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Diversificação com fundos: alternativa em cenário instável

outubro 8th, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Diversificação com fundos: alternativa em cenário instável”

As previsões de que o ano de 2018 seria desafiador para os investidores se confirmaram. A instabilidade interna por conta da crise econômica agravada pela incerteza do cenário eleitoral teve ainda um aditivo inesperado: a greve dos caminhoneiros. No cenário externo, a já esperada guerra comercial entre EUA e China, a alta dos juros americanos e as constantes incertezas no Oriente Médio, forçam a alta do dólar e trazem incertezas para o comércio internacional.

Os fundos multimercado mostram-se uma boa alternativa diante de tantas incertezas e com as sucessivas quedas da taxa SELIC, que tornam a renda fixa menos atrativa do que em outros momentos. Ao mesclar renda fixa e variável, os multimercados ajudam a proteger o patrimônio e obter ganhos em diferentes cenários.

Mesmo oferecendo um risco moderado, investir em fundos exige uma análise criteriosa. O gestor do fundo deve estar atendo às tendências de mercado e saber se antecipar a possíveis variações negativas. Os fundos que se desfizeram de ações da Petrobras antes da greve dos caminhoneiros, saíram ilesos deste momento de crise. Já os que apostaram na Vale, obtiveram um ótimo retorno com a alta do dólar já que a empresa é uma grande exportadora e tem boa parte de sua receita dolarizada.

Ao optar por um fundo, o investidor deixa para o gestor a escolha dos ativos com maior potencial de ganho. Por isso, o investidor deve obter o máximo de informações possíveis sobre o histórico do fundo e o tipo de ativos que costumam compor a carteira. Alguns fundos de renda fixa, por exemplo, optam somente por títulos públicos enquanto outros também investem em debêntures e títulos do exterior. Outro ponto a ser analisado são as taxas que o fundo irá cobrar. De acordo com Mário Avelar e Luciano França, da AvantGarde Capital (em entrevista para o InfoMoney), os fundos costumam cobrar uma taxa de administração e outra de performance (em alguns casos) que não ultrapassam 2% e 20%, respectivamente. A taxa de performance é cobrada se a rentabilidade ultrapassar um índice predefinido e é mais comum em fundos multimercados de maior risco.

A alta do dólar também proporcionou bons ganhos em fundos cambiais. O BB Cambial Euro LP Estilo, por exemplo, apresenta uma rentabilidade de 17,95% nos últimos 6 meses enquanto o BB Cambial Euro LP Mil apresenta rentabilidade e 17,67% no mesmo período. Como a projeção é de estabilização e até mesmo queda do preço da moeda americana, investir em fundos cambiais exige cautela. “O que se tinha para ganhar com o câmbio já está no preço que temos agora”, disse Michael Viriato do Insper (em entrevista para a Folha de São Paulo). Além de um bom gestor de fundos, o investidor deve contar com uma assessoria qualificada com a da Central do Investidor, que dá todo suporte necessário para os diferentes perfis de investidor.

E seguindo a máxima de que não se deve colocar todos os ovos em uma só cesta, o investidor não deve alocar todos os seus recursos em um único fundo. Avelar e França observam que muitos investidores, ao se depararem com uma grande quantidade de fundos oferecidos por uma única corretora, ignoram que cada um tem diferentes características, com diferentes objetivos e optam por um único fundo. Com isso, deixam de ganhar e ainda ficam mais expostos desnecessariamente. A Central do Investidor oferece todo o auxílio para que sejam feitas as melhores escolhas, sejam fundos multimercados, cambiais ou de renda fixa, com uma equipe preparada para dar todo suporte necessário ao investidor.

Os fundos multimercados ainda são uma boa opção de investimentos?

junho 11th, 2018 Posted by Blog do Renan 0 comments on “Os fundos multimercados ainda são uma boa opção de investimentos?”

O Brasil tem vivido nos últimos meses um período de bastante instabilidade, e os próximos meses de 2018, se aproximando das eleições, ainda prometem mais instabilidade, haja vista um cenário eleitoral bastante complexo e incerto, aliado a uma série de fatores externos, como câmbio, aumento dos juros nos EUA, fim dos pacotes de estímulos na Europa e no Japão, problemas com as negociações de paz na Coréia do Norte, Irã, Síria, dentre outros. Tendo este cenário turbulento no horizonte, como seria uma boa forma de alocar os investimentos com opções mais arrojadas e opções mais conservadoras?

