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RESULTADO VALID (VLID3) 3T19 – Recuperando terreno com o melhor Ebitda da história da Cia!

novembro 7th, 2019 Posted by Blog do Eliseu 0 comments on “RESULTADO VALID (VLID3) 3T19 – Recuperando terreno com o melhor Ebitda da história da Cia!”

A Valid liberou seu resultado recentemente. A Receita Líquida no trimestre, apresentou um crescimento de 18,8% na comparação com o 3T18 (R$ 569,0 milhões vs. R$ 478,9 milhões). No acumulado do ano, o crescimento foi de 13,4%, na comparação com o mesmo período em 2018. No 3T19, o incremento de Receita Líquida é devido principalmente à Receita da operação de Meios de Pagamentos no Brasil e no exterior, que juntas apresentaram crescimento de 51,9%. As operações no exterior apresentaram crescimento de 8,8% no 3T19 vs. 3T18 (US$ 66,5 milhões vs. US$ 61,1 milhões). No acumulado do ano, apresentou-se um crescimento de 10,4% (US$ 182,8 milhões contra US$ 165,6 milhões).

Já o EBITDA de R$ 97,6 milhões no 3T19,teve um crescimento de 20,3% contra o 3T18, sendo explicado pelos resultados de Meios de Pagamentos no Brasil e nos Estados Unidos e também na divisão de Mobile. No acumulado do ano o EBITDA totalizou R$ 228,4 milhões, 1,2% abaixo do mesmo período em 2018. Excluindo os efeitos devido a adequação à Norma IFRS16, o EBITDA do trimestre e ano teriam totalizado respectivamente R$ 91,0 milhões e R$ 211,0 milhões, respectivamente.

Fonte: Release VALID 3T19

 

Quanto ao lucro Líquido no 3T19, foi de R$ 31,7 milhões contra R$ 23,8 milhões no 3T18, um crescimento de 33,2%. No acumulado do ano, o Lucro Líquido atingiu R$ 51,7 milhões vs. R$ 57,0 milhões nos 9M18. Excluindo o ajuste para adequação à norma IFRS16, o Lucro Líquido foi de R$ 36,9 milhões no 3T19 e R$ 55,0 milhões no acumulado do ano.

 

Comentários

Após um primeiro semestre bastante desafiador, no 3T19 o EBITDA foi de R$ 97,6 milhões, o maior EBITDA da história da Companhia, com margem de 17,2%, 2.5 p.p acima da margem apresentada nos primeiros seis meses de 2019.

A Receita Líquida apresentou um crescimento de 18,8% na comparação entre os períodos, como reflexo do melhor desempenho das divisões de Meios de Pagamentos tanto no Brasil quanto no exterior. Já na divisão de Identificação no Brasil, foram emitidos mais de 2,0 milhões de documentosno 3T19 depois da queda acentuada no 2T19, principalmente no mês de junho, com a redução de 6% do volume de emissão de documento contra o 2T18. Quanto aos Meios de Pagamento, a queda nas vendas e aumento de custos relativos ao forte impacto das chuvas no final de março que afetaram o mês de abril já foram regularizados, e os resultados da divisão no 3T19 é um claro reflexo da diminuição dos custos aliado também a: (i) Um incremento de volume no Brasil de 9,5% na comparação com o 3T18; (ii) Entrega de 65% das provas do INEP (R$ 76 milhões) e (iii) Melhor mix de vendas nas regiões que atuamos totalizando um crescimento de Receita Líquida de 51,9%.

 

A Receita Líquida total da Companhia atingiu R$ 569,0 milhões no terceiro trimestre de 2019, um crescimento de 18,8% na comparação com 2018, devido ao crescimento de Receita na divisão de Meios de Pagamentos e 8,8% de incremento de receita devido às operações no exterior, que totalizaram US$ 66,5 milhões vs. US$ 61,1 milhões. No acumulado do ano a Receita Líquida da Companhia atingiu R$ 1.459 milhões vs. R$ 1.287 milhões no mesmo período em 2018, um crescimento de 13,4%. Lucro Líquido Contábil foi de R$ 31,7 milhões contra R$ 23,8 milhões no 3T18, um crescimento de 33,2%. Excluindo os efeitos da Norma IFRS 16, totalizou-se um Lucro Líquido Ajustado de R$ 36,9 milhões, 55% acima do 3T18. No acumulado do ano, ele atingiu R$ 51,7 milhões vs. R$ 57,0 milhões nos 9M18 e, excluindo os efeitos da Norma IFRS 16, atingiram um lucro de R$ 55,0 milhões, 3,5% abaixo na comparação entre os períodos. Abaixo, o Resultado Financeiro do 3T19:

Fonte: Release VALID 3T19

 

O 3T19 apresentou uma melhora significativa de margem contra os primeiros seis meses do ano, 2,5 p.p. acima, totalizando 17,2% vs. 14,7%, com incremento de margem em todas as linhas de negócio com exceção a divisão de Mobile que, conforme esperado para o segundo semestre do ano, apresenta um pior mix de vendas para regiões menos rentáveis.

