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Previdência Privada e a carteira de investimentos

abril 15th, 2019 Posted by Previdência Privada 0 comments on “Previdência Privada e a carteira de investimentos”

 

A reforma da Previdência é o tema mais recorrente no noticiário nacional. A necessidade da reforma para garantir o pagamento das aposentadorias no futuro bem como a necessidade de um maior controle de gastos por parte do governo, trazem a Previdência para o centro dos holofotes.

O projeto de reforma apresentado pelo governo em um cenário político repleto de incertezas, tornam o assunto uma verdadeira novela, acompanhada com apreensão por toda a sociedade e pelos investidores, tanto do Brasil quanto do exterior. Ao mesmo tempo, aumentam o interesse pelos planos de previdência privada.

A previdência privada é muito comum mundo afora. Em países como Chile e México, só há previdência privada. Em outros, como EUA, Canadá e Israel, onde há previdência pública, os planos de previdência privada são muito comuns. No Brasil, apenas 10% da população tem algum tipo de plano privado de previdência.

Além de utilizar um plano privado para garantir um complemento para uma futura aposentadoria, também deve-se incluir um plano na carteira de investimento. Funcionando como uma espécie de poupança programada, é possível utilizar a previdência privada não só para a aposentadoria como também para concretizar outros objetivos de longo prazo.

Nos Estados Unidos, é muito comum o casal, assim que nasce o filho(a), contratar um plano de previdência privada para ajudar a garantir a faculdade. Naquele país, não há universidades públicas (apenas universidades comunitárias, que são pagas e tem limitação de cursos e vagas), por isso a previdência privada faz parte do planejamento de muitas famílias de classe média.

Em Israel, todo jovem que completa 18 anos deve prestar o serviço militar por 3 anos. Terminado este período e não ingressando definitivamente na carreira militar, é comum os (as) jovens passarem 1 ano viajando, seja realizando intercâmbio ou como simples turista. Os israelenses também utilizam a previdência privada para ajudar a concretizar este projeto de vida.

Como dissemos, a previdência privada pode e deve fazer parte da carteira do investidor como investimento de longo prazo, para realizar projetos como a faculdade do (as) filhos (as), viagens planejadas, tirar um ano sabático ou até mesmo reserva financeira. Seja qual for o objetivo, é hora de encarar a previdência privada como investimento e adicioná-lo à sua carteira.

Preparando-se para o futuro

outubro 15th, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Preparando-se para o futuro”

Os dados publicados no final de 2017 pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) confirmam: estamos vivendo cada vez mais. A expectativa de vida dos brasileiros já chega a 75,8 anos. Em alguns Estados a expectativa de vida é semelhante a de países como os Estados Unidos (78,74 anos), como é o caso de Santa Catarina (79,1), Espirito Santo (78,2), Distrito Federal e São Paulo (em ambos a expectativa é de 78,1 anos).

Ao mesmo tempo, todos sabemos dos problemas com a Previdência Social, que apresenta problemas orçamentários e é tema de debates e propostas para alteração das condições para obtenção de aposentadoria.

Por isso, mais do que nunca, faz-se necessário um planejamento prévio para a obtenção de um futuro com alguma estabilidade e sem a necessidade de auxílio de terceiros. Diante da incerteza com relação ao futuro da Previdência e os proventos que serão disponibilizados pela mesma, bem como a imprevisibilidade de fatores como condições de saúde e perspectiva profissional, é fundamental começar a investir em seu próprio futuro.

O primeiro passo é analisar o presente, montar um fluxo de caixa com suas receitas e gastos incluindo as receitas com rendimentos de aplicações, alugueis e rendas extras ou eventuais bem como os gastos com pequenas despesas como lazer até os gastos maiores como seguros, veículos e escola das crianças.

Em seguida você terá de projetar receitas, como os proventos do INSS, a previdência privada e as demais receitas, de um lado, e gastos maiores com saúde, em substituição a escola das crianças, entre outros. Vamos supor que, feitas as projeções, uma pessoa necessite de R$ 4.000,00 mensais para complementar sua renda e desconsidere qualquer reserva financeira atual. Também vamos supor que esta pessoa tenha hoje 40 anos e pretenda se aposentar com 60, fazendo uma projeção para atingir os 90 anos.

Vamos calcular o capital necessário para que, num período de 30 anos, seja possível realizar saques mensais de R$ 4.000,00, considerando uma taxa de juros de 3% a.a. ou 0,25% a.m. Sendo assim, com um prazo de 30 anos ou 360 meses (n); a taxa de juros (i) de 0,25 e retiradas mensais (PMT) de R$ 4.000,00, teremos um valor presente (PV) de R$ 948.757,73, que é o capital a ser obtido para permitir tal situação.

Considerando-se a idade desta pessoa (40 anos) e a idade em que pretende se aposentar (60 anos), vamos calcular o quanto é necessário investir mensalmente para atingir este objetivo. Temos o valor futuro (FV) de R$ 948.757,73; o prazo de 20 anos ou 240 meses (n) e com uma taxa (i) de 0,25, conclui-se que será necessário um investimento mensal (PMT) de R$ 5.628,11.

