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Incertezas trazem imprevisibilidade para a taxa Selic

agosto 1st, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Incertezas trazem imprevisibilidade para a taxa Selic”

A ata da última reunião do COPOM (Comitê de Política Monetária) não deixou evidente se a taxa básica de juros (Selic) retomará a tendência de queda ou permanecerá estável. Apesar disso, o relatório Focus divulgado no começo de julho informa que a taxa estará em 6,50% ao final de 2018 e 8% no final de 2019. O mesmo relatório informa uma estimativa de 4,15% para o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor) em 2018 e 4,10% para 2019. A evolução do PIB foi estimada em 1,50% – 0,03% a menos em relação ao relatório anterior. Para 2019 permanece a estimativa de 2,50%.

No cenário interno, além da incerteza do cenário eleitoral, há a expectativa das consequências da greve dos caminhoneiros e seu impacto sobre os preços, pressionando a inflação. No entanto, economistas consideram que mesmo com um impacto negativo com um aumento do nível geral de preços, a inflação permanecerá em níveis baixos. A aprovação da LDO de 2019, com inclusão da chamada pauta-bomba, trouxe apreensão. A secretaria-executiva do Ministério da Fazenda anunciou que parte das medidas não será cumprida.

No cenário internacional, a produção industrial na zona do euro registra alta de 2,4% no ano, enquanto nos Estados Unidos crescem as preocupações com a inflação. A inflação do consumidor já atingiu seu nível mais alto desde 2012. Os desdobramentos de uma possível guerra comercial entre EUA e China trazem apreensão aos mercados internacionais, enquanto União Europeia e Japão finalizam um acordo de livre comércio. São aguardadas as divulgações da inflação para o consumidor na zona do euro e das vendas no varejo e da produção industrial nos EUA. Com este cenário, o dólar deve continuar com tendência de alta. A estimativa do relatório Focus é de R$ 3,70.

Com isso, não há uma sinalização clara da tendência da taxa Selic para os próximos meses. Recomendamos que o investidor converse com um assessor da Central do Investidor para ajudar a decidir se mantem o grau de risco na sua carteira de investimentos e quais as melhores opções em renda fixa, especialmente para o longo prazo. As oscilações devem prosseguir ao longo do semestre e a volatilidade, que afetou até mesmo o Tesouro Direto, deve permanecer alta.

Investimento a longo prazo: seu futuro começa agora!

julho 31st, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Investimento a longo prazo: seu futuro começa agora!”

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mais de um terço das pessoas acima de 60 anos e que já estão aposentadas continuam trabalhando. Deste total, 46,9% o faz porque a aposentadoria não é suficiente para pagar as contas. As perspectivas não são animadoras quando consideramos as indefinições da reforma da Previdência ao mesmo tempo em que observamos um aumento da expectativa de vida da população brasileira e a constatação de que a mesma está envelhecendo.

Além da aposentadoria, os investimentos a longo prazo também podem ser voltados para outras estratégias como a educação dos filhos, a mudança para outra cidade/Estado/país, a abertura de um negócio próprio, a aquisição de imóveis ou o gozo de um período sabático. Por isso, alocar recursos para investimentos a longo prazo deve ser encarado como uma necessidade perene e todo investidor deve ter ativos devidamente alocados dentro desta perspectiva. São considerados investimentos de longo prazo todos os que têm prazo superior a cinco anos, porém, deve-se focar em uma janela de tempo mais prolongada, com prazos de 10, 20 anos de aplicação.

Com uma estratégia de longo prazo, o investidor fica menos suscetível às volatilidades do mercado financeiro, reduzindo o impulso emocional causado por perdas e instabilidades momentâneas. Outra vantagem é que um período maior possibilita uma diversificação da carteira, mitigando os riscos e aumentando os lucros. Por fim, uma carteira de longo prazo tende a ter menos incidência de Imposto de Renda e oferecer melhores taxas de retorno.

O investidor pode montar uma carteira diversificada com investimentos em renda fixa e variável, observando sua aversão ao risco, a capacidade de dispor de recursos por um longo prazo, as reservas para emergência e sua capacidade de poupança e disciplina financeira. O mais importante é definir uma estratégia e escolher os melhores investimentos. Faça cotações com diversos bancos e corretoras, não há motivo para aplicar todos os recursos em uma única instituição. Verifique as taxas e tarifas cobradas bem como o histórico de retorno de cada investimento. Procure um assessor da Central do Investidor e receba todo o suporte necessário para montar a melhor estratégia.

FUNDOS DE INVESTIMENTO

Para o investidor, a vantagem de aplicar em um fundo de investimento é a possibilidade de contar com a expertise de um gestor, que irá alocar os recursos dos cotistas nos melhores investimentos disponíveis no mercado. É fundamental analisar os custos de cada fundo, como Imposto de Renda, come-cotas, taxa de administração e de performance.