Fonte: Apresentação VALID 3T19

No ano de 2019, houve uma geração de caixa operacional positiva no montante de R$ 155 milhões contra R$ 145,9 milhões nos 9M18.

Fonte: Release VALID 3T19

A companhia manteve o compromisso de distribuir pelo menos 50% do Lucro Líquido ajustado sem que isto comprometa a política de crescimento também através de aquisições e desenvolvimento de novos negócios.

 

TELECONFERÊNCIA DA VALID

Sobre privatizações que devem acontecer e que estão na mesma área da Valid, ocorreram mais de 120 emendas nos últimos projetos, algo deve sair em novembro de 2019 e a Valid está atenta a aquisições possíveis, pois vêem muita sinergia.

Sobre as carteiras de motoristas, as mesmas não terão mais renovação por 10 anos e sim de acordo com a idade, segundo a Empresa.

Opinião do Eliseu:  

Empresa começa a demonstrar evolução e acredito que é um dos ativos a ficarmos de olho. Não tenho o ativo, porém chama atenção a forte evolução mais a possibilidade de aquisições estratégicas via privatização, venda de empresas estatais na área que a Valid está inserida. O management já mencionou que está de olho nessas aquisições na Teleconferência. Ativo negocia a 13x lucros, abaixo da média histórica, tem possibilidade de crescimento e vem focando no meio digital. Lembro que isso não é uma indicação de compra ou venda, apenas comentários sobre o ativo.

 

Um grande abraço!

Eliseu

FONTE: https://bugg.com.br/2019/11/07/resultado-valid-vlid3-3t19-apenas-o-melhor-ebitda-da-historia/

RESULTADO PETRORIO (PRIO3) 3T19: Dívida controlada, gerando caixa em um setor que não é modinha

novembro 7th, 2019 Posted by Blog do Eliseu 0 comments on “RESULTADO PETRORIO (PRIO3) 3T19: Dívida controlada, gerando caixa em um setor que não é modinha”

A Petrorio liberou seus resultados recentemente. Mesmo com a queda do Brent médio, a empresa conseguiu lucrar mais, lembrando que no último trimestre de 2019, aparecerá os outros 18% da aquisição de Frade. Esse é um ativo que tenho carinho especial, eis que comecei a comprar as ações de Petrorio nos R$2,30 a valor de hoje. Sim, eu sei que não é bom mencionar a palavra carinho, um sentimento por ações, eis que se estamos possuindo prazer ao investir, não estamos investindo, pois investir não deveria ser um jogo, uma aposta… Logo não deveríamos ter sentimentos pelas ações que compramos. Mesmo assim, é um investimento que me deu ótimos lucros (mais de 635% desde as primeiras compras até hoje) e que há a possibilidade de chegar a um valor maior.

Nesse trimestre, a receita teve um aumento de 78% vs o 3T18. Ocorreu uma queda no lifting cost para US$ 22,9/bbl, contra S$ 26,6/bbl do trimestre passado.

O lifting cost total da Companhia apresentou redução de 14% ano contra ano e de 4% frente ao 2T19, como pode ser notado no gráfico acima. Foi verificado no trimestre uma sinergia entre as operações de Frade e Polvo e também a redução de custos operacionais favorecendo as operações.

Já o queridinho EBITDA (que grande parte do mercado olha como geração de caixa, mas que acredito que é preciso ir mais a fundo para verificar a efetiva geração de caixa de uma empresa) ajustado (ex-IFRS 16) de R$ 215,9 MM, possuindo a maior margem já reconhecida para um trimestre, na ordem de 54%. Foi também o maior EBITDA ajustado por barril da história da PetroRio,na ordem de US$ 31,5/bbl.

Um dos pontos que gosto de observar, mesmo com a menor taxa de juros de nossa história e os efeitos mais positivos da alavancagem nesse tipo de cenário, é a dívida líquida e nesse trimestre, ocorreu uma queda acelerada na dívida líquida para 1,2x Dívida Líquida/Ebitda, o que permite alavancagem para aquisições que aparentemente estariam em negociação, inclusive há possibilidade de aquisição do restante de Frade, pertencente à Petrobrás.

Nesses últimos 12 meses, a empresa vem visando crescer, tomou dívidas em janeiro de 2019 no valor de US$ 224 milhões com a Chevron como parte do financiamento da aquisição de Frade, possuindo prazo de dois anos e custo de Libor (Taxa referência para grandes financiamentos de curto prazo usada pelo mercado interbancário internacional) + 3% a.a., o que é vantajoso sendo que a parte mais relevante é que essa dívida será paga com parte do fluxo de caixa do próprio ativo. Outra dívida tomada recentemente foi na ordem de US$ 48 milhões.

