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Incertezas trazem imprevisibilidade para a taxa Selic

01 de agosto de 2018 às 14:28 Por Postado em Central do Investidor

A ata da última reunião do COPOM (Comitê de Política Monetária) não deixou evidente se a taxa básica de juros (Selic) retomará a tendência de queda ou permanecerá estável. Apesar disso, o relatório Focus divulgado no começo de julho informa que a taxa estará em 6,50% ao final de 2018 e 8% no final de 2019. O mesmo relatório informa uma estimativa de 4,15% para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor) em 2018 e 4,10% para 2019. A evolução do PIB foi estimada em 1,50% – 0,03% a menos em relação ao relatório anterior. Para 2019 permanece a estimativa de 2,50%.

No cenário interno, além da incerteza do cenário eleitoral, há a expectativa das consequências da greve dos caminhoneiros e seu impacto sobre os preços, pressionando a inflação. No entanto, economistas consideram que mesmo com um impacto negativo com um aumento do nível geral de preços, a inflação permanecerá em níveis baixos. A aprovação da LDO de 2019, com inclusão da chamada pauta-bomba, trouxe apreensão. A secretaria-executiva do Ministério da Fazenda anunciou que parte das medidas não será cumprida.

No cenário internacional, a produção industrial na zona do euro registra alta de 2,4% no ano, enquanto nos Estados Unidos crescem as preocupações com a inflação. A inflação do consumidor já atingiu seu nível mais alto desde 2012. Os desdobramentos de uma possível guerra comercial entre EUA e China trazem apreensão aos mercados internacionais, enquanto União Europeia e Japão finalizam um acordo de livre comércio. São aguardadas as divulgações da inflação para o consumidor na zona do euro e das vendas no varejo e da produção industrial nos EUA. Com este cenário, o dólar deve continuar com tendência de alta. A estimativa do relatório Focus é de R$ 3,70.

Com isso, não há uma sinalização clara da tendência da taxa Selic para os próximos meses. Recomendamos que o investidor converse com um assessor da Central do Investidor para ajudar a decidir se mantem o grau de risco na sua carteira de investimentos e quais as melhores opções em renda fixa, especialmente para o longo prazo. As oscilações devem prosseguir ao longo do semestre e a volatilidade, que afetou até mesmo o Tesouro Direto, deve permanecer alta.

Investimento a longo prazo: seu futuro começa agora!

31 de julho de 2018 às 14:24 Por Postado em Central do Investidor

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mais de um terço das pessoas acima de 60 anos e que já estão aposentadas continuam trabalhando. Deste total, 46,9% o faz porque a aposentadoria não é suficiente para pagar as contas. As perspectivas não são animadoras quando consideramos as indefinições da reforma da Previdência ao mesmo tempo em que observamos um aumento da expectativa de vida da população brasileira e a constatação de que a mesma está envelhecendo.

Além da aposentadoria, os investimentos a longo prazo também podem ser voltados para outras estratégias como a educação dos filhos, a mudança para outra cidade/Estado/país, a abertura de um negócio próprio, a aquisição de imóveis ou o gozo de um período sabático. Por isso, alocar recursos para investimentos a longo prazo deve ser encarado como uma necessidade perene e todo investidor deve ter ativos devidamente alocados dentro desta perspectiva. São considerados investimentos de longo prazo todos os que têm prazo superior a cinco anos, porém, deve-se focar em uma janela de tempo mais prolongada, com prazos de 10, 20 anos de aplicação.

Com uma estratégia de longo prazo, o investidor fica menos suscetível às volatilidades do mercado financeiro, reduzindo o impulso emocional causado por perdas e instabilidades momentâneas. Outra vantagem é que um período maior possibilita uma diversificação da carteira, mitigando os riscos e aumentando os lucros. Por fim, uma carteira de longo prazo tende a ter menos incidência de Imposto de Renda e oferecer melhores taxas de retorno.

