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O dólar subiu, como isso impacta a economia brasileira

setembro 18th, 2018 Posted by Blog do Renan 0 comments on “O dólar subiu, como isso impacta a economia brasileira”

O dólar até agora em 2018 foi um dos melhores investimento do ano, tendo saído de patamares abaixo de R$3,20, tendo ultrapassado os R$4,21 em agosto. Hoje, 13 de setembro de 2018, o dólar é negociado em algumas casas de câmbio no patamar de R$4,40, enquanto no mercado futuro – contrato de dólar futuro negociado na B3 -, está sendo negociado na casa de R$4,20. O que causou essa alta do dólar em 2018? Como essa oscilação do dólar impacta a vida das pessoas? Para onde vai o dólar? Como posso proteger meus investimentos e eventuais despesas em dólar?

O Brasil e o mundo passam por um momento de bastante volatilidade no câmbio, com o dólar se valorizando perante outras moedas, e muitas pessoas pensam que isso não as afeta, e que a vida segue normalmente. Na verdade, o impacto dessa valorização do dólar nos mercados globais afeta uma imensidão de atividades econômicas, preços, custos, desde o custo de um frete internacional de insumos, até o preço final do pãozinho que compramos nas padarias de nosso bairro.

Essa dinâmica se dá pelo fato de diversos preços de produtos e serviços serem cotados em dólar no mercado internacional. Por exemplo, commodities, preços de frete, componentes eletrônicos, etc., quando importados ou exportados, são negociados em dólar. Trazendo para nossa realidade, o trigo que é usado para fazer o pão, é negociado em dólar. O petróleo, insumo da gasolina, também é negociado em dólar. A lógica é a seguinte. Se um dólar custava R$3,00, e o petróleo estava US$60/barril, eu precisava de R$180 para comprar um barril de petróleo. Agora, com o dólar sendo negociado a R$4,20, eu preciso R$248 para comprar o mesmo barril de petróleo, e essa variação de preços é repassada para o consumidor final.

No Brasil, exportamos commodities brutas, e importamos os produtos com valor agregado. Exemplo, exportamos petróleo e importamos gasolina. Exportamos minério e importamos aço, dentre outros produtos. Além disto, o fato de o câmbio ficar interessante para exportação, muitas empresas optam por vender seus produtos aos mercados externos em detrimento ao mercado nacional, o que gera menor oferta de produtos e consequente aumento nos preços. Nesse sentido, a oscilação cambial acaba afetando não só na importação, mas também os preços no mercado interno, fazendo com que até o pãozinho seja afetado pela variação do dólar. Com esse aumento de custos, diversas empresas passam a frear investimentos e contratações, pois tem que usar mais recursos para comprar insumos para sua produção, o que implica em uma desaceleração da economia e eventual aumento do desemprego. Outro fator importante é que diversas empresas brasileiras fizeram captações de recursos no exterior com cotação do dólar mais baixa, o que pode fazer com que sua capacidade de pagamento seja afetada, comprimindo seus lucros, capacidade de investimentos, reduzindo margens de lucro e gerando também uma redução nas contratações e novos investimentos na sua expansão.

Como causas para essa alta do dólar em 2018, eis alguns pontos que justificam. O aumento da taxa de juros nos EUA, que faz com que o retorno dos investimentos sejam maiores com um risco extremamente baixo, levando investidores a migrarem investimentos para ativos mais seguros. O provável fim dos ciclos de estímulos monetários na Europa e no Japão, que reduzem a oferta de moeda na economia e aumentam os custos de capital. O aumento das tensões comerciais entre EUA e China, e numa esfera local, a proximidade com as eleições e as incertezas políticas e futuro da economia brasileira, gerando uma aversão ao risco considerável, onde investidores buscam ativos mais seguros, e ativos líquidos, como moedas, ouro, títulos públicos americanos, ações de economias desenvolvidas, etc. Tudo isto fez com que o dólar saísse da casa dos R$3,20 em janeiro de 2018 para os atuais R$4,20 de setembro.