Como resultado da maior geração de caixa livre e o maior nível de EBITDA com a incorporação da participação de 51,74% de Frade, a companhia conseguiu reduziu o índice de alavancagem. A Companhia estima chegar ao final dos primeiros 12 meses após a incorporação da participação em Frade (que se encerrarão no 1T20), com este indicador abaixo de 1,0x.

Sobre o lucro líquido, ele foi impactado por um efeito não-caixa da variação cambial sobre os passivos em dólar, onde na prática, não trouxe nenhum efeito à Companhia, uma vez que as receitas são predominantemente dolarizadas.

Sobre o principal deste trimestre, Frade teve produção 15,4% superior ao mesmo período do ano anterior e 18% maior do que o estimado para o trimestre se considerado o declínio natural do Campo no momento da incorporação do ativo. Tudo isso ocorreu pela eficiência operacional da Petrorio, através de estimulações e medidas tomadas para aumentar a produção.

Como resultado da maior geração de caixa livre e o maior nível de EBITDA com a incorporação da participação de 51,74% de Frade, a Companhia reduziu o índice de Net Debt/ EBITDA de 3,3x no 1T19 para 1,2x, considerando  3T18 o EBITDA ajustado ex-IFRS 16. A Companhia estima chegar ao final dos primeiros 12 meses após a incorporação da participação em Frade (que se encerrarão no 1T20), com este indicador abaixo de 1,0x.

Futuro

A Companhia pretende continuar na eficiência operacional, revitalizando os poços até o final do ano, com duração de até dois meses, e que o investimento inicial para a perfuração da primeira etapa será de aproximadamente US$ 20 milhões.  Ela estima ainda, que as perfurações desta etapa poderão adicionar entre 3 e 6 milhões de barris de óleo às reservas da Companhia, a serem confirmadas no relatório de certificação de reservas. Concluída a primeira etapa, os dados coletados serão utilizados para a decisão dos investimentos da segunda etapa, que poderão incluir os prospectos Arpoador e Piratininga. Os investimentos previstos para toda a Fase 3 em Polvo poderão chegar a U$ 60 milhões, a depender do sucesso e completação de todos os quatro poços prospectados.

 

Posição em Títulos e Valores Mobiliários

Uma das questões que me preocupava ano passado era o investimento em ações da Oi, porém, a companhia acabou realizando a venda quase total. Ficaram ainda R$ 4.997 milhões, o que não é nada perto do valor anterior. Fui atrás das notas explicativas e os investimentos atuais demonstram que a Empresa está realizando investimentos de maneira mais conservadora, como mostrado abaixo:

Minha opinião: O ativo negocia a 3,4x Ebitda, gerando caixa, realizando aquisições como Manati que deu uma TIR de mais de 66%, aquisições essas que se pagam em pouco tempo. PRIO também vem ganhando expertise, está inserida em um nicho de campos maduros, o que não é a principal atração para outras empresas do setor. Há ainda uma experiência em aumentar o prazo de exploração dos campos, o que traz um diferencial para a empresa. Para 2020, acredito no preço de R$ 28,48. Saliento que isso não é uma indicação de compra, mas sim apenas comentário do que tenho e estou fazendo.

 

Um grande abraço!

Eliseu

FONTE: https://bugg.com.br/2019/11/07/petrorio-divida-controlada-gerando-caixa-em-um-setor-que-nao-e-modinha/

Grandes Investidores: Robert Schiller, um Prêmio Nobel focando nas finanças comportamentais

novembro 3rd, 2019 Posted by Blog do Eliseu 0 comments on “Grandes Investidores: Robert Schiller, um Prêmio Nobel focando nas finanças comportamentais”

Aqui quem vos escreve aqui é o Eliseu. Desde o início da minha jornada no mundo de investimentos procurei ler, estudar e buscar mais e mais conhecimento. Hoje, passados 15 anos, sigo aprendendo, mas posso garantir para vocês que o que mais me ajudou nessa caminhada, foi estudar o que os grandes mestres, os grandes nomes, grandes gestores de mercado fizeram e ensinaram. Por isso resolvi compartilhar com vocês aqui no Bugg, o que aprendi, através dessa série “Grandes Investidores”. Espero que os ajude, assim como esses ensinamentos têm me ajudado a ser um investidor melhor.

Robert Schiller – Biografia

Robert James Shiller, nasceu no dia 29 de março de 1946, em Detroit, Michigan, nos Estados Unidos. Ele já ganhou um Prêmio Nobel em 2013, sendo um professor acadêmico e autor com grande sucesso. Está entre as 100 economistas mais influentes do mundo.

Robert Shiller tem descendência Lituana, é casado e tem dois filhos. Sua família veio da Lituânia entre 1906-1910 Estudou Administração, em 1967 e recebeu um mestrado na Massachussets Institute of Technology (MIT), em1968 e um Phd pela mesma Universidade em 1972, com trabalho denominado Expectativas Racionais e a Estrutura da Taxa de Juros, sob supervisão de Franco Modigliani.