O investidor pode montar uma carteira diversificada com investimentos em renda fixa e variável, observando sua aversão ao risco, a capacidade de dispor de recursos por um longo prazo, as reservas para emergência e sua capacidade de poupança e disciplina financeira. O mais importante é definir uma estratégia e escolher os melhores investimentos. Faça cotações com diversos bancos e corretoras, não há motivo para aplicar todos os recursos em uma única instituição. Verifique as taxas e tarifas cobradas bem como o histórico de retorno de cada investimento. Procure um assessor da Central do Investidor e receba todo o suporte necessário para montar a melhor estratégia.

FUNDOS DE INVESTIMENTO

Para o investidor, a vantagem de aplicar em um fundo de investimento é a possibilidade de contar com a expertise de um gestor, que irá alocar os recursos dos cotistas nos melhores investimentos disponíveis no mercado. É fundamental analisar os custos de cada fundo, como Imposto de Renda, come-cotas, taxa de administração e de performance.

Você pode optar por fundos de renda fixa, variável ou multimercado. Os fundos de renda fixa alocam recursos em investimentos como CDB, LCI, LCA, Títulos da dívida pública (Tesouro Direto) e Letras de Câmbio. Já os fundos de renda variável fazem a alocação em ações e derivativos, além de títulos lastreados na cotação de ativos como ouro e dólar. Os fundos multimercado fazem uma mescla de investimentos, alocando recursos em ações, Tesouro Direto, CDB, câmbio etc. Neste caso, será necessário definir o seu perfil de investidor (conservador, moderado, agressivo) e com base neste perfil será definido o fundo mais adequado.

LCI, LCA e CDB

A principal diferença entre a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) é que a primeira se destina ao fomento da habitação, enquanto a segunda é voltada para o agronegócio. Ambas são isentas de taxa de administração e Imposto de Renda e, geralmente, são remuneradas como base no CDI. O investimento mínimo exigido costuma ficar entre R$ 10 mil e R$ 20 mil, de acordo com a instituição financeira ofertante. Há opções com juros pré e pós-fixado e o período de carência é superior a 90 dias, com opções de prazos bem maiores. Este investimento tem garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com cobertura de até R$ 250 mil por CPF.

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um título mais conhecido, muito procurado por investidores iniciantes. Tem características semelhantes a LCI e LCA: não tem taxa de administração e tem garantia do FGC. O investimento mínimo exigido costuma ser baixo, em algumas instituições pode-se investir a partir de R$ 200,00. Há incidência de Imposto de Renda seguindo uma tabela regressiva, com alíquota máxima de 22,5% e mínima de 15%, de acordo com o tempo investido. A alíquota incide sobre o rendimento (juros obtidos) e não sobre o montante aplicado.

 

À princípio, pode parecer que a LCI e a LCA são mais vantajosas por não terem incidência de Imposto de Renda. Mas é preciso comparar os custos como as taxas cobradas pelos bancos e corretoras e os rendimentos oferecidos por cada título. Faça o comparativo com diferentes títulos, oferecidos por diferentes instituições.

TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA (TESOURO DIRETO)

Os títulos da dívida pública, emitidos pelo governo, são oferecidos através do programa Tesouro Direto, em parceria com a BM&F. São uma opção muito conhecida em investimento de longo prazo, alguns títulos têm vencimento de 20 anos.

Há opções de títulos pré e pós-fixados, sendo que estes últimos costumam ser atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo), que é o índice utilizado pelo Banco Central para definir as metas de inflação. Os títulos pós-fixados costumam ser muito vantajosos a longo prazo por permitirem um ganho real, acima da inflação.

Embora não tenha garantia do FGC, o aval do governo traz uma segurança para quem opta por este investimento. Assim como o CDB, os títulos do Tesouro Direto têm incidência de Imposto de Renda seguindo a tabela regressiva. Além disso, há uma taxa de custódia de 0,3% sobre o valor investido além de outras taxas que costumam ser cobradas pelas corretoras.

