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O Ibovespa e as Eleições: comportamento do índice desde o Plano Real.

02 de janeiro de 2018 às 17:49 Por Postado em Central do Investidor

Historicamente as eleições presidenciais no Brasil sempre foram períodos mais voláteis. A democracia no Brasil é algo bastante novo, de 1989, e mesmo nesse período, já vivemos dois impeachments, governantes de orientações distintas, booms econômicos motivados por superciclos de crescimento globais, crises, resquícios de hiperinflação, trocas de moedas, topos históricos e diversas oportunidades de investimentos para investidores que têm paciência e estômago para suportar tantos altos e baixos no mercado.

Em 2018 passaremos por mais uma eleição presidencial, talvez a mais conturbada da jovem democracia brasileira, mas, ao olhar para trás e analisar o comportamento do Ibovespa em cada uma das eleições presidenciais que passamos:

  • 1989 – primeira eleição democrática, transição do período Sarney, elegendo Fernando Collor de Mello, que sofreu impeachment em 1992, assumindo o vice, Itamar Franco;
  • 1994 – Eleição de FHC e início do Plano Real;
  • 1998 – Reeleição FHC;
  • 2002 – Lula;
  • 2006 – Reeleição Lula;
  • 2010 – Dilma Roussef;
  • 2014 – Reeleição Dilma
  • 2016 – Dilma sofre impeachment e assume o Vice, Michel Temer.
  • 2018 – Bolsonaro? Lula? Meirelles? Marina Silva? Alckmin? Dória? Ciro Gomes? Oficialmente a corrida eleitoral ainda não começou, mas existem diversos potenciais candidatos para Chefe do Executivo Brasileiro.

Em cada uma destas eleições o Ibovespa teve comportamentos distintos. Neste sentido, vale a pena destacar o que houve de marcante em cada um destes períodos que antecederam as eleições e o que de fato aconteceu após a assunção dos mandatos presidenciais.

Começando por 1989, segundo dados da Agência Enfoque[1], houve a implantação do Plano Verão, uma tentativa de estabilização da economia, que vivia assolado pela hiperinflação. O Plano Verão tinha como pilares[2] o aumento da taxa básica de juros, redução de gastos públicos, congelamento de preços por prazo indeterminado, aumento dos preços administrados pelo governo, reforma monetária e introdução de uma nova moeda, o Cruzado Novo (Cz$). Além disso, tivemos outros grandes eventos, como a Queda do Muro de Berlim, o Colapso dos Junk Bonds (títulos podres e de alto risco de crédito) e o caso Naji Nahas[3], famoso investidor libanês, radicado no Brasil que quebrou a Bolsa de Valores do Rio de Janeiro (BVRJ) após uma série de compras com altíssimo índice de alavancagem. Para fechar 1989, o Produto Interno Bruto (soma de tudo que é produzido no país) brasileiro avançou 3,2% e, segundo dados da B3, o IBOVESPA subiu 24,06%[4] em dólares (haja vista a falta de base de dados atualizadas sobre este período e pela diferença de moeda).

Em 1993/1994, tivemos o Fernando Henrique Cardoso assumindo como ministro da Fazenda do então Presidente Itamar Franco, com o objetivo de ajustar a economia e reduzir a inflação, que chegou a bater 2.708,17% em 1993[5]. Nasceu nesse período o projeto do Plano Real, capitaneado por FHC, mas que contou com a ideação e execução de um time de notáveis, tais como Edmar Bacha, Pérsio Arida, André Lara Resende, Gustavo Franco e Pedro Malan – em 2017 foi lançado um filme sobre a história do Plano Real, contando os bastidores do lançamento da moeda e do plano, chamado “Real – O Plano Por Trás da História”, recomendo. Em 1994 oito candidatos disputaram a presidência do Brasil, sendo eles, Fernando Henrique Cardoso (PSDB-PFL), Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Enéas Carneiro (PRONA), Orestes Quércia (PMDB), Leonel Brizola (PDT), Esperidião Amin (PPR), Carlos Antônio Gomes (PRN) e Hernani Fortuna (PSC). Com o impeachment de Collor já consolidado e com Itamar Franco no poder, Lula despontava como favorito nas pesquisas até maio de 1994, contudo, em junho de 1994 foi lançado o Plano Real, que viria a derrubar a inflação, estabilizar o poder de compra e a economia brasileira, o que ajudou a dar grande notoriedade a FHC e fazendo com que ganhasse as eleições em primeiro turno. Em 1994 o Ibovespa teve uma variação de 59,59%[6] em dólares (haja vista a falta de base de dados atualizadas sobre este período e pela diferença de moeda) e com um crescimento do PIB de 5,9%[7].