Nas últimas semanas muitos analistas passaram a rever suas projeções, com alguns bancos internacionais apostando que o dólar poderia alcançar o patamar de R$5,50 após as eleições, numa eventual vitória de um presidente contrário às reformas[1] necessárias à retomada do crescimento brasileiro. Como forma de proteção, tem-se visto um volume de aplicações em fundos cambiais vinculados ao dólar e/ou ao euro, compra de ativos internacionais, fundos multimercados que podem investir no exterior, e compra direta de dólar futuro.

Uma coisa é certa, os próximos meses prometem bastante volatilidade, principalmente no câmbio. A melhor opção é conversar com seu assessor financeiro para ver como proteger sua carteira e obter ganhos nessa volatilidade que o mercado parece impor nos próximos meses.

[1] Disponível em: <https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2018/07/bank-of-america-projeta-dolar-em-r-550-depois-das-eleicoes.shtml>. Acessado em 13 de setembro de 2018

Day trade uma boa opção de operação na Bolsa

julho 18th, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Day trade uma boa opção de operação na Bolsa”

 

Para os investidores mais arrojados, o day trade é uma opção interessante para a obtenção de bons lucros na Bolsa de Valores. As operações day trade são operações de curtíssimo prazo, iniciadas e encerradas no mesmo dia no mercado de ações. O objetivo é lucrar com o movimento diário do mercado. Se, por exemplo, você comprar ações da Vale (VALE3) a R$49,39 às 10h e vendê-las por R$50,44 às 12h, terá obtido mais de 2% de lucro em apenas 2 horas! Os riscos dos chamados gaps de abertura são minimizados e o investidor determina o nível de risco da operação. Também é possível iniciar a operação vendido, ou seja, com uma venda ao invés de uma compra, tendo como objetivo lucrar com a queda do preço da ação.

Para operar no day trade é preciso muito estudo preliminar e a definição de uma estratégia de operação. O investidor deve fixar um alvo e ajustar os critérios de entrada e saída bem como o stop loss, procurando minimizar possíveis perdas na operação. A metodologia deve ser feita com a avaliação de informações financeiras das empresas e a utilização de gráficos de análise técnica incluindo indicadores como candles e bandas de Bollinger. Também é importante conhecer os custos envolvidos na operação day trade, como a taxa de corretagem e o imposto de renda. A operação devidamente planejada pode ser bem lucrativa e é importante que você tenha uma assessoria qualificada como a da Central do Investidor.

Para os investidores mais experientes, acostumados com a análise técnica, uma solução interessante são os robôs de investimento. São softwares que permitem testes e simulações em diferentes cenários, descartando fatores emocionais, e que são parametrizados para encontrar as melhores opções e executar as ordens automaticamente, de maneira rápida e precisa. Os robôs de investimento são oferecidos de forma gratuita ou por meio de uma assinatura e não há a cobrança da taxa de corretagem. Isto torna a operação ainda mais atraente para os traders, os investidores mais experientes e acostumados com operações mais arriscadas como o day trade.

No day trade você aproveita a movimentação diária, a volatilidade do mercado de ações e a possibilidade proporcionada pelas corretoras de operar alavancado. Uma variação de 1% em uma operação day trade pode trazer até 4% de lucro. Além disso, como dissemos anteriormente, você pode optar por operar vendido e não há o mesmo grau de risco proporcionado pelos gaps das variações diárias.

Embora os riscos envolvidos nas operações day trade sejam, até certo ponto, menores do que em outras operações diárias, é preciso um estudo prévio e conhecimento do mercado de renda variável por parte do investidor. Como todo investimento em renda variável, há riscos envolvidos e é preciso estabelecer uma boa estratégia de investimentos e conhecer os detalhes da operação. Para evitar maiores riscos e erros na hora de investir seu dinheiro, procure a Central do Investidor e converse com um assessor de investimentos.

