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As pesquisas eleitorais e o mercado financeiro

setembro 25th, 2018 Posted by Blog do Renan 0 comments on “As pesquisas eleitorais e o mercado financeiro”

Começamos mais uma época eleitoral, com campanhas sendo intensificadas, candidatos definidos, propostas sendo apresentadas e uma série de pesquisas de intenção de votos sendo realizadas para que se consiga prever com um nível maior de assertividade quem poderá vir a ser o novo presidente do Brasil, e que rumos a nossa economia poderá tomar. Nesse contexto surge uma pergunta bastante importante, por que as pesquisas eleitorais têm tanto efeito nos mercados? O que posso fazer para proteger meus investimentos?

Essa eleição de 2018 talvez seja a mais importante que o país passará desde a democratização e o voto direto, digo isso pelo momento relevante em que passamos, com uma série de reformas necessárias (previdência, política, constitucional, tributária, dentre outras), com uma situação fiscal bastante complexa e com desafios bastantes complexos para o futuro. Além disto, vivemos um momento ímpar de polarização política, com a população sendo dividida praticamente em duas vertentes, os pró-PT e os anti-PT. De um lado, a proposta de aumento do estado, da revogação da reforma trabalhista, não realizar a reforma da previdência, realização de pacotes de obras – semelhante ao que foi o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que deixou diversas obras inacabadas e um volume de recursos públicos mal aplicados exorbitante -, dentre outras propostas que não citam da onde virão os recursos para sua implementação e resolução dos problemas estruturais que a economia brasileira possui. De outro lado temos uma vertente que aparenta ser mais liberal, com proposição de reformas, redução do Estado, privatizações, atração de capital estrangeiro, além de buscar trazer segurança jurídica para os contratos brasileiro, algo que gera bastante receio por parte de investidores estrangeiros.

Para os investidores, no momento que sai uma pesquisa que coloca próxima a possibilidade de vitória de um candidato reformista e com viés pró-mercado, o mercado fica animado, haja vista a possibilidade de reaquecimento da atividade econômica, melhoria do ambiente de negócios, e antecipando uma potencial entrada de novos investimentos no país. Por outro lado, ao ver um candidato com o viés oposto, gera tensão, dificuldade de se prever os prováveis rumos que a economia poderá tomar. Uma boa metáfora é que o capital flui como a água, quanto menores barreiras, mais ele fluirá para um determinado lado, e quanto mais barreiras, menos o capital flui.

Voltando à temática das eleições e as pesquisas, elas nos trazem uma possibilidade, com certa segurança, de como será o quadro eleitoral nos próximos meses. Hoje, muitos bancos, fundos e outros atores do mercado financeiro brasileiro e globais, têm usado a tecnologia como aliado para tentar identificar de forma mais precisa os potenciais resultados. Por exemplo, usando de tecnologias de “Big Data Analytics” para mapear em redes sociais, notícias, etc., a probabilidade de voto em determinado candidato de acordo com comentários, postagens, etc.

Para os investidores mais sofisticados, essas ferramentas ajudam no desenho de uma carteira “ótima”, visando a maximização dos retornos e redução dos riscos. Por exemplo, ao vermos a possibilidade de um candidato de direita ser eleito, o mercado responde com altas, queda do dólar e maior propensão ao risco. Por outro lado, ao ver um candidato de esquerda, o mercado tem respondido com receio, com queda das bolsas e ações, aumento do dólar, ouro e outros ativos considerados mais seguros, justamente pelas incertezas e com a dificuldade de previsibilidade da economia.

O capital sempre busca maior previsibilidade, por isso, em momentos mais voláteis da economia, as ações de elétricas, saneamento, etc., são consideradas defensivas, pois são justamente as com resultados mais previsíveis. Neste sentido, a busca por visibilidade dos resultados eleitorais baseados em pesquisas acaba gerando bastante turbulência nos mercados.