Plano Real: controle da inflação

1998 também foi um ano conturbado, com a moratória da Rússia em agosto de 1998, que desencadeou uma série de crises financeiras em países emergentes, a quebra do maior fundo de hedge do mundo, o Long Term Capital Management[8], que tinha no time nomes como Myron Scholes e Robert Merton, criadores da fórmula de Black-Scholes para precificação de opções. Depois de afetar a Ásia e Rússia, a crise bateu à porta da economia brasileira no final de 1998, mas teve seus efeitos mais bruscos em 1999. No front político, 1998 foi a estréia da reeleição, medida enviada por FHC ao congresso. Em 1998, ainda com base no sucesso do Plano Real, FHC foi eleito em primeiro turno com 53,6% dos votos válidos[9]. Em 1998, o PIB fechou o ano com variação nula (0%)[10], enquanto o IBOVESPA fechou o ano com queda de 33,46% (variação nominal em R$)[11], com os impactos da crise na Rússia, da quebra da LTCM e do início dos impactos da crise financeira na economia brasileira.

2001: China entra para a Organização Mundial do Comércio

Já nas eleições de 2002, o cenário foi um pouco mais conturbado, após a crise financeira de 1999, o Brasil teve que pegar um empréstimo no FMI para conseguir lidar com a crise. Além disso, causado também pela crise financeira vinda da Ásia e Rússia, o país vivia um momento de inflação em alta, fechando 2002 com o IPCA em 12,53%[12], Taxa SELIC fechando 2002 em 25% ao ano[13], visando conter a desvalorização do dólar devido ao chamado “Risco Lula”, que era o medo de o mercado internacional caso um governo de esqueda assumisse o Brasil, o que gerou uma corrida ao dólar e uma saída de investidores do país. Nesse momento, Lula anunciava que daria calote no Fundo Monetário Internacional, dentre outras propostas anti-mercado que assustavam investidores e acabou levando o dólar em 2002, de R$2,60 em janeiro, para acima de R$4,00 em outubro[14], além disto, neste contexto de incertezas com a continuação das políticas de estabilização da economia e combate à inflação criadas no Governo FHC, o Risco-Brasil atiginiu uma máxima de 2515 pontos[15], tamanha a preocupação do mercado. Em 2002 a economia brasileira avançou 3,1%[16] e o IBOVESPA teve uma queda de 17,01%, marcado principalmente com as incertezas de um provável governo esquerdista.