A princípio, parece um valor muito alto, mas este exemplo demonstra a necessidade de se planejar o quanto antes para uma aposentadoria tranquila. E você pode contar com os assessores de investimento da Central do Investidor, que estão preparados para indicar as melhores opções para proteger e multiplicar seu patrimônio e te ajudar neste planejamento. Não deixe para amanhã o que você pode fazer hoje e procure a Central do Investidor. Seu futuro começa agora.

Migrando da poupança para a Renda Fixa

agosto 3rd, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Migrando da poupança para a Renda Fixa”

Ainda há investidores que relutam em trocar a poupança por outros investimentos mais rentáveis usando como alegação a segurança e a liquidez. Trata-se de um grave equívoco já que há investimentos que também oferecem segurança e liquidez. Seja por total desconhecimento ou falta de orientação adequada, o investidor acaba perdendo grandes oportunidades de obter uma melhor remuneração sem expor seu patrimônio a grandes riscos.

Investimentos em renda fixa são uma ótima alternativa a poupança. Alguns investimentos contam com garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que oferece uma cobertura de até R$ 250.000,00 por CPF e por instituição financeira em caso de insolvência do emissor do título. É a mesma cobertura oferecida aos investimentos em poupança.

Além disso, o rendimento da poupança é sempre o mais baixo quando comparado com qualquer investimento em renda fixa, só é mais rentável do que deixar o dinheiro parado na conta corrente. O rendimento da poupança é simples de ser calculado: se a Selic (taxa base de juros) for menor ou igual 8,5% ao ano, a poupança rende 70% da Selic mais a TR (Taxa Referencial); se a Selic for superior a 8,5% ao ano, a rentabilidade será fixa: 0,5% mais a TR. Quanto a TR, em 2017 o acumulado ficou em torno de 0,6% e no primeiro semestre de 2018 foi de 0,0%!

PREFIXADO

Quem escolhe investir em renda fixa prefixada tem a vantagem de saber de antemão o quanto terá de rendimento no vencimento do título. Isto porque, como o nome sugere, a taxa de remuneração é definida no momento da contratação. Com isso, o investidor tem total segurança porque não fica exposto as oscilações do mercado.

Há opções de prefixado em títulos como LCI (Letra de Crédito Imobiliário), LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) e CDB (Certificado de Depósito Bancário). Todos estes investimentos contam com cobertura do FGC. Quem investe em LCI e LCA fica isento de IR (assim como na poupança), enquanto que investimentos em CDB estão sujeitos a retenção de IR pela tabela progressiva, mas somente sobre os rendimentos.

Para quem utiliza a poupança para aplicações superiores a 1 ano, com a perspectiva de utilizar os recursos no futuro, investir em renda fixa é uma opção mais rentável, tão segura quanto e com a mesma liquidez. Não há motivos para deixar o dinheiro na poupança, correndo o risco de ter o rendimento corroído pela inflação. Procure um assessor da Central de Investimentos e verifique quais as melhores opões em renda fixa para você.

PÓS-FIXADO

Os títulos de renda fixa pós-fixados têm seus rendimentos atrelados a um indexador e estão sujeitos as oscilações de mercado. Há título atrelados a taxa Selic ou a indexadores como IPCA e IGP-M. É o caso dos títulos da dívida pública, do Tesouro Direto, que tem investimentos como o NTN-B (corrigido pelo IPCA) e o NTN-C (corrigido pelo IGP-M).

Uma opção muito comum são os CDB pós-fixados, que são atrelados a CDI. Estes investimentos costumam ser remunerados com base na taxa do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) que é a taxa utilizada pelos bancos nas operações realizadas entre si. Para se ter uma ideia, um CDB com liquidez diária do banco Fibra, com rendimento de “apenas” 100% do CDI, proporcionava – em 17/07/2018 – um rendimento 10,71% maior que a poupança. Vale observar que há CDB com rendimento superior a 120% do CDI.

Assim como nos prefixados, verifique as retenções para resgates antecipados. Há cobertura do FGC. Os títulos do Tesouro Direto não têm esta cobertura, seu garantidor é o próprio governo federal. Vale a mesma dica que demos para os prefixados: muito gerentes oferecem títulos, especialmente CDB, pouco rentáveis. Em alguns casos o rendimento não passa de 80% do CDI (ou até menos!). Procure um assessor de investimentos da Central do Investidor e verifique as melhores opções.

IPCA+

O Tesouro IPCA+ é um título da dívida pública emitido através do Tesouro Direto. É a nova denominação do NTN-B Principal. O IPCA+ paga, além dos juros, o rendimento da inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo) que é o índice de preço calculado pelo IBGE e utilizado pelo Banco Central para definir as metas de inflação.

Há ainda a opção de CDB com correção pelo IPCA mais um percentual preestabelecido, é o CDB IPCA+. Nesta opção, você será remunerado pelo índice IPCA mais uma taxa anual. É um investimento hibrido onde há uma remuneração fixa mais uma variável (IPCA). Segue-se as demais regras de qualquer investimento em CDB.

Quem opta por investimentos com IPCA, busca juros reais, sempre acima da inflação. Lembrando que juros reais correspondem aos juros nominal menos a inflação do período. É uma opção conservadora e melhor do que a poupança, onde os rendimentos podem ser corroídos pela inflação acumulada.