Uma coisa é certa, pelo menos até outubro teremos um cenário de bastante volatilidade, com possibilidade vermos uma propensão ao risco maior no caso de um candidato de direita ser eleito, e com uma aversão ao risco similar à vista em 2002, na primeira eleição de Lula, quando o mesmo falava que não pagaria a dívida externa, que desfaria uma série de reformas recém implementadas, o que levou à um aumento expressivo do dólar e da taxa Selic (que teve que ser elevada a um dos patamares mais altos da história econômica brasileira para se tentar conter a subida do dólar). Cabe ao investidor contar com um assessor especializado para tentar mitigar os riscos de sua carteira, aplicando em ativos menos voláteis, apostando um pouco em ativos de maior risco, na expectativa de movimento mais bruscos do mercado – independente do lado, para cima ou para baixo.

Os brasileiros precisam dar a devida atenção ao cenário eleitoral e os prováveis futuros de nosso país. Essa com certeza será a eleição mais importante que passaremos desde a democratização e do voto direto.

Como as eleições afetam e estão afetando a economia brasileira

junho 14th, 2018 Posted by Blog do Renan 0 comments on “Como as eleições afetam e estão afetando a economia brasileira”

O Brasil é uma das democracias mais novas do mundo, tendo apenas 30 anos. Apesar de pouco tempo de democracia, o Brasil já enfrentou diversas crises econômicas, financeiras, políticas e, durante os períodos eleitorais, o mercado tende a exigir maior atenção dos investidores, pois traz a possibilidade de mudanças bruscas nos rumos das políticas públicas, políticas econômicas e nas nossas vidas.

No mercado financeiro, a turbulência é refletida diretamente nos preços dos ativos, nas ações, dólar, juros e outras classes de ativos, movendo os preços para cima e para baixo conforme as mudanças nas expectativas. Na economia real, as coisas tendem a ter reflexos mais lentos, mas mais intensos. Quanto maior o nível de incerteza perante o futuro, menor o volume de investimentos por parte das empresas, investidores, gerando maiores dúvidas para os funcionários de empresas, impactando diretamente no consumo das famílias e das pessoas.

Com o conturbado cenário que se passa no Brasil, com uma perspectiva de eleições bastante complexa, e não tendo uma visão clara sobre o futuro dos rumos da economia, muitas empresas voltaram a botar o pé no freio e segurar novos investimentos, contratações, o que impacta diretamente na propensão ao consumo das famílias, criando um novo círculo vicioso que tenderá a segurar o crescimento da economia.

Das principais dúvidas que pairam sobre o cenário atual, pesa bastante a questão das reformas a serem realizadas na economia, como a reforma da previdência, redução do déficit fiscal, manutenção ou não do teto de gastos, e outras necessidades para se ajustar os rumos da economia brasileira. Soma-se a esse cenário os temores de uma nova guinada para governos populistas e/ou esquerdistas, onde alguns dos pré-candidatos apresentaram ideias bastante diferentes, como por exemplo, um pré-candidato falando em privatizações em massa, enquanto outro pré-candidato fala exatamente o oposto, numa reestatização bastante grande, com potencial para um aumento expressivo no peso e dependência do Estado, algo que vai de encontro à tudo aquilo que precisa ser feito para recuperar a economia brasileira.

É necessário aguardar os próximos passos das formações de alianças partidárias, vendo como será a postura dos partidos de centro e centro-direita, de forma a buscar, ou não, uma aliança de porte para conseguir governabilidade no país a partir de 2019. Por ora, o que podemos analisar são as pessoas que estão fazendo os programas de governo dos pré-candidatos, se atentando para as questões econômicas, os perfis dos times, tendo uma “pista” de como poderá ser as propostas e propensão a ajustes e reformas na economia e no sistema brasileiro. Cabe aos pré-candidatos, desde já, administrar as expectativas dos agentes políticos e econômicos de forma a ter um país com maior governabilidade em 2019.

Cabe a nós eleitores, buscarmos entender quem são os candidatos, suas propostas e como eles pretendem resgatar a confiança dos empresários, dos investidores e trazer o Brasil de volta a um ciclo de prosperidade tão aguardado. Hoje são mais de 13,7 milhões de desempregados no Brasil, algo assustador, que mexe com a cabeça das pessoas e leva muitos trabalhadores para a informalidade, não gerando impostos para o Estado, potencialmente aumentando o déficit fiscal, podendo atrasar ainda mais a retomada do crescimento nacional.