O primeiro mandato do governo Lula foi marcado por crescimentos econômicos abaixo da média mundial, tendo crescido 1,2% em 2003, 5,7% em 2004, 3,1% em 2005 e 4% em 2006[17], enquando o PIB Global cresceu 2,91% em 2003, 4,44% em 2004, 3,84% em 2005 e 4,32% em 2006[18]. Neste período, também ocorreram escândalos de corrupção, como o Mensalão (2005), e seu governo teve como um de seus maiores sucessos no primeiro mandato a continuidade das políticas econômicas do Governo FHC, como a política de metas de inflação, meta fiscal, e câmbio flutuante e o Plano Real, sendo que Lula foi um crítico voraz do Plano nas eleições de 2002. Para as eleições de 2006, mesmo manchado com os escândalos do mensalão, Lula foi reeleito com a promessa de crescimento mais acelerado da economia, e com promessas de cunho social dando “mais atenção aos pobres” e com um governo que “não gasta mais do que ganha”[19]. Lula fechou o primeiro mandato com o Ibovespa tendo uma alta de 294,68% entre os anos de 2003 e 2006, com o índice fechando 2002 em 11.268,40 e encerrando 2006 aos 44.473,71 pontos[20]. Vale ressaltar que neste período, commodities como petróleo, minério de ferro e soja, algumas das principais pautas de exportação da economia brasileira, tiveram altas expressivas, como por exemplo o petróleo, que saiu de US$42,57 em dezembro de 2002, para US$74,36 em dezembro de 2006[21],e o minério de ferro saindo de US$30 em 2003, para US$73 em 2006[22].

No segundo mandato de Lula, o Brasil viveu grandes momentos, aproveitando o superciclo das commodities. Neste período entre 2007 a 2010, o Ibovespa alcançou seu topo histórico, o Brasil alcançou o grau de investimentos, descobrimos o pré-sal, vimos o petróleo alcançar o patamar de US$150 dólares/barril, vivemos uma das maiores crises internacionais desde 1929, que para Lula, se a crise internacional alcançasse o Brasil, seria uma “marolinha”[23], a escolha do Rio de Janeiro para sediar os jogos olímpicos de 2016 e a Copa do Mundo de 2014 (que depois foram as marcas dos maiores escândalos de corrupção que o Brasil já viveu).

De forma a dar continuidade nas políticas criadas em seus dois mandatos, Lula indicou Dilma Roussef como potencial sucessora para as eleições de 2010. Dilma poderia vir a ser a primeira mulher presidente eleita na história do Brasil, e o fez. Dilma ganhou as eleições de 2010 com uma campanha mais focada na continuidade das políticas de Lula, com o slogan “Para o Brasil Seguir Mudando”. Como diferencial, O Partido dos Trabalhadores conseguiu viabilizar uma coligação com diversos partidos como PMDB, PDT, PCdoB, PSB, PR, PRB, PSC, PTC e PTN[24], o que ajudou-a a angariar votos para a conquistas das eleições. Nesse período eleitoral, o Ibovespa saiu de 70.372 pontos, em março de 2010, para 70.673, ao final de outubro de 2010, uma alta de 0,43% neste período de corrida eleitoral. Após a confirmação da eleição de Dilma Roussef, o Ibovespa fechou 2010 com uma alta de 1,04%, aos 69.304,81 pontos[25].

Dilma: primeira mulher eleita presidente sofreu impeachment.

Já nas eleições de 2014, o período eleitoral foi marcado por debates acirrados e exaltados, por bastantes polêmicas e até mesmo por agressões verbais entre candidatos. Candidata a reeleição, Dilma Roussef trouxe, novamente, um discurso de continuidade das políticas econômicas de estabilidade, mas também, de crescimento do papel do Estado na economia, marca registrada dos governos petistas desde 2003. Por outro lado, Aécio Neves, com uma equipe econômica que remontava o Governo FHC, com Armínio Fraga como provável Ministro da Fazenda em uma vitória tucana, trouxe uma linha muito parecida com a vista no período FHC, o que ajudou a acirrar o debate e as comparações entre os governos de Lula e FHC. No IBOVESPA, durante o período eleitoral de 2014 (abril a outubro de 2014), o índice saiu de 50.415 para 54.629, uma alta de 8,36%[26].

Deste período em diante, vimos no Brasil uma série de escândalos de corrupção envolvendo diversos políticos de quase todos os partidos em atividade no Brasil atualmente, o avanço da crise mais grave já vivida em nosso país, com o Ibovespa alcançando o patamar de 37.406 pontos, patamar visto no período agudo da crise de 2008, abrindo uma série de oportunidades para investimentos, mas, deixando dúvidas sobre como seria o futuro do Brasil e como poderíamos ultrapassar esse período de crise recente.