Carreira de investimentos 

Robert Shiller começou a ministrar aulas em Yale em 1982, focando seus trabalhos na área de finanças comportamentais, também publicando alguns artigos sobre a eficiência de mercado. Ele defende que em um mercado racional, investidores irão basear os preços das ações no recebimento futuro de dividendos, descontado a uma taxa de valor presente. Ele avaliou a performance do mercado de ações americano e levou em conta, expectativas futuras de pagamento de dividendos, assim como taxas de desconto que poderiam justificar a grande variabilidade do mercado de ações. Schiller concluiu que a volatilidade do mercado de ações era maior que qualquer explicação racional visão do futuro, justificando como a perspectiva de dividendos como a explicação mais plausível.

O campo de finanças comportamentais ganhou credibilidade sobretudo após o crash no mercado de ações de 1987. O trabalho de Shiller incluiu perguntas para investidores e traders sobre a razão para eles realizarem trades e os resultados confirmaram o que Shiller defendia que a maioria das decisões eram realizadas pela emoção em vez da razão.

CAPE de Schiller: verificando se o mercado está caro ou barato

Cada vez mais as finanças comportamentais é uma matéria importante para entendermos melhor o mercado de capitais que no curto prazo é chamado de “maníaco-depressivo” por muitos. Acontece que, por ser operado por humanos e humanos possuírem emoções, é importante o entendimento de como essas emoções e sentimentos como medo e ganância influenciam os investimentos.

Focando em finanças comportamentais Robert Schiller adaptou um dos mais utilizados múltiplos, o indicador Preço-Lucro, realizando uma média de 10 anos e ajustando-o à inflação. O modelo de CAPE Shiller é usado principalmente para verificar se o mercado de ações está super valorizado ou sub-valorizado, corrigindo a inflação.

Esse indicador é ajustado dividindo o preço atual de uma ação pela média de lucro dos últimos 10 anos, ajustado pela inflação.

Essa é uma maneira inteligente de suavizar o impacto dos ciclos dos negócios e outros eventos que aconteceram no passado.

Usando dados das ações americanas Shiller e Campbell estudaram as médias do CAPE durante os anos de 1881 até os últimos anos, encontrando uma média geral de 15,21 ou o equivalente a 6,6 por cento a cada ano. Atualmente, o CAPE é de cerca de 30x ou um dos mais altos níveis históricos. Shiller vem alertando sobre possível bolha e de quão tão alto estão os mercados há 2-3 anos. Acontece, que é praticamente impossível sabermos exatamente quando ocorrerá uma nova crise, apenas sabemos que crises ocorrem e devem ocorrer, sendo algo sadio para o mercado e propiciando a compra de mais ativos por valores mais baixos.

Como confirmação da eficácia do indicador, no ano 2000, auge da “bolha ponto.com”, o indicador atingiu o seu máximo em 44, em dezembro de 1999 e o menor patamar em 4,80 na data de dezembro de 1920.

CAPE Shiller atual, mostrando que a bolsa americana está negociando em patamares elevados

 

Pontos fracos do modelo de CAPE  Schiller

– contabilidade é diferente de hoje para dez anos atrás;

– Preço-earnings hoje é mais alto devido ao fato de que nos últimos anos, há uma tendência de queda nos juros. Existem diferentes mercados, diferentes condições, diferentes situações regulatórias em diferentes países. Um dos exemplos de mudança drástica é o setor de varejo, que

mudou muito..apenas em cinco anos!

– uma das principais regrass de economia é a função de oferta e demanda. A demanda por ações cresceu muito nos últimos anos de maneira drástica! Existe muito mais dinheiro parado esperando por um bom investimento e ações estão entre os melhores investimentos em termos de retorno x risco. Mesmo assim, com uma alta demanda existem uma menor quantidade de ações nos EUA.

 

Principais pensamentos de Robert Schiller

– Em qualquer momento que você tiver que mudar, isso custará algo. Alguém irá perder.

– O futuro sempre tem alguma surpresa reservada para nós e a melhor maneira de se precaver é diversificar seus investimentos.

– Finanças não é algo apenas sobre fazer dinheiro. É sobre atingir nossos objetivos mais profundos e proteger os frutos do nosso trabalho. É sobre atingir uma sociedade melhor como consequência também.

– Nos julgamos economia pelo que isso pode produzir, porém economia é mais próxima à engenharia do que a física: ela é mais prática que espiritual.