De forma bastante objetiva, quanto mais incertas as perspectivas econômicas, menor a propensão das pessoas a consumir e a investir, cabe aos próximos governantes trazerem maior segurança jurídica, previsibilidade e  fazerem as reformas necessárias para o desenvolvimento econômico sustentável do Brasil. Potencial para crescimento o país tem, cabe a nós eleitores pesquisar as propostas dos próximos candidatos, não só a presidente, mas dos demais cargos, e como eles podem ajudar a mudar o Brasil, trazendo a confiança necessária para que os investidores voltem a olhar para o Brasil com bons olhos, como éramos visto em 2009, na memorável capa da revista The Economist. Decola Brasil!

O Brasil e a greve dos caminhoneiros

maio 30th, 2018 Posted by Blog do Renan 0 comments on “O Brasil e a greve dos caminhoneiros”

Nesta semana o Brasil passou uma situação bastante complexa (mais uma vez). A nova política de preços da Petrobras, vigente desde julho de 2017, vem sendo bastante impactada pela oscilação do dólar e dos preços do petróleo, levando a empresa a fazer alterações periódicas dos preços, em alguns casos até diárias, o que fez com que os combustíveis subissem de preços drasticamente, fazendo com que chegasse numa situação insuportável, levando a um protesto em massa dos caminhoneiros, que fecharam estradas e rodovias, impedindo o transporte de mercadorias.

Por um lado, esta nova política de preços da Petrobras fez com que a empresa não sofresse mais com ingerências do governo, e ajustando sua condição financeira, o que fez com que suas ações saíssem de um patamar de R$11,59, atingindo a máxima em 52 semanas de R$27,60[1]. Para a empresa e para os acionistas, essa nova metodologia de precificação dos combustíveis foi bastante positiva, contudo, para a população, as ineficiências do Estado, aliadas a uma pesadíssima carga tributária fizeram com que os preços dos combustíveis fosse o estopim para protestos de insatisfação com a atual situação política e econômica brasileira. A imagem abaixo ilustra a oscilação dos preços dos combustíveis[2].

Nesta última semana, cidades ficaram sem combustíveis, inclusive para serviços básicos, como polícia, ambulâncias, transporte de equipamentos e suprimentos para hospitais, supermercados, farmácias, gerando até problemas no abastecimento de água em algumas cidades, haja vista a necessidade de produtos químicos para tratamento da água, mas que são transportados por caminhões. O país sentiu na pele os problemas do desabastecimento, mas o Governo sentiu na pele que esta situação atual não pode se manter. É necessário que as contas da ineficiência, da corrupção, das mordomias e de todos os problemas que existem no Brasil sejam ajustadas sem a população ter que pagar a conta. Esta é a maior causa desta paralisação. A carga tributária excessiva, a corrupção, as mordomias, que fazem com que tenhamos que pagar cada vez mais impostos para cobrir os déficits do Governo.

Se o país fosse uma empresa, buscaria sua sobrevivência através de ajustes, mudando pessoas, processos, revendo gastos, planejamentos. Para o Estado, sabe-se que é mais devagar este processo, mas a questão é, existe vontade política de cortar na própria carne as mordomias em prol do país? Mais uma vez, as eleições de 2018 ganham destaque e relevância, pois é através do voto que teremos a chance de mudar o país.

Para os mercados a questão é mais complexa, pois faz com que sejam exaltadas problemáticas das contas públicas, a necessidade de revisão do tamanho e influência do Estados, fragilidades jurídicas, além de trazer novas possibilidades de ingerência nas políticas da Petrobras, o que seria ainda mais problemático para uma das maiores empresas do Brasil, mas que possui um dos maiores endividamentos do mundo, que fechou o ano de 2017 com aproximadamente US$88 bilhões[3] (bilhões, isto mesmo). Parte do medo dos investidores com o futuro do Brasil já foram vistos nos mercados, com as ações da Petrobras tendo queda de quase 20% em apenas um dia, e uma desvalorização do Ibovespa de mais de 5%[4].