As eleições de 2018 permanecem uma incógnita, com apenas potenciais presidenciáveis sendo anunciados, mas não confirmados, haja vista que o limite para as definições e início das campanhas oficiais são em abril de 2018. Neste sentido, muito se fala no mercado que o que deverá levar as eleições de 2018 não será um candidato específico, mas sim as agendas de reformas que serão propostas e as medidas para a retomada do crescimento da economia brasileira. Na pauta de reformas, temos a reforma da previdência, reforma política, uma possível e sonhada reforma tributária, além de uma série de medidas para auxiliar e viabilizar a redução do Estado e sua participação na economia, permitindo que haja uma economia mais dinâmica, mais atração de investimentos, geração de empregos e riqueza.

De forma a criar um paralelo com as últimas eleições brasileiras, eis alguns destaques para o Ibovespa, segundo dados da plataforma Profitchart[27]:

  • 1994 – Abril de 1994 a Outubro de 1994 – Ibovespa saiu de 4.562,20 ponto para 4.797,90 pontos, alta de 5,17%. Após FHC assumir o governo, em seu primeiro ano de mandato o IBOV saiu de 4.353,90 para 4.299 pontos, queda de 1,26%. Já durante o período de seu primeiro mandato, o IBOV saiu de 4.353,90 para 6.784 pontos, alta de 55,81% durante 1995 a 1998.
  • 1998 – de Abril a Outubro de 1998, o IBOV teve uma queda de 39,65%. Ao FHC assumir o segundo mandato, o Ibovespa subiu 66,10% entre dezembro de 1998 a dezembro de 2002.
  • 2002 – de Abril a Outubro de 2002, o IBOV teve uma queda de 22,30%. Após Lula assumir o mandato em 2003, o Ibovespa teve uma alta acumulada de 294,69% entre janeiro de 2003 e dezembro de 2006.
  • 2006 – de Abril a Outubro de 2006, o IBOV teve uma queda de 2,73%. Após Lula assumir o segundo mandato em 2007, o Ibovespa teve uma alta acumulada de 55,83% entre janeiro de 2007 e dezembro de 2010.
  • 2010 – de Abril a Outubro de 2010, o IBOV teve uma alta de 4,66%. Após Dilma assumir seu primeiro mandato em 2011, o Ibovespa teve uma queda de 27,84% entre janeiro de 2010 e dezembro de 2014.
  • 2014 – de Abril a Outubro de 2014, o IBOV teve uma alta de 5,81%. Após Dilma assumir seu segundo mandato em janeiro de 2015, até o início do processo de impeachment, em dezembro de 2015, o Ibovespa teve uma queda de 13,31%.
  • De dezembro de 2015, até Michel Temer assumir a presidência, em 12 de maio de 2016, o Ibovespa subiu 19,50%.
  • Desde o início do Governo Temer, o Ibovespa subiu 47,48%.

Ainda não se sabe quem será o próximo presidente, mas, ao olhar para trás, uma coisa é certa, anos eleitorais tendem a trazer volatilidade, o que pode gerar diversas oportunidades de investimentos. Segue abaixo um gráfico histórico do Ibovespa dolarizado desde 1963, e um gráfico histórico do Ibovespa desde 1992

Fonte: http://www.enfoque.com.br/poster/ibovespa/view_ibovespa_enfoque.aspx


Fonte: https://br.financas.yahoo.com/

* IBOV ou Ibovespa é o principal indicador médio de desempenho do mercado de ações no Brasil. É um índice composto das principais empresas listadas em bolsa no Brasil.