 

Um grande abraço,

Eliseu

FONTE: https://bugg.com.br/2019/11/03/grandes-investidores-robert-schiller-um-premio-nobel-focando-nas-financas-comportamentais/

Grandes Investidores: Paul Tudor Jones, o trader que fez 56,7% na Black Monday em 87

setembro 13th, 2019 Posted by Blog do Eliseu 0 comments on “Grandes Investidores: Paul Tudor Jones, o trader que fez 56,7% na Black Monday em 87”

Quem vos escreve aqui é o Eliseu. Desde o início da minha jornada no mundo de investimentos procurei ler, estudar e buscar mais e mais conhecimento. Hoje, passados 15 anos, sigo aprendendo, mas posso garantir para vocês que o que mais me ajudou nessa caminhada, foi estudar o que os grandes mestres, os grandes nomes, grandes gestores de mercado fizeram e ensinaram. Por isso resolvi compartilhar com vocês aqui no Bugg, o que aprendi, através dessa série “Grandes Investidores”. Espero que os ajude, assim como esses ensinamentos têm me ajudado a ser um investidor melhor.

Paul Tudor Jones – Biografia

Paul Tudor Jones II, nasceu em 28 de setembro de 1954, na cidade de Memphis, no Tenesse. Ele é considerado um dos maiores traders da história. Em 1987, na conhecida Quinta-Feira Negra, ele lucro e conseguiu naquele ano, um retorno de 69%!! Ele é um investidor-trader americano, gestor de fundo de hedge e filantropo.

Criou sua empresa de gestão de fundos, em 1980 e em agosto de 2019, a fortuna dele era de US$ 5,1 bilhões, o que o faz um dos mais ricos do mundo. Estudou na Universidade da Virgínia, sendo graduado em economia, em 1976.

Pensou em estudar na Harvard Business School, acabou sendo aceito mas optou por não frequentar, pois pensava que “isso é algo maluco, porque eu irei estudar lá, se eles não irão me ensinar nada. O conjunto de habilidades para o mercado não é ensinado em uma escola de negócios!”.

O início

O primo de Paul Tudor Jones, William Dunavan Jr, introduziu Paul Tudor para um dos maiores traders de algodão do mundo, Eli Tullis, que contratou Paul Tudor Jones. Eli foi o seu mentor na Bolsa de Nova York, ensinando-o a ser trader de algodão.

Em 1980, Paul Tudor Jones, fundou a sua própria empresa de gestão de investimentos e um dos seus maiores sucessos foi ter previsto a “Segunda-Feira Negra”, triplicando o dinheiro dele com posições grandes nesse dia. Naquela semana de outubro de 1987, Paul Tudor Jones fez incríveis 62% de retorno.

Seu estilo é único e descorrelacionado com a performance de outros gestores. Talvez o fato mais importante foi que ele fez quase o impossível, tendo obtido 5x mais de três dígitos de retorno, praticamente sem recuos nos retornos desses anos. O que mais impressiona era que até 2008, ele não tinha um único ano negativo de retorno, algo nunca antes ouvido na indústria de fundos.

Retornos do Fundo de Paul Tudor Jones, infelizmente até 2009, mas que dá para ter uma noção do retorno histórico do Fundo

O braço-direito de Jones, na Tudor Investment Corporation, Peter Borish, antecipou o crash em 1987, mapeando o mercado em 1987 e encontrando similaridades com o que aconteceu com o crash em 1929, ganhando milhões com isso.

Ao contrário da maioria dos fundos de gestão de recursos, que cobram 2% de taxa de administração e 20% de taxa de performance, o Tudor Investment Group (Empresa de Paul Tudor Jones) cobra 4% de taxa de administração e 23% de taxa de performance.

Atualmente sua firma cuida de cerca de US$ 26 bilhões em ativos, investindo em vários países do mundo, incluindo investimentos macro, fundamentalista nos EUA e Europa, mercados emergentes, venture capital, commodities e investimentos baseados em trading systems.

O retorno anualizado de Paul Tudor Jones II é de 19,5% ao ano. Sobre o estilo de gestor de Paul Tudor, ele é baseado primeiramente em análise técnica, sendo o oposto de value investing, com uma ênfase em fatores momentâneos que direcionam os mercados.

Um fato curioso é que foi produzido um documentário sobre Paul Tudor Jones II e sobre ele mencionar que em 1987 ocorreria um crash, usando métodos de análise técnica. Embora o vídeo tenha sido mostrado na televisão em novembro de 1987, algumas cópias ainda estão disponíveis. Paul Tudor tentou retirar do mercado todas as cópias, comprando quase todas e retirando-as  de circulação. Apesar do filme mostrar pontos positivos sobre risco e cuidado com cliente, também mostra algumas táticas secretas de trading, o que pode ter feito com que Paul tentasse remover de circulação.