Você pode optar por fundos de renda fixa, variável ou multimercado. Os fundos de renda fixa alocam recursos em investimentos como CDB, LCI, LCA, Títulos da dívida pública (Tesouro Direto) e Letras de Câmbio. Já os fundos de renda variável fazem a alocação em ações e derivativos, além de títulos lastreados na cotação de ativos como ouro e dólar. Os fundos multimercado fazem uma mescla de investimentos, alocando recursos em ações, Tesouro Direto, CDB, câmbio etc. Neste caso, será necessário definir o seu perfil de investidor (conservador, moderado, agressivo) e com base neste perfil será definido o fundo mais adequado.

LCI, LCA e CDB

A principal diferença entre a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) é que a primeira se destina ao fomento da habitação, enquanto a segunda é voltada para o agronegócio. Ambas são isentas de taxa de administração e Imposto de Renda e, geralmente, são remuneradas como base no CDI. O investimento mínimo exigido costuma ficar entre R$ 10 mil e R$ 20 mil, de acordo com a instituição financeira ofertante. Há opções com juros pré e pós-fixado e o período de carência é superior a 90 dias, com opções de prazos bem maiores. Este investimento tem garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com cobertura de até R$ 250 mil por CPF.

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um título mais conhecido, muito procurado por investidores iniciantes. Tem características semelhantes a LCI e LCA: não tem taxa de administração e tem garantia do FGC. O investimento mínimo exigido costuma ser baixo, em algumas instituições pode-se investir a partir de R$ 200,00. Há incidência de Imposto de Renda seguindo uma tabela regressiva, com alíquota máxima de 22,5% e mínima de 15%, de acordo com o tempo investido. A alíquota incide sobre o rendimento (juros obtidos) e não sobre o montante aplicado.

 

À princípio, pode parecer que a LCI e a LCA são mais vantajosas por não terem incidência de Imposto de Renda. Mas é preciso comparar os custos como as taxas cobradas pelos bancos e corretoras e os rendimentos oferecidos por cada título. Faça o comparativo com diferentes títulos, oferecidos por diferentes instituições.

TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA (TESOURO DIRETO)

Os títulos da dívida pública, emitidos pelo governo, são oferecidos através do programa Tesouro Direto, em parceria com a BM&F. São uma opção muito conhecida em investimento de longo prazo, alguns títulos têm vencimento de 20 anos.

Há opções de títulos pré e pós-fixados, sendo que estes últimos costumam ser atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo), que é o índice utilizado pelo Banco Central para definir as metas de inflação. Os títulos pós-fixados costumam ser muito vantajosos a longo prazo por permitirem um ganho real, acima da inflação.

Embora não tenha garantia do FGC, o aval do governo traz uma segurança para quem opta por este investimento. Assim como o CDB, os títulos do Tesouro Direto têm incidência de Imposto de Renda seguindo a tabela regressiva. Além disso, há uma taxa de custódia de 0,3% sobre o valor investido além de outras taxas que costumam ser cobradas pelas corretoras.

AÇÕES

Muitas pessoas ainda consideram o investimento no mercado acionário como de curto ou médio prazo. No entanto, investir em ações, especialmente as ações preferenciais (PN), pode ser considerado como um investimento de longo prazo quando desconsidera-se as oscilações naturais do mercado, focando-se na performance da empresa em um período de longo prazo.

Se optar por ações de empresas com bom desempenho e saúde financeira reconhecida pelo mercado e que pagam dividendos (ações preferenciais) como, por exemplo, Itaúsa (ITSA4), IRB Brasil (IRBR3) e Ambev (ABEV3), você aloca recursos em ativos de empresas sólidas e ainda recebe periodicamente parte dos resultados positivos das mesmas.

Se tiver dúvidas, como quais as melhores opções de ações ou o quanto de sua carteira de investimentos alocar em ações, procure a Central do Investidor e converse com um de nossos assessores.

OUTRAS OPÇÕES

Além dos investimentos mencionados acima, outros como Letras de Câmbio (LC), Fundos Imobiliários (FI) e Previdência Privada, também podem ser considerados em sua carteira investimentos.

O fato é que investir a longo prazo é uma decisão que não pode ser postergada. Monte uma estratégia com o seu assessor da Central do Investidor, faça um planejamento e tenha foco em um período de longo prazo. Lembre-se que seu futuro e de seus familiares começa agora.