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[1] Disponível em: <http://www.enfoque.com.br/poster/ibovespa/view_ibovespa_enfoque.aspx>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[2] Disponível em: <http://economia.ig.com.br/2017-12-12/planos-bresser-verao-collor-2.html>. Acessado em 29 de dezembro de 2017

[3] Disponível em: <https://oglobo.globo.com/economia/o-homem-que-quebrou-bolsa-de-valores-do-rio-3609758>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[4] Disponível em: <http://bvmf.bmfbovespa.com.br/indices/ResumoVariacaoAnual.aspx?Indice=IBOV&idioma=pt-br>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[5] Disponível em: <http://20anosdoreal.epocanegocios.globo.com/>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[6] Disponível em: <http://bvmf.bmfbovespa.com.br/indices/ResumoVariacaoAnual.aspx?Indice=IBOV&idioma=pt-br>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[7] Disponível em: <http://www.enfoque.com.br/poster/ibovespa/view_ibovespa_enfoque.aspx>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[8] Disponível em: <http://www.infomoney.com.br/mercados/noticia/1590048/personagens-mercado-merton-scholes-nobel-por-tras-queda-ltcm>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[9] Disponível em: <http://memoriaglobo.globo.com/programas/jornalismo/coberturas/eleicoes-presidenciais-1998/eleicoes-presidenciais-1998-a-historia.htm>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[10] Disponível em: <http://www.enfoque.com.br/poster/ibovespa/view_ibovespa_enfoque.aspx>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[11] Disponível em: <http://bvmf.bmfbovespa.com.br/indices/ResumoVariacaoAnual.aspx?Indice=IBOV&idioma=pt-br>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[12] Disponível em: <ftp://ftp.ibge.gov.br/Precos_Indices_de_Precos_ao_Consumidor/IPCA/Serie_Historica/ipca_SerieHist.zip>. Acessado em 29 de dezembro de 2017

[13] Disponível em: <https://www.bcb.gov.br/Pec/Copom/Port/taxaSelic.asp>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[14] Disponível: <https://www.jornalopcao.com.br/colunas-e-blogs/brasil/o-efeito-lula-disparou-o-dolar-em-2002-agora-dilma-levou-reeleicao-aos-bancos-866/>. Acessado em 29 de dezembro de 2017

[15] Disponível em: <http://www.enfoque.com.br/poster/ibovespa/view_ibovespa_enfoque.aspx>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[16] Idem

[17] Idem

[18] Disponível em: <https://data.worldbank.org/indicator/NY.GDP.MKTP.KD.ZG?end=2006&start=2003>. Acessado em 29 de dezembro de 2017

[19] Disponível em: <http://g1.globo.com/Noticias/Eleicoes/0,,AA1330803-6282-2533,00.html>. Acessado em 29 de dezembro de 2017

[20] Disponível em: <http://bvmf.bmfbovespa.com.br/indices/ResumoVariacaoAnual.aspx?Indice=IBOV&idioma=pt-br>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[21] Disponível em: <http://www.macrotrends.net/1369/crude-oil-price-history-chart>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[22] Disponível em: <https://www.statista.com/statistics/282830/iron-ore-prices-since-2003/>. Acessado em 29 de dezembro de 2017

[23] Disponível em: <https://oglobo.globo.com/economia/lula-crise-tsunami-nos-eua-se-chegar-ao-brasil-sera-marolinha-3827410>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[24] Disponível em: <https://pt.wikipedia.org/wiki/Elei%C3%A7%C3%A3o_presidencial_no_Brasil_em_2010#cite_note-Ray-3>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[25] Disponível em: <http://bvmf.bmfbovespa.com.br/indices/ResumoVariacaoAnual.aspx?Indice=IBOV&idioma=pt-br>. Acessado em 29 de dezembro de 2017.

[26] Disponível em: <https://br.financas.yahoo.com/>. Acessado em 29 de dezembro de 2017

[27] Disponível em: <https://www.nelogica.com.br/produtos/profitchartrt>. Acessado em 29 de dezembro de 2017

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Analista CNPI-P, com formação avançada em derivativos financeiros. Formado em Relações Internacionais (UNISUL), MBA em gestão empresarial pela FGV.