Vi o vídeo e envio aqui o link para o mesmo, disponível no youtube:

https://www.youtube.com/watch?v=cy43vfYaxk0

 

Filosofias de investimentos

  • O que mais dá retorno são os pontos de virada, ou seja, quando tendências chegam ao fim.
  • Gaste seus dias de maneira relaxada e feliz. Saia de posições que o deixam desconfortável. Nada melhor que iniciar algo novo e relaxado. A chave é investir grande de maneira defensiva e de maneira não ofensiva, ou seja, quando as probabilidades e o mercado está ao seu favor.
  • Nunca faça preço médio com posições perdedoras. Diminua o tamanho do investimento quando ele está indo mal e aumente quando ele está indo bem.
  • Paul Tudor Jones tinha stops mentais. Se atingia determinado preço de stop, ele caía fora, não importasse o quê. Ele usava não apenas stop de preço, mas também stop de tempo.
  • Monitore o risco do portfólio em tempo real.
  • Paul Tudor Jones acreditava que o preço se movia antes e os fundamentos depois.
  • Ele não dava atenção se tinha errado três segundos atrás, mas prestava atenção no próximo movimento.
  • Não tenha ego, não seja um herói. Sempre questione a sua habilidade, nem mesmo sinta que você é bom. A segunda vez que você pensar assim, você estará morto.

Uma das últimas teorias de Paul Tudor Jones, é de que commodities, estão baratas

Um grande abraço,

Eliseu.

FONTE: https://bugg.com.br/2019/09/13/paul-tudor-jones-um-dos-maiores-traders-da-historia/

Grandes Investidores: Stanley Druckenmiller – O homem que quebrou um banco central

julho 11th, 2019 Posted by Blog do Eliseu 0 comments on “Grandes Investidores: Stanley Druckenmiller – O homem que quebrou um banco central”

Quem vos escreve aqui é o Eliseu. Desde o início da minha jornada no mundo de investimentos procurei ler, estudar e buscar mais e mais conhecimento. Hoje, passados 15 anos, sigo aprendendo, mas posso garantir para vocês que o que mais me ajudou nessa caminhada, foi estudar o que os grandes mestres, os grandes nomes, grandes gestores de mercado fizeram e ensinaram. Por isso resolvi compartilhar com vocês aqui, o que aprendi, através dessa série “Grandes Investidores”. Espero que os ajude, assim como esses ensinamentos têm me ajudado a ser um investidor melhor.

Stanley Druckenmiller – biografia

Stanley Druckenmiller nasceu em 14 de junho de 1953. Ele não é muito conhecido da maioria dos investidores, exceto por um fato importante que você saberá no decorrer desse texto. Ele nasceu em 14 de junho de 1953, sendo além de investidor, um gestor de hedge fund e também filantropista (nos EUA, o imposto de doação e herança é de cerca de 40%, então por isso há muito mais filantropistas). Se formou na Collegiate School, em Richmond Virginia. Se formou em inglês e economia e fez três anos de um Ph.D. em economia, na Universidade de Michigan, parando na metade do segundo semestre para aceitar uma posição de analista de óleo no Pittsburgh National Bank.

Ele foi presidente da Duquesne Capital, fundada em 1981, fechando o Fundo com US$ 12 bilhoes, em 2010, eis que comentou que estava muito estressado pois não estava gerando mais retornos altos para os clientes, como outrora. Conheceu George Soros em 1988 e foi convidado a gerir o dinheiro do famoso Fundo Quantum, de George Soros.

Foi com o Quantum Fund que eles “quebraram” o Banco Central da Inglaterra, em 16 de setembro de 1992, data essa conhecida como a “Quarta-feira negra”.

Druckenmiller teve um histórico de média de 30% ao ano durante 30 anos!!! O que mais chama atenção é que ele teve apenas 5 trimestres negativos em mais de 120 trimestres!! Além disso, ele nunca teve um ano negativo em 30 anos como gestor.

Sua análise é via top-dow, ou seja, análise da macroeconomia para a microeconomia. Ele operava no lado long (comprado), no short (vendido) e usando moedas para alavancagem (investir mais dos 100% de ativos que se tem em um fundo).

Retornos de 30% ao ano de Steve Druckenmiller, caracterizavam-se em investimentos concentrados.

Quebrando a banca

Em 1979, foi criado o Mecanismo Europeu de Taxas de Câmbio (MECT), sendo que a Inglaterra não quis participar. Depois de alguns anos, em 1990, a Inglaterra resolveu entrar no MECT. Esse mecanismo consistia em estabilização da moeda, baixa inflação e prosperidade. A ideia era seguir o Marco Alemão e a Lira, da Italia, e dar uma possibilidade das outras moedas de países europeus, terem uma banda para circularem, em torno de 6%, para cima e para baixo. Na época a Primeira Ministra, Margaret Thatcher não era a favor da entrada no Mecanismo de Taxas de Câmbio e pensava que isso deixaria a libra exposta a ataques especulativos, mas a economia estava em recessão e a política partidária não estava a seu favor, já que a maioria dos deputados dos conservadores britânicos era a favor da entrada no mecanismo.

Ou seja, se o banco central da Alemanha decidisse aumentar as taxas de juro, o Reino Unido teria de o fazer também. Em teoria, estas mudanças estabilizariam a libra, o que a tornaria tão atrativa como o marco para os investidores. Infelizmente, a Inglaterra estava com baixas taxas de juros e alta inflação, entrando no MECT para manter a moeda acima de 2.7 Marcos Alemão por Pound, só que a inflação do Reino Unido era 3x maior que a da Alemanha.