Dólar, eleições e oportunidades na Bolsa

julho 11th, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Dólar, eleições e oportunidades na Bolsa”

09Desde o começo deste ano, a incerteza do cenário eleitoral e a disparada do dólar vêm impactando fortemente o mercado financeiro e causando apreensão nos investidores. Outro agravante é a lenta recuperação da economia brasileira, afetando diretamente o desempenho das empresas e, consequentemente, o mercado de ações. Para agravar a situação os nomes de grandes empresas como Petrobras e JBS permanecem no noticiário, atrelados à turbulência política que vêm assolando o país nos últimos anos. Terminado o primeiro semestre, há fortes indicadores de que este cenário pode permanecer até o final deste ano.

No cenário externo, dois fatores contribuem para esta perspectiva. O primeiro são os números da economia americana, que mostram um mercado interno extremamente aquecido com indicadores de consumo em alta. Diante disso, espera-se uma política monetária de aumento dos juros do país para evitar uma espiral inflacionária o que, por sua vez, exerce uma forte pressão sobre as moedas de países emergentes como o Brasil. O resultado é o que temos visto por aqui: dólar próximo de R$4,00, sem expectativa de redução deste patamar.

A segunda ameaça é a de uma guerra comercial que pode envolver EUA, China e União Europeia. É bem verdade que até o momento tudo não passou de retórica, mas o problema reside no fato de que o governo dos EUA mostra uma certa imprevisibilidade no plano de ações, trazendo incertezas de onde se esperava decisões e causando estremecimento até mesmo nas relações com seus vizinhos do NAFTA. Uma possível guerra comercial, envolvendo barreiras protecionistas, fechamento de mercados, políticas de sobretaxa e retaliações comerciais, traz a perspectiva de um cenário imprevisível e assustador, revivendo as tensões da crise mundial de 2008. Ainda temos o Brexit – a saída do Reino Unido da União Europeia – que deve se concretizar até o primeiro trimestre de 2019 e que trará mais incertezas ao final do ano.

No cenário interno, a indefinição do cenário eleitoral exerce forte pressão sobre o mercado. A incerteza reside no fato de que não há qualquer prognóstico indicando que, encerrada a apuração no dia 28 de outubro, emergirá das urnas um candidato comprometido com as diversas e importantes reformas que o país necessita ou alguém com um projeto de viés estatal e intervencionista. A recuperação da economia prossegue, mas em ritmo lento e a alta do desemprego persiste sem sinais de melhora.

Todo este conjunto afeta diretamente o mercado acionário. Neste sobe e desce diário do preço das ações, é importante contar com um assessor de investimentos para te ajudar a tomar as melhores decisões. As já citadas Petrobras (PETR4) e JBS (JBSS3), apesar de sofrerem influência negativa do cenário político, não podem ser totalmente descartadas como um bom investimento. A primeira segue firme em seu projeto de recuperação enquanto a segunda tem boa parte de sua receita dolarizada. Empresas com receita dolarizada e operações relevantes no mercado exterior podem ser uma boa opção. Se por um lado podem sofrer com um aumento de sua dívida por conta da alta da moeda americana, por outro podem se beneficiar com um aumento das receitas. Pode ser o caso de empresas como Embraer (EMBR3), Tupy (TUPY3) e Fibria (FIBR3).

É possível lucrar mesmo em um cenário de incertezas e apreensões. Conte com a Central do Investidor para proteger e aumentar seu patrimônio, escolhendo as melhores opções no mercado financeiro. Converse com um assessor de investimento e verifique quais ações mais indicadas, das empresas com perspectiva de resiliência para este semestre que promete fortes emoções.

Quem ganha e quem perde na Bolsa com o dólar em disparada

maio 24th, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Quem ganha e quem perde na Bolsa com o dólar em disparada”

Após um período de relativa estabilidade, a moeda americana voltou a surpreender e afetou todo o mercado financeiro. O mercado acionário não poderia ficar de fora e sentiu o efeito da forte variação das últimas semanas.