AÇÕES

Muitas pessoas ainda consideram o investimento no mercado acionário como de curto ou médio prazo. No entanto, investir em ações, especialmente as ações preferenciais (PN), pode ser considerado como um investimento de longo prazo quando desconsidera-se as oscilações naturais do mercado, focando-se na performance da empresa em um período de longo prazo.

Se optar por ações de empresas com bom desempenho e saúde financeira reconhecida pelo mercado e que pagam dividendos (ações preferenciais) como, por exemplo, Itaúsa (ITSA4), IRB Brasil (IRBR3) e Ambev (ABEV3), você aloca recursos em ativos de empresas sólidas e ainda recebe periodicamente parte dos resultados positivos das mesmas.

Se tiver dúvidas, como quais as melhores opções de ações ou o quanto de sua carteira de investimentos alocar em ações, procure a Central do Investidor e converse com um de nossos assessores.

OUTRAS OPÇÕES

Além dos investimentos mencionados acima, outros como Letras de Câmbio (LC), Fundos Imobiliários (FI) e Previdência Privada, também podem ser considerados em sua carteira investimentos.

O fato é que investir a longo prazo é uma decisão que não pode ser postergada. Monte uma estratégia com o seu assessor da Central do Investidor, faça um planejamento e tenha foco em um período de longo prazo. Lembre-se que seu futuro e de seus familiares começa agora.

Título público prefixado saiba como escolher

25 de julho de 2018 às 14:19 Por Postado em Central do Investidor

O título público prefixado é um título ofertado pelo Tesouro Nacional através do programa Tesouro Direto, em parceria com a BM&F. É um título conhecido e muito procurado principalmente por investidores iniciantes. Possui garantia do Tesouro Nacional e é voltado para investidores com perfil conservador, principalmente os que estão buscando algo além da caderneta de poupança.

Por ser prefixado, a rentabilidade já é conhecida de imediato, uma vez que os juros são definidos no momento da aplicação. Há uma taxa de custódia cobrada anualmente pela BM&F de 0,3% sobre o valor dos títulos. A taxa de administração pode ou não ser cobrada pela corretora e varia de 0% a 2%. Você pode conferir o quanto cada instituição cobra de taxa na página do Tesouro Direto.

Há incidência de IOF (Imposto sobre Operações Financeiras) nos resgates efetuados nos primeiros 29 dias, após este período não há incidência. Já o Imposto de Renda será calculado sobre a rentabilidade (juros obtidos) do investimento e não sobre o montante. O cálculo será feito seguindo a tabela regressiva de Imposto de Renda.

O investidor tem três modalidades: o Tesouro Prefixado LTN (Letras do Tesouro Nacional), o Tesouro Prefixado com Juros Semestrais e o Tesouro IPCA. Ambas têm o mesmo padrão de investimento, diferenciando-se pela forma de rentabilidade e pagamento.

Tesouro Prefixado LTN

Como todo título prefixado, você já sabe o valor do rendimento se carregar o papel até a data de seu vencimento uma vez que a taxa de juros é definida no momento da aplicação. Na data de vencimento o investidor receberá o valor investido somada a rentabilidade.

Tem um fluxo simples, com uma aplicação e um resgate. É indicada para quem pretende manter o título até a data de vencimento e acredita que a taxa básica de juros seguirá uma tendência de queda, ficando abaixo da taxa prefixada do título. Em caso de resgate antecipado o investidor pode ter prejuízo, já que além da incidência de IR o resgate será feito considerando-se o preço de compra de mercado, que pode ser menor que o valor pago no momento da aplicação.

Tesouro Prefixado com Juros Semestrais e Tesouro IPCA

Têm características semelhantes ao LTN, porém, são subdivididos em NTN-F, NTN-B e NTN-B Principal e. O NTN-F passou a ser chamado de Tesouro Prefixado com Juros Semestrais, o NTN-B passou a ser chamado Tesouro IPCA com juros semestrais e o NTN-Principal agora é o Tesouro IPCA+.