Steven Druckenmiller e George Soros, que quebraram o Banco Britânico

Isso já era ruim, mas ficou pior, eis que a Alemanha estava mal das pernas e a inflação aumentando, porque os custos da reunificação da Alemanha estavam a ser maiores que o previsto e aí foi preciso em 16 de julho de 1992, o Banco Central da Alemanha decidiu aumentar as taxas de juro. E, como vimos antes, qualquer decisão da Alemanha em termos de taxas de juro, o Reino Unido tinha de acompanhar para manter estável o valor da libra. Só que o Governo britânico estava a tentar evitar ao máximo seguir este aumento, que seria muito negativo para a sua economia numa altura em que já enfrentava uma recessão. Nos mercados, a libra tinha desvalorizado para o seu valor mínimo do intervalo possível dentro do mecanismo e os investidores estavam a comprar marcos e a vender libras. Começou a surgir o rumor de que a libra iria ser desvalorizada e o resto é história! Especuladores venderam cerca de 15 bilhões de libras e apenas Soros e Druckenmiller, venderam um terço disso quase, lucrando 1 bilhão de libras em apenas um dia.

Ideias principais

  • O jeito de construir retornos de longo prazo é a preservação do capital primeiro e “home runs”, que são investimentos em ativos que você veja uma assimilaridade, uma possibilidade alta de retorno para um risco baixo. Quando o investidor vê algum ativo assim, ele precisa agir rápido e ir na jugular!
  • Não importa se você está certo ou errado, mas sim quanto de dinheiro que você faz quando está certo e quanto de dinheiro você perde, quando está errado.
  • Um bom investidor deve ser cético, ser um contrarian e o principal é ter o controle de suas emoções, flexibilidade de pensamentos, independência de pensamentos e ser competitivo. Ele era um trader acima de tudo.
  • Para ter ótimos retornos, você precisa ser intelectualmente curioso, mente aberta e ter coragem. Quando Druckenmiller diz coragem, é sobre coragem de apostar grande e estar concentrado, mas também coragem de controlar contra as próprias emoções quando um investimento vai contra o que você pensou anteriormente.
  • cuidar com os investimentos que temos no momento atual brasileiro com Ibovespa a 106 mil pontos. Quanto mais alto os investimentos vão, mais baratos eles parecem. É mais fácil comprar quando os ativos sobem do que quando eles estão caindo. O investidor que quer ter sucesso, precisa controlar isso.
  • Concentre seus investimentos!

Um grande abraço!

Eliseu

FONTE: https://bugg.com.br/2019/07/11/stanley-druckenmiller-o-homem-que-quebrou-um-banco-central/

Investimento a longo prazo: seu futuro começa agora!

julho 31st, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Investimento a longo prazo: seu futuro começa agora!”

De acordo com uma pesquisa realizada pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), mais de um terço das pessoas acima de 60 anos e que já estão aposentadas continuam trabalhando. Deste total, 46,9% o faz porque a aposentadoria não é suficiente para pagar as contas. As perspectivas não são animadoras quando consideramos as indefinições da reforma da Previdência ao mesmo tempo em que observamos um aumento da expectativa de vida da população brasileira e a constatação de que a mesma está envelhecendo.

Além da aposentadoria, os investimentos a longo prazo também podem ser voltados para outras estratégias como a educação dos filhos, a mudança para outra cidade/Estado/país, a abertura de um negócio próprio, a aquisição de imóveis ou o gozo de um período sabático. Por isso, alocar recursos para investimentos a longo prazo deve ser encarado como uma necessidade perene e todo investidor deve ter ativos devidamente alocados dentro desta perspectiva. São considerados investimentos de longo prazo todos os que têm prazo superior a cinco anos, porém, deve-se focar em uma janela de tempo mais prolongada, com prazos de 10, 20 anos de aplicação.

Com uma estratégia de longo prazo, o investidor fica menos suscetível às volatilidades do mercado financeiro, reduzindo o impulso emocional causado por perdas e instabilidades momentâneas. Outra vantagem é que um período maior possibilita uma diversificação da carteira, mitigando os riscos e aumentando os lucros. Por fim, uma carteira de longo prazo tende a ter menos incidência de Imposto de Renda e oferecer melhores taxas de retorno.

O investidor pode montar uma carteira diversificada com investimentos em renda fixa e variável, observando sua aversão ao risco, a capacidade de dispor de recursos por um longo prazo, as reservas para emergência e sua capacidade de poupança e disciplina financeira. O mais importante é definir uma estratégia e escolher os melhores investimentos. Faça cotações com diversos bancos e corretoras, não há motivo para aplicar todos os recursos em uma única instituição. Verifique as taxas e tarifas cobradas bem como o histórico de retorno de cada investimento. Procure um assessor da Central do Investidor e receba todo o suporte necessário para montar a melhor estratégia.