Para quem investe na Bolsa o momento é de alerta, mas, ao mesmo tempo, também de oportunidades. É preciso ficar atento a movimentação do mercado porque sempre há quem ganha e quem perde, especialmente com o dólar em disparada.

A disparada do dólar deixa investidores apreensivos, mas pode trazer boas oportunidades

Lei da Oferta e Procura

Quanto mais procurado um bem ou serviço, maior o seu preço e essa regrinha básica da Economia conhecida como Lei da Oferta e Procura aplica-se perfeitamente ao preço do dólar.

Quando investidores estrangeiros decidem investir no Brasil trocam seus dólares por reais, aumentando a procura pela moeda local e valorizando a mesma em detrimento da moeda norte-americana.

Se, ao contrário, decidem procurar outros locais para investir, trocam reais por dólares trazendo como consequência uma desvalorização da moeda brasileira e um aumento do preço da moeda dos EUA.

Variáveis como taxa de juros, crescimento, recessão, instabilidade e crises setoriais podem interferir no sobe-desce da moeda sendo que estas variáveis podem ser tanto da economia do Brasil quanto dos EUA, China, Europa, Japão ou outros países. Em tempos de economia globalizada, os investidores direcionam recursos considerando a perspectiva de ganhos x riscos.

O dólar dos Estados Unidos é a moeda com maior fluidez no mundo, ou seja, é a moeda com maior aceitação nas negociações internacionais, com maior facilidade de troca (por outras moedas) e que é utilizada para precificar commodities (produtos in natura como petróleo, minérios, madeira, carvão e produtos agrícola como soja, trigo, açúcar e café.)

Com a tecnologia que permite que as transações financeiras internacionais sejam realizadas quase instantaneamente, basta uma perspectiva de alterações significativas em cenários futuros para que tenhamos uma disparada do dólar como a que estamos observando nas últimas semanas.

Para compreendermos a recente dispara do dólar, precisamos analisar variáveis tanto no campo interno quanto no campo externo da economia.

No campo interno, as indefinições do cenário eleitoral (faltam cinco meses para as eleições gerais), a permanência de altas taxas de desemprego, inadimplência e endividamento das famílias trazem um cenário de incertezas e, por consequência, instabilidade.

Já no campo externo temos a economia dos EUA em situação oposta: com o consumo em alta e desemprego estável, há a expectativa de que o Fed (Federal Reserve, o Banco Central americano) aumente a taxa de juros básica do país – atualmente entre 1,5% e 1,75% – para segurar a inflação, que tem como meta 2% para o ano de 2018.

Como a economia norte-americana é maior e mais estável que a do Brasil, a perspectiva de um aumento da taxa de juros nos EUA faz com que investidores optem por vender reais e comprar dólar, exercendo assim uma pressão na cotação da moeda e fazendo com que a mesma tenha uma rápida valorização frente ao real.

Apesar de ter uma taxa de juros maior que a dos EUA, o Brasil é considerado um mercado emergente e, portanto, de alto risco. Some-se a isso as perspectivas de crescimento econômico na Europa e de aumento das taxas de juros no Japão e na China.

Por fim, temos as crescentes tensões entre Estados Unidos e Irã que trouxeram temores de alteração na produção de petróleo. Isso fez com que o preço desta commodity aumentasse e, por consequência, trouxe perspectiva de pressão inflacionária, que é mais um fato motivador para uma perspectiva de aumento da taxa de juros dos EUA.

Instabilidade e incertezas aqui somados com instabilidade e incertezas internacionais resultaram na disparada do dólar que assustou muita gente, principalmente investidores. No entanto, no mercado financeiro, em períodos de instabilidade sempre há quem ganha e quem perde na Bolsa com o dólar em disparada ou em outros investimentos de risco.