O NTN-F é semelhante a LTN, porém, há o pagamento de juros semestrais, que são chamados de cupons semestrais. Com isso, a cada 6 meses o investidor recebe rendimentos em sua conta corrente, antecipando o rendimento a ser pago no vencimento. Se por um lado isto garante um rendimento semestral de um título que ainda está por vencer, por outro, reduz o rendimento final até porque há incidência de IR no resgate do cupom semestral.

O NTN-B e o NTN-B Principal pagam, além dos juros, o rendimento da inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo) que é o índice de preço calculado pelo IBGE e utilizado pelo Banco Central para definir as metas de inflação. Com isso, estes títulos oferecem um rendimento real, mantendo o poder de compra ao longo do tempo.

A diferença está na forma de pagamento deste rendimento. O NTN-B paga cupons semestrais, assim como o NTN-F. Já o NTN-B Principal reinveste os juros obtidos ao invés de repassa-los ao investidor. Por isso, o NTN-B passou a se chamar Tesouro IPCA com juros semestrais e o NTN-Principal passou a se chamar Tesouro IPCA+.

Ao optar por um título público prefixado, o ideal é carrega-lo até a data de seu vencimento. Ao efetuar o resgate antecipado, como já explicamos, você pode ter prejuízo já que há incidência de IR e o valor do título também está sujeito a volatilidade do mercado. Para quem acredita na continuidade da tendência de queda da taxa básica de juros, vale a pena manter o título até o vencimento. Os que preferem alguma proteção contra a inflação podem optar pela NTN-B ou NTN-B Principal. Já os investidores que querem algum fluxo de caixa positivo ao longo do investimento podem optar por NTN-F ou NTN-B. Tudo vai depender do seu perfil de investidor. Seja qual for o seu perfil, você pode contar com a Central do Investidor, que oferece assessores preparados para te orientar na escolha do melhor título, agende uma conversa.

Como comprar e vender Mini Índice Bovespa na Bolsa de Mercadorias e Futuros

24 de julho de 2018 às 15:08 Por Postado em Blog do Felipe

Nos últimos artigos falamos sobre negociações de commodities e Dólar na Bolsa de Mercadorias e Futuros. Agora vamos saber mais sobre a negociação de Mini Índice Bovespa na Bolsa.

Graças ao ajuste diário e margem de garantia, podemos estar posicionados na compra, onde ganhamos dinheiro com a alta da cotação quanto na venda, onde ganhamos com a queda da cotação do ativo. Sempre lembrando que as negociações de Índice Bovespa na Bolsa são operações somente financeiras para se “protegermos” das oscilações dos preços.

Lembrando que o Índice Bovespa é o principal índice do mercado de ações brasileiro. Foi criado em 1968 e, ao longo desses 50 anos, consolidou-se como referência para investidores ao redor do mundo. É o mais importante indicador de desempenho médio dos ativos mais negociados e representativos do mercado de ações de nosso País.

É composto pelas ações e units exclusivamente de ações de companhias listadas na B3 que atendem aos critérios de inclusão descritos em sua metodologia, como liquidez, valor de mercado, governança, etc.

O primeiro passo é abrir uma conta em uma corretora para que possa ter acesso ao home broker, onde o investidor fica interligado diretamente na Bolsa de Mercadorias e Futuros.

Na bolsa, cada ativo a ser negociado possui um código de negociação, além de ser negociados em contratos. No caso do Índice, o código de negociação é o WIN (Mini Índice). O contrato de dólar foi desenvolvido com o objetivo de ser uma ferramenta para gestão de risco de oscilação de preço, sendo utilizadas pelos participantes do mercado, gestoras, tesourarias, hedgers, tradings, especuladores, dentre outros players do mercado.