FUNDOS DE INVESTIMENTO

Para o investidor, a vantagem de aplicar em um fundo de investimento é a possibilidade de contar com a expertise de um gestor, que irá alocar os recursos dos cotistas nos melhores investimentos disponíveis no mercado. É fundamental analisar os custos de cada fundo, como Imposto de Renda, come-cotas, taxa de administração e de performance.

Você pode optar por fundos de renda fixa, variável ou multimercado. Os fundos de renda fixa alocam recursos em investimentos como CDB, LCI, LCA, Títulos da dívida pública (Tesouro Direto) e Letras de Câmbio. Já os fundos de renda variável fazem a alocação em ações e derivativos, além de títulos lastreados na cotação de ativos como ouro e dólar. Os fundos multimercado fazem uma mescla de investimentos, alocando recursos em ações, Tesouro Direto, CDB, câmbio etc. Neste caso, será necessário definir o seu perfil de investidor (conservador, moderado, agressivo) e com base neste perfil será definido o fundo mais adequado.

LCI, LCA e CDB

A principal diferença entre a LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) é que a primeira se destina ao fomento da habitação, enquanto a segunda é voltada para o agronegócio. Ambas são isentas de taxa de administração e Imposto de Renda e, geralmente, são remuneradas como base no CDI. O investimento mínimo exigido costuma ficar entre R$ 10 mil e R$ 20 mil, de acordo com a instituição financeira ofertante. Há opções com juros pré e pós-fixado e o período de carência é superior a 90 dias, com opções de prazos bem maiores. Este investimento tem garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), com cobertura de até R$ 250 mil por CPF.

O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um título mais conhecido, muito procurado por investidores iniciantes. Tem características semelhantes a LCI e LCA: não tem taxa de administração e tem garantia do FGC. O investimento mínimo exigido costuma ser baixo, em algumas instituições pode-se investir a partir de R$ 200,00. Há incidência de Imposto de Renda seguindo uma tabela regressiva, com alíquota máxima de 22,5% e mínima de 15%, de acordo com o tempo investido. A alíquota incide sobre o rendimento (juros obtidos) e não sobre o montante aplicado.

 

À princípio, pode parecer que a LCI e a LCA são mais vantajosas por não terem incidência de Imposto de Renda. Mas é preciso comparar os custos como as taxas cobradas pelos bancos e corretoras e os rendimentos oferecidos por cada título. Faça o comparativo com diferentes títulos, oferecidos por diferentes instituições.

TÍTULOS DA DÍVIDA PÚBLICA (TESOURO DIRETO)

Os títulos da dívida pública, emitidos pelo governo, são oferecidos através do programa Tesouro Direto, em parceria com a BM&F. São uma opção muito conhecida em investimento de longo prazo, alguns títulos têm vencimento de 20 anos.

Há opções de títulos pré e pós-fixados, sendo que estes últimos costumam ser atrelados ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo), que é o índice utilizado pelo Banco Central para definir as metas de inflação. Os títulos pós-fixados costumam ser muito vantajosos a longo prazo por permitirem um ganho real, acima da inflação.

Embora não tenha garantia do FGC, o aval do governo traz uma segurança para quem opta por este investimento. Assim como o CDB, os títulos do Tesouro Direto têm incidência de Imposto de Renda seguindo a tabela regressiva. Além disso, há uma taxa de custódia de 0,3% sobre o valor investido além de outras taxas que costumam ser cobradas pelas corretoras.

AÇÕES

Muitas pessoas ainda consideram o investimento no mercado acionário como de curto ou médio prazo. No entanto, investir em ações, especialmente as ações preferenciais (PN), pode ser considerado como um investimento de longo prazo quando desconsidera-se as oscilações naturais do mercado, focando-se na performance da empresa em um período de longo prazo.

Se optar por ações de empresas com bom desempenho e saúde financeira reconhecida pelo mercado e que pagam dividendos (ações preferenciais) como, por exemplo, Itaúsa (ITSA4), IRB Brasil (IRBR3) e Ambev (ABEV3), você aloca recursos em ativos de empresas sólidas e ainda recebe periodicamente parte dos resultados positivos das mesmas.

Se tiver dúvidas, como quais as melhores opções de ações ou o quanto de sua carteira de investimentos alocar em ações, procure a Central do Investidor e converse com um de nossos assessores.

OUTRAS OPÇÕES

Além dos investimentos mencionados acima, outros como Letras de Câmbio (LC), Fundos Imobiliários (FI) e Previdência Privada, também podem ser considerados em sua carteira investimentos.

O fato é que investir a longo prazo é uma decisão que não pode ser postergada. Monte uma estratégia com o seu assessor da Central do Investidor, faça um planejamento e tenha foco em um período de longo prazo. Lembre-se que seu futuro e de seus familiares começa agora.