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PERFIL DE INVESTIDOR III: CONSERVADOR- LCI E LCA

março 9th, 2020 Posted by Blog da Samantha 0 comments on “PERFIL DE INVESTIDOR III: CONSERVADOR- LCI E LCA”

Conforme estamos conversando acerca dos melhores Investimentos para o perfil de Investidor CONSERVADOR, hoje vamos falar acerca da LCI e LCA. Entender onde estamos aplicando nosso dinheiro, seja qual for o seu perfil, é primordial para o bom desenvolvimento da sua carteira.

A LCI (Letra de Crédito Imobiliário) e a LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) são duas modalidades de investimentos em renda fixa. Ambas possuem isenção de Imposto de Renda, sendo considerado um ponto bastante positivo e assim atraindo diversos Investidores.

LCI

– Financia o setor Imobiliário,

LCA

– Financia o setor do Agronegócio, portanto os seus recursos auxiliam desde a produção à comercialização de produtos do Agronegócio.

(FONTE: INFOMONEY)

Como podemos observar, os dois são muito próximos, se diferindo apenas quanto a sua finalidade. Possuem como emissores os bancos e rentabilidade indexada pelo CDI (Certificado de Depósito Interbancário).

 

RENTABILIDADE

Podem ser prefixadas, pós-fixadas ou atrelados à inflação, assim como os CDB’s.

Prefixadas: possuem remuneração definida no ato da aplicação, onde o investidor sabe antecipadamente o rendimento que obterá com o título.

Pós-fixadas: a rentabilidade esta atrelada a um índice ou indicador, como o CDI ou a Selic. Assim, o retorno dependerá da variação do indicador no vencimento da aplicação.

Híbridas ou atreladas à inflação: possuem rendimentos com uma parte pós-fixada (vinculada a um indicador) e outra com juros prefixados. Ex.: 4,50% +IPCA.

 

TRIBUTAÇÃO

Nesse quesito as duas são muito atrativas. Isso por que são ISENTAS de Imposto de Renda, ou seja, a rentabilidade é líquida. Essa é uma das especificidades mais consideradas na hora da escolha, visto que na maioria dos investimentos em Renda Fixa há incidência de IR que segue a tabela regressiva, onde a alíquota decresce conforme o tempo da aplicação, variando de 15% a 22,5%.

Nesse aspecto, ainda que uma LCI disponha de retorno um pouco menor que o CDB, ela ainda pode oferecer mais vantagens, dada a isenção de IR.

RESUMINDO

– Tanto a LCI como a LCA são boas opções para Investidor CONSERVADOR;

-Rendimento superior à Poupança;

– São considerados Investimentos de baixo risco;

– Protegidos pelo FGC;

– Deve ser respeitado o prazo para resgate.

Então, se você se enquadra nesse perfil, vale a pena alocar uma ou ambas as Letras como forma de DIVERSIFICAÇÃO de carteira. O simples, que faz TODA a diferença quando o assunto é Investimento!

Excelente semana e até a próxima!

 

Samantha Thielke

samantha@experato.com.br

PERFIL DE INVESTIDOR CONSERVADOR: Quais as melhores opções de investimentos?

fevereiro 26th, 2020 Posted by Blog da Samantha 0 comments on “PERFIL DE INVESTIDOR CONSERVADOR: Quais as melhores opções de investimentos?”

Como visto anteriormente, há três perfis de investidores: Conservador, Moderado e Agressivo. Hoje vamos analisar o perfil CONSERVADOR, bem como as opções de investimentos consideradas mais adequados para esse perfil.

O investidor de perfil Conservador preza por segurança, não tolerando riscos e, nesse aspecto, os investimentos em RENDA FIXA são estabelecidos como boa opção.

 

E quais seriam esses investimentos?

Na carteira desse investidor são interessantes produtos como:

CDB’s, Fundos DI, Fundos de Renda Fixa, LCI e LCA.

1. CDB’S Certificado de Depósito Bancário: a lógica do CDB é que, quem compra CDB empresta dinheiro para os bancos financiarem suas atividades de crédito. Simples assim!

Os bancos captam dinheiro com os CDBs oferecendo em troca remuneração, os juros, aos investidores, por um determinado período. Os recursos são usados por essas instituições para conceder empréstimos a outras pessoas (INFOMONEY).

2. Fundos DI: também uma opção de baixo risco. O analista Roberto Indech menciona que os fundos DI possuem em seu portfólio 95% comprado em títulos pós-fixados do Tesouro Nacional, oferecendo assim baixa volatilidade e rentabilidade próxima ao índice de referência, o CDI.

3. Fundos de Renda Fixa: esse tipo de fundo permite que se invista em diversos produtos de renda fixa, sendo compostos de títulos públicos ou privados. A maioria desses fundos possui no mínimo 80% em renda fixa.

A vantagem aqui é a presença de um gestor especializado que escolhe os ativos de forma diversificada e comumente possui rentabilidade acima do CDI.

4. LCI e LCA:

LCI – Letras de Crédito Imobiliário: é um título de renda fixa utilizado para atividades do setor imobiliário. Possui carência de, normalmente, 90 dias. Possui como vantagem a isenção de tributação.

Ainda, possui FGC que cobre até R$ 250 mil por CPF/CNPJ por instituição.

LCA – Letra de Crédito do Agronegócio: tem como fonte de recursos o setor do agronegócio, onde o investidor emprestará seus recursos e decorrido o prazo determinado, receberá o seu dinheiro corrigido. Assim como a LCI, também possui como vantagem o FGC.