 

Objeto da negociação

Mini Índice Bovespa

 

Código de Negociação: WIN (MINI-ÍNDICE)

Tamanho do contrato: 20% do Índice Bovespa

Cotação: pontos de índice

Lote padrão: 1 contrato;

Data de Vencimento: Quarta-feira mais próxima do dia 15 do mês de vencimento

Meses de vencimento: Meses pares

Cálculo para ajuste diário: Cada ponto equivale a R$ 0,20 por contrato

Horários de negociação: 09:00 hrs até as 17:55 hrs. – Segunda a sexta

 

RESUMO

Características:

  • O preço do mini-índice é cotado em R$ 0,20 por ponto do Ibovespa. Exemplo: se o Ibovespa está em 65.000 pontos, cada contrato vale R$ 13.000.
  • Vencimentos nos meses pares do ano.
  • Código do mini-índice: WIN + mês de vencimento + ano. Exemplo: WINZ18 – Mini-índice com vencimento em dezembro de 2018.

 

Vantagens:

  • Instrumento para estratégia de proteção (hedge) contra exposição em renda variável.
  • Possibilidade de replicar o comportamento do índice sem ter o desembolso financeiro e os custos de transação do mercado a vista.
  • Utilizando-se o fator de correlação das ações com o próprio índice futuro, é possível realizar operações de proteção contra a volatilidade do mercado de ações, mesmo em quantidades diferentes da composição do índice.
  • Por meio de uma única operação, o investidor pode manter posições altamente líquidas sem negociar ações individualmente no mercado a vista.
  • Permite arbitragem entre o mercado a vista com ações ou ETFs.

 

Para abrir conta e ter acesso ao Home Broker, é só acessar o link abaixo.  Após a abertura de conta, um assessor entrará em contato para auxilia-lo da melhor forma.

Link para abertura de conta

Day trade uma boa opção de operação na Bolsa

18 de julho de 2018 às 14:15 Por Postado em Central do Investidor

 

Para os investidores mais arrojados, o day trade é uma opção interessante para a obtenção de bons lucros na Bolsa de Valores. As operações day trade são operações de curtíssimo prazo, iniciadas e encerradas no mesmo dia no mercado de ações. O objetivo é lucrar com o movimento diário do mercado. Se, por exemplo, você comprar ações da Vale (VALE3) a R$49,39 às 10h e vendê-las por R$50,44 às 12h, terá obtido mais de 2% de lucro em apenas 2 horas! Os riscos dos chamados gaps de abertura são minimizados e o investidor determina o nível de risco da operação. Também é possível iniciar a operação vendido, ou seja, com uma venda ao invés de uma compra, tendo como objetivo lucrar com a queda do preço da ação.

Para operar no day trade é preciso muito estudo preliminar e a definição de uma estratégia de operação. O investidor deve fixar um alvo e ajustar os critérios de entrada e saída bem como o stop loss, procurando minimizar possíveis perdas na operação. A metodologia deve ser feita com a avaliação de informações financeiras das empresas e a utilização de gráficos de análise técnica incluindo indicadores como candles e bandas de Bollinger. Também é importante conhecer os custos envolvidos na operação day trade, como a taxa de corretagem e o imposto de renda. A operação devidamente planejada pode ser bem lucrativa e é importante que você tenha uma assessoria qualificada como a da Central do Investidor.

Para os investidores mais experientes, acostumados com a análise técnica, uma solução interessante são os robôs de investimento. São softwares que permitem testes e simulações em diferentes cenários, descartando fatores emocionais, e que são parametrizados para encontrar as melhores opções e executar as ordens automaticamente, de maneira rápida e precisa. Os robôs de investimento são oferecidos de forma gratuita ou por meio de uma assinatura e não há a cobrança da taxa de corretagem. Isto torna a operação ainda mais atraente para os traders, os investidores mais experientes e acostumados com operações mais arriscadas como o day trade.

No day trade você aproveita a movimentação diária, a volatilidade do mercado de ações e a possibilidade proporcionada pelas corretoras de operar alavancado. Uma variação de 1% em uma operação day trade pode trazer até 4% de lucro. Além disso, como dissemos anteriormente, você pode optar por operar vendido e não há o mesmo grau de risco proporcionado pelos gaps das variações diárias.