Day trade uma boa opção de operação na Bolsa

julho 18th, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Day trade uma boa opção de operação na Bolsa”

 

Para os investidores mais arrojados, o day trade é uma opção interessante para a obtenção de bons lucros na Bolsa de Valores. As operações day trade são operações de curtíssimo prazo, iniciadas e encerradas no mesmo dia no mercado de ações. O objetivo é lucrar com o movimento diário do mercado. Se, por exemplo, você comprar ações da Vale (VALE3) a R$49,39 às 10h e vendê-las por R$50,44 às 12h, terá obtido mais de 2% de lucro em apenas 2 horas! Os riscos dos chamados gaps de abertura são minimizados e o investidor determina o nível de risco da operação. Também é possível iniciar a operação vendido, ou seja, com uma venda ao invés de uma compra, tendo como objetivo lucrar com a queda do preço da ação.

Para operar no day trade é preciso muito estudo preliminar e a definição de uma estratégia de operação. O investidor deve fixar um alvo e ajustar os critérios de entrada e saída bem como o stop loss, procurando minimizar possíveis perdas na operação. A metodologia deve ser feita com a avaliação de informações financeiras das empresas e a utilização de gráficos de análise técnica incluindo indicadores como candles e bandas de Bollinger. Também é importante conhecer os custos envolvidos na operação day trade, como a taxa de corretagem e o imposto de renda. A operação devidamente planejada pode ser bem lucrativa e é importante que você tenha uma assessoria qualificada como a da Central do Investidor.

Para os investidores mais experientes, acostumados com a análise técnica, uma solução interessante são os robôs de investimento. São softwares que permitem testes e simulações em diferentes cenários, descartando fatores emocionais, e que são parametrizados para encontrar as melhores opções e executar as ordens automaticamente, de maneira rápida e precisa. Os robôs de investimento são oferecidos de forma gratuita ou por meio de uma assinatura e não há a cobrança da taxa de corretagem. Isto torna a operação ainda mais atraente para os traders, os investidores mais experientes e acostumados com operações mais arriscadas como o day trade.

No day trade você aproveita a movimentação diária, a volatilidade do mercado de ações e a possibilidade proporcionada pelas corretoras de operar alavancado. Uma variação de 1% em uma operação day trade pode trazer até 4% de lucro. Além disso, como dissemos anteriormente, você pode optar por operar vendido e não há o mesmo grau de risco proporcionado pelos gaps das variações diárias.

Embora os riscos envolvidos nas operações day trade sejam, até certo ponto, menores do que em outras operações diárias, é preciso um estudo prévio e conhecimento do mercado de renda variável por parte do investidor. Como todo investimento em renda variável, há riscos envolvidos e é preciso estabelecer uma boa estratégia de investimentos e conhecer os detalhes da operação. Para evitar maiores riscos e erros na hora de investir seu dinheiro, procure a Central do Investidor e converse com um assessor de investimentos.

As eleições se aproximando, o horizonte turbulento, como investir seu dinheiro?

junho 15th, 2018 Posted by Blog do Renan 0 comments on “As eleições se aproximando, o horizonte turbulento, como investir seu dinheiro?”

Há alguns anos o Brasil passa por um momento bastante turbulento que têm se refletido também no retorno de nossos investimentos. Vimos a taxa de juros sair de patamares de 15%, chegando a 6,5%, levando os investidores a buscar alternativas de maior risco para alcançar as metas de retorno esperado das carteiras. Num horizonte bastante curto passaremos por mais uma eleição presidencial, governadores, senadores, deputados federal e estadual, onde teremos a chance de mudar o país e transformar o Brasil no país do presente, não mais o país do futuro. Dependendo dos resultados das eleições poderemos ver os mais diversos reflexos no mercado financeiro. Como que podemos nos preparar para estes próximos meses mais “turbulentos”?

O mercado acionário tende a antecipar os movimentos da economia e os sentimentos dos investidores. Ao ver a possibilidade de um governo mais propenso ao populismo, com menos interesse em viabilizar as reformas e mudar os rumos da economia, o mercado irá refletir estas possibilidades, provavelmente com a queda das ações, valorização do dólar perante o real, aumento do risco-país, queda dos investimentos, dentre outras possibilidades.

Neste sentido, ao olhar as perspectivas de crescimento econômico do Brasil, vemos uma queda nas expectativas do mercado, uma redução na confiança, que tem mostrado já seus reflexos no câmbio, que veio de um patamar de R$3,15, para próximo de R$3,60-R$3,70. Em momentos mais conturbados, vale a pena diversificar a carteira de investimentos, utilizando fundos de investimentos multimercados, que não possuem obrigatoriedade mínima de concentração em classes de ativos e podem diversificar as aplicações seja em câmbio, ações, juros, inflação, investimentos no exterior, imóveis, etc.