Os fundos multimercados possuem uma característica bastante interessante neste momento de instabilidade que é a possibilidade de investimentos em diversos tipos de ativos, sem obrigatoriedade de concentração de investimentos em quaisquer classes de ativos. “A grande vantagem dos multimercados é a variedade de ativos e instrumentos à disposição do gestor para destinar os recursos do fundo, já que, ele pode combinar várias modalidades de aplicações. Isso é muito importante em épocas de instabilidade”, explica Sandra Blanco, consultora da Órama[1]. Muitos gestores de fundos multimercados têm optado por diversificar as carteiras de investimentos nestes momentos, preferindo por ativos no exterior, moedas, juros, ações, renda fixa, dentre outras classes, mitigando os riscos de exposição somente ao mercado brasileiro e a poucas classes de ativos.

Apesar de alguns fundos multimercados possuírem um grau de volatilidade um pouco maior, estes tipos de fundos são indicados para todos os perfis de investidores que buscam retornos maiores do que o CDI. O fator mais importante é ter conhecimento do perfil do investidor para que, ao investir, seja possível alocar os recursos num fundo que esteja em consonância com seu perfil, evitando assim, eventuais surpresas com as oscilações dos valores das cotas.

Além das questões de instabilidade na economia e política do Brasil, um dos maiores potenciais dos fundos multimercados é o comparativo de rendimento com o CDI (benchmark padrão dos fundos multimercados), que, com a queda da SELIC (taxa básica de juros do Brasil), essa variedade de alocação permite que o gestor busque aplicações que tenham maior potencial de retorno de acordo com o perfil do fundo (conservador, moderado e agressivo), de acordo com o regulamento do fundo e com as estratégias de investimentos atribuídas pelo gestor. Em contrapartida, uma boa parte dos fundos multimercados, possui uma liquidez menor para resgate das cotas. Enquanto os fundos DI, fundos de renda fixa, possuem resgates de até D+1, os fundos multimercados, justamente pela diversificação das alocações, podem ter prazos para resgate maiores como D+30, D+60, e até prazos maiores.

Anteriormente disponível somente para investidores mais abonados, os fundos multimercados de casas renomadas, como Verde Asset, Adam Capital, Safra, XP, BTG Pactual, Ibiúna, Vinland Capital, dentre outras, hoje permitem investimentos de menor ticket (R$1.000,00, R$5.000,00, R$10.000,00), trazendo aos pequenos e médios investidores, os mesmos produtos dos grandes investidores.

Contudo, antes de montar sua carteira de investimentos e alocar em fundos, é recomendável conversar com seu assessor de investimentos a melhor opção para seu perfil de investimentos. Num momento como o que estamos vivendo no Brasil, a diversificação em algumas classes de ativos é sempre bem-vinda, ainda mais com a flexibilidade oriunda da gestão dos multimercados.

[1] Disponível em: < https://g1.globo.com/economia/educacao-financeira/especial-publicitario/orama/noticia/fundos-multimercados-sao-boa-alternativa-em-epoca-de-instabilidade.ghtml>. Acessado em 25 de maio de 2018

12 vantagens dos Fundos Imobiliários em relação ao imóvel físico. Carteira de FII.

dezembro 21st, 2017 Posted by Blog do Bruno 0 comments on “12 vantagens dos Fundos Imobiliários em relação ao imóvel físico. Carteira de FII.”

A imagem a seguir, é um estudo de uma carteira de fundos imobiliários e demonstra como o FII é uma grande opção para quem quer RENDA PASSIVA MENSAL, que origina-se de alugueis de imóveis.

O entendimento dos FIIs é bem simples, um imóvel comercial alugado gera renda aos cotistas donos dos FIIs, que por sua vez recebem sua renda mensal em conta. (mais…)

Fundos de Investimentos têm a maior captação líquida dos últimos 15 anos!

outubro 10th, 2017 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Fundos de Investimentos têm a maior captação líquida dos últimos 15 anos!”

Os fundos de renda fixa e multimercados lideram as captações.

A indústria de fundos de investimentos registrou de janeiro a setembro de 2017 a maior captação líquida para o período desde 2002 (início da série histórica), alcançando o valor recorde de R$ 220,7 bilhões. No ano passado, a captação para o mesmo intervalo era de R$ 83 bilhões, segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais). (mais…)