Embora os riscos envolvidos nas operações day trade sejam, até certo ponto, menores do que em outras operações diárias, é preciso um estudo prévio e conhecimento do mercado de renda variável por parte do investidor. Como todo investimento em renda variável, há riscos envolvidos e é preciso estabelecer uma boa estratégia de investimentos e conhecer os detalhes da operação. Para evitar maiores riscos e erros na hora de investir seu dinheiro, procure a Central do Investidor e converse com um assessor de investimentos.

Dólar, eleições e oportunidades na Bolsa

11 de julho de 2018 às 14:11 Por Postado em Central do Investidor

09Desde o começo deste ano, a incerteza do cenário eleitoral e a disparada do dólar vêm impactando fortemente o mercado financeiro e causando apreensão nos investidores. Outro agravante é a lenta recuperação da economia brasileira, afetando diretamente o desempenho das empresas e, consequentemente, o mercado de ações. Para agravar a situação os nomes de grandes empresas como Petrobras e JBS permanecem no noticiário, atrelados à turbulência política que vêm assolando o país nos últimos anos. Terminado o primeiro semestre, há fortes indicadores de que este cenário pode permanecer até o final deste ano.

No cenário externo, dois fatores contribuem para esta perspectiva. O primeiro são os números da economia americana, que mostram um mercado interno extremamente aquecido com indicadores de consumo em alta. Diante disso, espera-se uma política monetária de aumento dos juros do país para evitar uma espiral inflacionária o que, por sua vez, exerce uma forte pressão sobre as moedas de países emergentes como o Brasil. O resultado é o que temos visto por aqui: dólar próximo de R$4,00, sem expectativa de redução deste patamar.

A segunda ameaça é a de uma guerra comercial que pode envolver EUA, China e União Europeia. É bem verdade que até o momento tudo não passou de retórica, mas o problema reside no fato de que o governo dos EUA mostra uma certa imprevisibilidade no plano de ações, trazendo incertezas de onde se esperava decisões e causando estremecimento até mesmo nas relações com seus vizinhos do NAFTA. Uma possível guerra comercial, envolvendo barreiras protecionistas, fechamento de mercados, políticas de sobretaxa e retaliações comerciais, traz a perspectiva de um cenário imprevisível e assustador, revivendo as tensões da crise mundial de 2008. Ainda temos o Brexit – a saída do Reino Unido da União Europeia – que deve se concretizar até o primeiro trimestre de 2019 e que trará mais incertezas ao final do ano.

No cenário interno, a indefinição do cenário eleitoral exerce forte pressão sobre o mercado. A incerteza reside no fato de que não há qualquer prognóstico indicando que, encerrada a apuração no dia 28 de outubro, emergirá das urnas um candidato comprometido com as diversas e importantes reformas que o país necessita ou alguém com um projeto de viés estatal e intervencionista. A recuperação da economia prossegue, mas em ritmo lento e a alta do desemprego persiste sem sinais de melhora.

Todo este conjunto afeta diretamente o mercado acionário. Neste sobe e desce diário do preço das ações, é importante contar com um assessor de investimentos para te ajudar a tomar as melhores decisões. As já citadas Petrobras (PETR4) e JBS (JBSS3), apesar de sofrerem influência negativa do cenário político, não podem ser totalmente descartadas como um bom investimento. A primeira segue firme em seu projeto de recuperação enquanto a segunda tem boa parte de sua receita dolarizada. Empresas com receita dolarizada e operações relevantes no mercado exterior podem ser uma boa opção. Se por um lado podem sofrer com um aumento de sua dívida por conta da alta da moeda americana, por outro podem se beneficiar com um aumento das receitas. Pode ser o caso de empresas como Embraer (EMBR3), Tupy (TUPY3) e Fibria (FIBR3).

É possível lucrar mesmo em um cenário de incertezas e apreensões. Conte com a Central do Investidor para proteger e aumentar seu patrimônio, escolhendo as melhores opções no mercado financeiro. Converse com um assessor de investimento e verifique quais ações mais indicadas, das empresas com perspectiva de resiliência para este semestre que promete fortes emoções.