Por isso que chamam o mercado futuro de Mercado Alavancado.

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Ibovespa está a 53,5% do “topo histórico”, segundo Economática.

18 de setembro de 2017 às 20:49 Por Postado em Central do Investidor

Segundo a Economática, o principal índice da bolsa brasileira, convertido para dólar, ainda está longe da máxima histórica. Em valores nominais, somente Peru e Colômbia não atingiram máximos históricos em 2017.

A empresa analisa, no fechamento do dia 13 de setembro, os índices de bolsa de seis países da América Latina e dos Estados Unidos em valores nominais, ajustados pela inflação e em dólares.

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