Em outubro teremos a chance de mudar o futuro do Brasil, escolhendo novos governantes que poderão fazer as reformas necessárias para colocar o país de volta nos trilhos. Pense bem em quem irá votar, quais as propostas, argumentos, postura, não só dos candidatos a presidente, mas também de governadores, deputados e senadores, afinal, um presidente isolado não possuirá governabilidade suficiente para promover as mudanças. No final das contas, estas mudanças afetam diretamente o seu bolso e o retorno dos seus investimentos. Quanto pior um governo, maiores os impostos, e mais instável ficará o mercado, gerando retornos abaixo do esperado, afetando sua poupança para o futuro. Mais uma vez, o poder de mudança está nas nossas mãos, e essa paralisação dos caminhoneiros foi uma forma de mostrar para os governantes a nossa insatisfação. Que venha outubro!

[1] Disponível em: <https://www.bloomberg.com/quote/PETR4:BZ>. Acessado em 26 de maio de 2018

[2] Disponível em: <https://g1.globo.com/economia/noticia/petrobras-anuncia-reducao-do-preco-do-diesel-e-da-gasolina-a-partir-de-quarta.ghtml>. Acessado em 26 de maio de 2018

[3] Disponível em: <https://g1.globo.com/economia/noticia/divida-da-petrobras-no-fim-de-2018-sera-25-vezes-maior-que-a-geracao-de-caixa-diz-parente.ghtml>. Acessado em 26 de maio de 2018

[4] Disponível em: <https://g1.globo.com/economia/noticia/bovespa-25-05-2018.ghtml>. Acessado em 26 de maio de 2018.

A prisão de Lula, o cenário eleitoral, riscos políticos e seus investimentos

abril 18th, 2018 Posted by Blog do Renan 0 comments on “A prisão de Lula, o cenário eleitoral, riscos políticos e seus investimentos”

Nas últimas semanas o Brasil viveu mais um marco em sua história política com a prisão do ex-presidente Lula, o primeiro ex-presidente na história do Brasil a ser preso. Realmente um marco na recente luta contra a corrupção que tem havido no país. E agora, como serão as eleições? Quem poderá ser o próximo presidente? Será que Lula ficará preso? Como fica o cenário e riscos políticos para os investimentos?

Apesar de já ter sido condenado em segunda instância, ainda existe a possibilidade de em setembro, quando muda a presidência do Supremo Tribunal Federal (STF) e assume o Ministro Dias Toffoli, botar em pauta novamente questões relacionadas à prisão após condenação em segunda instância, havendo, então, possibilidade de Lula ser solto novamente. Por outro lado, existe também a possibilidade – remota, mas existe –  de o ex-presidente conseguir uma liminar para poder sair como candidato, o que poderia deixar o cenário eleitoral bastante conturbado. A princípio, Lula está inelegível pela Lei da Ficha Limpa, lei que foi sancionada por ele em 2010.

Num cenário sem o ex-presidente concorrendo, algumas pesquisas[1] já colocam Bolsonaro e Marina Silva como líderes de intenções de votos, com 17% e 15% respectivamente, enquanto candidatos mais de centro, como Geraldo Alckmin, aparecem com 9% de intenções de votos, segundo pesquisa Datafolha divulgada em 15 de abril de 2018. Contudo, por mais que o povo brasileiro venha clamando por mudanças, aparentemente cansado de governos de esquerda, Bolsonaro desponta como um potencial candidato, com uma equipe econômica que possui um viés altamente liberal, liderada por Paulo Guedes, um dos quatro fundadores do Banco Pactual e hoje sócio majoritário do grupo BR Investimentos, parte da Bozano Investimentos, uma das maiores empresas de investimentos do Brasil.

O que preocupa, no entanto, é que Bolsonaro defende uma linha mais de participação do Estado, enquanto Guedes defende a privatização de diversas empresas estatais, liberalização econômica, comercial, dentre outros pontos, que chocam com alguns ideais do pré-candidato Bolsonaro, suscitando dúvidas sobre a real possibilidade de se colocarem em vigor tais políticas. Bolsonaro em um evento do BTG Pactual disse que “não sabia nada de economia”[2], contudo, o nome de Guedes soa bem ao mercado, mesmo tendo um bom volume de incerteza sobre a “harmonia” entre os dois.

Por outro lado, o cenário político ainda mostra bastante cautela. Os principais nomes de pré-candidatos, Geraldo Alckmin (PSDB), Marina Silva (REDE), Ciro Gomes (PDT), Joaquim Barbosa (PSB), Henrique Meirelles (MDB), Rodrigo Maia (DEM), dentre outros, são os candidatos com maior intenção de votos e que possuem uma certa propensão à ideais de esquerda, o que gera maior preocupação ao mercado, principalmente pela possibilidade de que reformas de extrema importância sejam postergadas ou até mesmo que não sejam feitas, tais como a reforma da previdência, algo vital para o Brasil conseguir ajustar as contas e criar condições de investimentos.