Enquanto isso, na Bolsa…

O mercado de ações é um investimento de risco, por isso buscar um assessor de investimentos é fundamental, já que ele administra o risco. Este “risco”, se deve a alta volatilidade da Bolsa de Valores, ou seja, há uma série de fatores que afetam o preço das ações das diversas empresas que compõem o índice Ibovespa e entre estes fatores está a cotação do dólar.

Quando investidores trocam dólares por reais para investir na Bovespa, fazem com que o preço da moeda americana caia e aumente o volume de investimento na Bolsa aumentando assim o índice Ibovespa.

Mas o contrário também pode acontecer, ou seja, investidores trocando reais por dólares, aumentando o preço desta moeda, reduzindo o Ibovespa e desvalorizando as ações.

Esta condição não é diretamente proporcional porque nem todo dinheiro investido no Brasil irá para o mercado acionário. Os investidores podem optar por fundos de renda fixa, títulos da dívida pública ou aquisições de empresas.

Como o Ibovespa é um índice que calcula o desempenho médio de um conjunto de ações negociadas diariamente na Bolsa, a valorização ou desvalorização de ações de um determinado setor da economia pode influenciar diretamente no resultado do índice.

Um exemplo são empresas privadas de ensino que tiveram grande valorização até o ano de 2017 por conta do aumento constante do número de aluno incentivados pelo FIES (o programa de financiamento estudantil do governo federal).

A disparada do dólar trará ganhos e perdas para os investidores. Do lado de quem ganha, estão os investidores em empresas de commodities. Como são exportadoras e se beneficiam com o dólar em alta, empresas como Petrobras, Vale e Suzano Papel e Celulose trazem ganhos significativos.

Do lado de que perde, estão as empresas de consumo, bancos e os shoppings, diretamente ligados ao varejo, e as que dependem de material importado como companhias aéreas. Os papéis de empresas como Azul, TAM e Magazine Luiza devem ser acompanhados com lupa.

Quem quer investir em ativos de risco como o dólar (ou outras moedas estrangeiras) ou na Bolsa deve ter sangue frio e se municiar de informações, monitorando o mercado ao longo do dia. Para projetar quem ganha e quem perde na Bolsa com o dólar em disparada ou em outras situações que afetem o mercado, o investidor deve ter informações relevantes e de fontes confiáveis para ficar do lado de quem ganha e proteger seu patrimônio.

As ações que ganharam da inflação consecutivamente nos três últimos anos

janeiro 11th, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “As ações que ganharam da inflação consecutivamente nos três últimos anos”

Na tabela abaixo listamos as ações com volume financeiro médio diário em 2017 superiores a R$ 1 milhão que ganham do IPCA nos últimos três anos consecutivamente.

16 ações registram ganho de poder aquisitivo nos anos de 2015 a 2017 consecutivamente. A ação da Vulcabras ON (VULC3) é a ação com maior ganho nos três anos com 521,36% acima do IPCA.

O setor de energia elétrica tem três ações na lista.

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→ O Ibovespa e as Eleições: comportamento do índice desde o Plano Real.

→ 12 vantagens dos Fundos Imobiliários em relação ao imóvel físico. Carteira de FII.

O Ibovespa e as Eleições: comportamento do índice desde o Plano Real.

janeiro 2nd, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “O Ibovespa e as Eleições: comportamento do índice desde o Plano Real.”

Historicamente as eleições presidenciais no Brasil sempre foram períodos mais voláteis. A democracia no Brasil é algo bastante novo, de 1989, e mesmo nesse período, já vivemos dois impeachments, governantes de orientações distintas, booms econômicos motivados por superciclos de crescimento globais, crises, resquícios de hiperinflação, trocas de moedas, topos históricos e diversas oportunidades de investimentos para investidores que têm paciência e estômago para suportar tantos altos e baixos no mercado.

Em 2018 passaremos por mais uma eleição presidencial (mais…)