Com uma taxa de juros alcançando mínimas históricas, a renda fixa brasileira tem se tornado uma alternativa menos interessante. Existe por exemplo os Fundos de Investimentos Imobiliários, que possuem taxas de dividend yield bastante atrativas, além de possuir isenção de IR para investidores pessoa física. Neste momento, manter parte da carteira em FII’s, fundos multimercados, uma pequena parcela em fundos cambiais e um rebalanceamento da carteira de ações, trazendo ações com maior exposição ao dólar e menor potencial de impacto com as intempéries da economia brasileira pode ser uma boa opção para enfrentar os próximos meses sem maiores preocupações. Contudo, é necessário que o investidor e seu assessor de investimentos avaliem as melhores opções de acordo com cada perfil de investimentos, pois de nada adianta montar uma carteira para este período que se aproxima, mas que tenha um perfil diferente daquele do investidor. Nestas horas de maior incerteza, contar com assessoria de um profissional especializado para ajudar a montar uma carteira que mais se adeque com seu perfil, sendo esse acompanhamento para eventuais balanceamentos essencial na busca de uma melhor relação risco x retorno.

Neste cenário com eleições, e incertezas com os próximos governantes, uma carteira mais defensiva, com fundos multimercados, FII’s, fundos cambiais e uma exposição menor em ações pode ser interessante. Alguns títulos do Tesouro Direto já têm mostrados taxas bastante atrativos, com alguns títulos pré-fixados já apresentando taxas superiores a 10%. Contudo, dependendo do resultado das eleições, com uma aversão ao risco do mercado brasileiro, existe a possibilidade de estas taxas dispararem, motivadas pela venda dos títulos e desconfiança em relação aos próximos passos dos governantes.

Vale a pena ter assessoria para investimentos?

fevereiro 15th, 2018 Posted by Blog do Renan 0 comments on “Vale a pena ter assessoria para investimentos?”

Desde que entrei no mercado, em 2007, recebo, com frequencia, questionamentos sobre se vale a pena contar ou não com assessoria de investimentos, se não é muito caro, como podem começar a investir, onde podem buscar informações sobre investimentos e mercado, dentre outras perguntas sobre investimentos.

A resposta pode ser dada através de uma “comparação”. Quando você quer melhorar sua saúde, ou tem alguma dúvida sobre algum contrato, ou precisa de ajuda para sua empresa por exemplo, normalmente se procuram profissionais especializados, como médicos, advogados, consultores, certo? O raciocínio sobre investimentos é o mesmo, pois quando se tem ajuda de um especialista, a probabilidade de ter um resultado positivo é muito maior. Para investimentos a lógica é a mesma. Contar com profissionais especializados aumenta, e muito, a probabilidade de se ter bons retornos em seus investimentos. Além disto, contar com equipes especializadas permite ajudar também a se obter direcionamentos para novos conhecimentos, livros, materiais, noticias, cursos.

Imaginemos a seguinte situação, você está com dúvidas sobre como buscar uma qualidade vida melhor, melhorar alimentação, etc., qual a primeira coisa a ser feita? Buscar um médico, nutricionista, um profissional de educação física, dentre outros profissionais especializados para ajudar a desenhar uma dieta balanceada, um ritmo de exercícios, suplementação, etc., para que ajude, de forma personalizada e individualizada, como ter uma vida mais saudável. Para seus investimentos são a mesma coisa. Buscar um profissional especializado em investimentos, que lhe ajude a montar uma carteira de investimentos adequada ao seu perfil, suas necessidades de recursos em determinados prazos, lhe ajudar a tomar decisões, como por exemplo, comprar um imóvel ou investir em fundos, dentre outras decisões que podem ser estratégicas do ponto de vista de investimentos.

Sugestão, da mesma forma que se busca especialista para sua saúde, sua saúde financeira também merece essa devida atenção, busque pessoas qualificadas para lhe ajudar a ter um sucesso ainda maior na sua vida financeira.

Bem vindo ao mercado financeiro!

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O Assessor de Investimentos

3 grandes mitos sobre a profissão de assessor de investimentos

outubro 13th, 2017 Posted by Central do Investidor 0 comments on “3 grandes mitos sobre a profissão de assessor de investimentos”

Medo de investir fora dos grandes bancos é uma das principais preocupações dos clientes.

Investir o dinheiro é um processo que envolve uma série de escolhas. Os ganhos dependem dos produtos escolhidos que melhor atendem aos objetivos e riscos definidos, e é justamente para auxiliar o investidor a tomar as suas decisões que o assessor de investimento tem se desenvolvido no Brasil como uma figura de relevância.

Esse profissional é importante não apenas por sugerir opções de investimentos em instituições especializadas no assunto com base em análises e um amplo conhecimento do mercado financeiro, mas também (mais…)