Neste sentido, o otimismo visto recentemente com a prisão de Lula, com o avanço da economia, e com a potencial mudança no cenário eleitoral, podem sofrer uma correção, principalmente por essa precificação das incertezas no cenário político. Não se sabe se algum dos candidatos poderá ser acusado de envolvimento em atividades de corrupção em algum momento, como por exemplo Geraldo Alckmin, Ciro Gomes, Fernando Collor. Essa incerteza sobre o próximo presidente, e a reconfiguração na Câmara e no Senado são fatores de preocupação.

Digamos que Bolsonaro vença as eleições. Como será a governabilidade para ele dentro do Congresso? Será que conseguirá maioria para aprovar as reformas e políticas liberais propostas por Paulo Guedes? Se Marina Silva ou Joaquim Barbosa, que tem recebido votos antes direcionados a Lula, vencem, como será a política econômica? Como serão conduzidas as reformas necessárias? Será que haverá condições de governar e executar aquilo que o Brasil realmente precisa?

São justamente estas questões que geram um grau de incerteza bastante grande ao cenário eleitoral que se aproxima, além do fato de uma possível guerra comercial entre EUA e China, o fim do Quantitative Easing na Europa e redução de injeções de liquidez no mercado japonês, trazem um novo “quê” de incertezas para o mercado, levando a crer numa possível correção de curto prazo, podendo levar o Ibovespa ao patamar de 64.000 pontos, ou até mesmo aos 57.000 pontos.

Apesar de Lula aparentemente estar fora da corrida eleitoral, o Brasil, infelizmente, possui um histórico de rever decisões passadas da justiça, o que pode ainda gerar novas surpresas nos próximos meses. Infelizmente, no Brasil, até o passado é incerto, quem dirá o futuro. Com todas as incertezas pairando sobre os possíveis cenários eleitorais, vale a pena ter um pouco de cautela nas carteiras de investimentos, trazendo um pouco de proteção para as posições, seja através de exposição a ativos relacionados ao dólar, seja através de operações estruturadas para proteger de eventuais solavancos no mercado. Neste momento, cautela nunca é demais.

[1] Disponível em: <http://www.infomoney.com.br/mercados/politica/noticia/7377180/datafolha-lula-perde-votos-apos-prisao-sem-petista-bolsonaro-marina>. Acessado em 15 de abril de 2018

[2] Disponível em: <https://oglobo.globo.com/brasil/a-investidores-financeiros-bolsonaro-diz-nao-entendo-nada-de-economia-22375242>. Acessado em 15 de abril de 2018

Volume da Bovespa é equivalente ao do Facebook.

dezembro 13th, 2017 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Volume da Bovespa é equivalente ao do Facebook.”

Ainda há muito espaço para crescimento do mercado de capitais no Brasil. Bovespa tem o maior volume financeiro negociado da história, em 2017. Mesmo assim, o volume da bolsa brasileira é equivalente apenas ao do Facebook. Petrobras PN é a ação que tem o maior volume e segmento de bancos lidera a lista.

Economatica apresenta a evolução do volume financeiro médio diário anual da Bovespa desde 2002, com valores nominais, ajustados pelo IPCA e em dólares. (mais…)

Depois de subir mais de 20% em 2017, o Ibovespa está caro ou barato?

dezembro 6th, 2017 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Depois de subir mais de 20% em 2017, o Ibovespa está caro ou barato?”

O Ibovespa já subiu mais de 20% em 2017, e uma pergunta que muitos fazem, “O Ibovespa está barato? Vale a pena comprar bolsa agora?”. Como forma de visualizar e conseguir identificar se de fato nosso mercado está caro ou não e porque, buscam-se alguns indicadores, tais como Preço/Lucro do mercado, o valor do Ibovespa visualizado em dólar, e outras perspectivas que podemos traçar para 2018, que mesmo sendo um ano com aparência de agitado, são esses momentos que se abrem oportunidades bastante interessantes. (mais…)