 

Resumindo:

-Fundos de RENDA FIXA são excelentes opções para investidores iniciantes e também para o perfil de investidor conservador tendo em vista o baixo risco;

– LCI e LCA possuem a vantagem de isenção de tributação;

Mesmo sendo uma carteira conservadora, busque sempre por DIVERSIFICAÇÃO.

 

E lembre-se:

“O mercado é uma máquina que transfere dinheiro dos IMPACIENTES para os PACIENTES.”

Warren Buffet

 

Até a próxima!

Samantha Thielke

samantha@experato.com.br

Como colher bons lucros com o agronegócio

agosto 18th, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Como colher bons lucros com o agronegócio”

O agronegócio é de vital importância para a economia brasileira. Dados divulgados pela Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) comprovam esta afirmação. Em 2017 o agronegócio contribuiu com 23,5% do Produto Interno Bruto (PIB), a maior participação em 13 anos. Foi um crescimento de 13%, o melhor desempenho desde o início da série histórica do IBGE, em 1996.

Impulsionado pela safra recorde, o resultado positivo do agronegócio foi fundamental para o crescimento de 1% do PIB em 2017. De acordo com Rebeca de La Rocque Palis, coordenadora de Contas Nacionais do IBGE: “Em tese, o crescimento (do PIB) seria de 0,3% (sem o agronegócio). Mas temos que lembrar que a agropecuária tem influência em todos os outros setores.”

O agronegócio compreende todas atividades da agricultura e pecuária, desde o preparo para o plantio e a criação de animais até o processo de beneficiamento e a venda ao consumidor final. Estas atividades são, geralmente, divididas em 3 etapas. A primeira, também conhecida como pré-porteira, compreende a industrialização e comercialização de insumos como fertilizantes, defensivos químicos e equipamentos. A segunda, chamada dentro da porteira, corresponde a atividade agropecuária em si, realizada por pequenos, médios e grandes produtores rurais. A terceira, chamada de pós-porteira, refere-se a compra, transporte, beneficiamento e venda dos produtos agropecuários até o consumidor final, incluindo aí os frigoríficos, distribuidores, supermercados e as indústrias têxtil e calçadista.

Para o investidor que quer aproveitar a pujança do agronegócio há duas boas opções. A primeira é a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA). A LCA é um título emitido com o objetivo de financiar o setor, atrelada a direitos de crédito sobre transações realizadas entre os produtores rurais. É um investimento em renda fixa, em que quanto maior o valor aplicado e maior o período da aplicação, maior será o rendimento. Há três opções de remuneração: prefixado, pós-fixado e híbrido. Na prefixada, a taxa de juros é conhecida no ato da contratação e o investidor sabe exatamente o quanto irá receber na data de vencimento do título. Na pós-fixada, a remuneração será feita de acordo com algum índice, geralmente o CDI estando, portanto, sujeita às variações de mercado. No híbrido, há uma taxa fixa, previamente estabelecida, acrescida de um índice como IPCA ou IGPM.

A LCA é isenta de Imposto de Renda e IOF e têm garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC). A isenção de IR é válida para pessoas físicas; para as pessoas jurídicas a dedução segue a tabela regressiva do IR. Há opções com liquidez diária, mas há carência mínima de 90 dias e, portanto, é preciso ficar atento para não efetuar resgate antes deste prazo. Aliás, o ideal é carregar o título até a data de seu vencimento. Trata-se de uma das melhores opções de investimento em renda fixa do ano de 2018, acumulando, até o final do primeiro semestre, uma rentabilidade superior ao dos títulos do Tesouro Direto e do CDB. Os assessores de investimento da Central do Investidor podem te ajudar a escolher a melhor opção em LCA bem como em outros investimentos em renda fixa.

Outra opção para quem busca investimentos atrelados ao agronegócio está na renda variável, mais especificamente no mercado de ações. Nos últimos anos o Brasil assistiu a processos de fusões e aquisições que resultaram no surgimento de multinacionais como a Brasil Foods (BRFS3 – fusão da Sadia com a Perdigão), JBS (JBSS3 – fusão e aquisição de diversas empresas como Friboi, Seara, Swift e Vigor) e Fibria (FIBR3 – fusão entre Aracruz e Votorantim Celulose). Além disso, empresas como Klabin (KLBN4), Marfrig (MRFG3), Minerva Foods (BEEF3), Mosaic Fertilizantes (MOSC34), São Martinho (SMTO3), SLC Agrícola (SLCE3) e Suzano (SUZB3) são players importantes no agrobusiness. A ações de Fibria (FIBR3), por exemplo, fecharam a R$ 33,08 em 31 de julho de 2017 e em 01 de julho de 2018 estavam em R$ 72,11, uma valorização de 118%! Consulte a Central do Investidor e confira com um dos nossos assessores as melhores opções em ações de empresas do agronegócio entre outras opções de renda variável.

Não é exagero afirmar que a recessão econômica não foi pior graças ao agronegócio. Os dados comprovam, aliás, que foi o agronegócio quem tirou o Brasil da recessão. Há projeções indicando que até 2050 o agronegócio brasileiro deve crescer de três a quatro vezes mais que os concorrentes internacionais. O Brasil já é reconhecido como o celeiro do mundo, utilizando 7,8% do seu território para a agricultura – de acordo com um estudo da Embrapa Territorial – enquanto alguns países europeus utilizam até 50%. De acordo com Blairo Maggi, ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento: “Nós temos hoje uma agricultura de ponta. Somos os maiores produtores de grãos e estamos entre os maiores produtores de proteína animal do mundo. Temos totais condições de atender a qualquer mercado sem o risco de desabastecimento interno”. Procure a Central do Investidor, converse com um de nossos assessores e saiba como colher bons lucros com o MERCADO FUTURO.