Posts em março de 2018 Central do Investidor

Não dependa apenas do seu salário

21 de março de 2018 às 19:00 Por Postado em Blog do Eder

O sonho de não depender mais de seu próprio salário para sobreviver está se tornando cada vez mais comum, levando indivíduos a traçarem caminhos alternativos para se aposentarem mais cedo e viverem dos dividendos de investimentos realizados durante algum tempo. Se por um acaso você gosta da ideia e se identifica com esta possibilidade eu lhe convido para conhecer o nosso trabalho.

Nossa missão é impactar positivamente nos seus resultados e eu quero te mostrar como. Aqui no Brasil vivemos infinitas incertezas e conflitos de interesses quando falamos sobre guardar dinheiro (guardar bem o dinheiro) e temos 3 grandes complicadores: 1- Crenças sobre segurança que nem sempre são corretas, 2- Orçamento apertado e por fim 3- Dificuldade no acesso a bons produtos financeiros. Se você concorda comigo e se enquadra em pelo menos 2 dos itens mencionados acima eu lhe afirmo! Precisamos conversar.

Nos últimos anos, nossa equipe de assessores de investimento passou estudando metodologias para potencializar a capacidade de acumular recurso, rentabilizar este mesmo recurso fazendo com que o juro composto trabalhe a favor do investidor e que após alcançar seus objetivos o investidor tenha um método para que o seu patrimônio não seja corroído pela inflação e existem técnicas para isso e eu quero convidar a você para trabalhar na construção de uma renda alternativa que será proveniente dos seus investimentos, podemos explodir os seus resultados e a matemática comprova veja o quadro abaixo:

Você quer Acumular, Rentabilizar e Preservar o seu dinheiro? Parabéns, estamos no mesmo barco. Encontramos espaços (detalhes) que só quem conhece e principalmente possui acesso a bons produtos financeiros conseguem usufruir de seus maiores retornos. Estou lhe convidando a tratar do seu dinheiro como os grandes investidores tratam o deles e acredite isso é possível, nós apenas precisamos driblar as armadilhas que inúmeras vezes são colocadas em nosso caminho e saber onde está aplicado o dinheiro de quem entende muito sobre investimentos. E eu gostaria de ajuda-lo!

vamos para a ação?
E-mail: eder@experato.com.br | Fone: (51) 999.220.118 | Eder Marinho Baierle.

Chegou a hora do Imposto de Renda em Ações. Como declarar os rendimentos e seus investimentos?

05 de março de 2018 às 13:22 Por Postado em Blog do Renan

Acabou o carnaval, começa o mês de março e chega a hora de fazer a declaração do Imposto de Renda, e mesmo fazendo todo ano, sempre surgem novas dúvidas sobre como declarar investimentos em ações, fundos, etc., e de forma a evitar problemas futuros, vale a pena dedicar um tempo para fazer de forma correta a declaração de seus investimentos. Em renda variável, o procedimento pode ser um pouco complexo para investidores com menos experiência, pois é um processo que se divide em algumas partes e pode gerar um pouco de confusão.

De forma resumida, a declaração de IR é dividida em quatro categorias, sendo elas:

  • Declaração de Bens e Direitos de Ações;
  • Declaração de Bens e Direitos de cotas de Fundos de Investimentos Imobiliários (FII’s);
  • Declaração de rendimentos (dividendos e juros sobre capital próprio) das ações e dos FII’s
  • Declaração de Ganho de Capital (lucros) com venda de ações e cotas de FII’s.

Mesmo que haja investimentos isentos de IR, como por exemplo FII’s, é necessário declarar os investimentos e os rendimentos, mesmo que também sejam tributados na fonte.

Para operações diretas em bolsa de valores (compra e venda de ações por exemplo), é necessário que o investidor mantenha um controle para ajudar a se organizar. Além disto, é necessário também separar as operações de Day trade (operações que são encerradas dentro de um mesmo dia), das operações “normais”, que duram mais de um dia, haja vista o fato de a tributação ser diferente para estes dois casos. Para um cálculo mais assertivo, é necessário que o investidor some os lucros/prejuízos de todas as operações que são Day Trade e das operações “normais”, tendo assim um resultado final. Um ponto importante a ser levado em consideração são os eventuais prejuízos ocorridos em meses anteriores, separando novamente o que é Day Trade e o que não é, que poderão ser abatidos, reduzindo assim a base de cálculo para incidência dos impostos. Exemplo:

  • Exemplo 1:
  • Dia x/xx
    • 10:30hrs – Vendi 300 ações PETR4
    • 14:40hrs – Comprei 100 ações PETR4
    • não fiz mais nada no dia
  • Resultado: 100 ações foram day trade e 200 ações foram operação normal.
  • Quando houver resultados negativos (prejuízos), o investidor não pagará impostos, e poderá usar esse valor do prejuízo para abater de seus lucros futuros na hora de declarar os impostos.

 

  • Exemplo 2 – Compensação
    • Digamos que o investidor possua prejuízos acumulados:
    • R$ 850 em day trade e teve lucro de R$ 250 neste mês;
    • Prejuízo acumulado de R$ 420 em operações “normais” e lucro de R$ 500 neste mês
    • E este mês houveram lucros de:
    • R$ 250 em day trades
    • R$ 500 em operações normais
    • Resultado:
    • Não haverá pagamento imposto de renda sobre o lucro day trade (e ainda sobram R$ 600 a serem compensados)
    • Deverá ser pago imposto de renda somente sobre R$ 80 em operações “normais” (lucro de R$500 – prejuízo acumulado de R$420)

Bom, agora chega a hora de calcular os impostos devidos, separando as operações de Day Trade das operações normais. Vale ressaltar que para operações de Day Trade o IR é de 20%, enquanto nas operações normais, o IR é de 15%. Dos valores encontrados no exercício anterior, o investidor ainda deverá deduzir o imposto de renda retido na fonte (IRRF) pela corretora, incluindo os de meses anteriores que também deverão ser incluídos, e por fim se chegará ao resultado do valor devido em Imposto de Renda ao leão. De forma a quitar essa obrigação, o investidor deverá preencher a pagar a guia DARF (Documento de Arrecadação de Receitas Federais). Por fim, vale ressaltar que caso o investidor faça venda de ações ou cotas de FII’s abaixo de R$20.000 por mês, incluindo operações normais e Day Trade, o investidor é isento do pagamento de impostos, mas caso ultrapasses os R$20.000,00 ocorrerá a incidência do imposto.

Fique atento! Apesar de parecer complexo, nada que um pouco de atenção e calma não consigam resolver. Contate seu assessor de investimentos para lhe ajudar que as coisas ficarão ainda mais fáceis, e o leão, figura amedrontadora, será bem fácil de se lidar.


Investimentos no Exterior, diversificação ao seu alcance

05 de março de 2018 às 12:07 Por Postado em Blog do Renan

Antes tido como algo para indivíduos multimilionários, os investimentos em ativos no exterior têm chamado bastante atenção dos investidores brasileiros nos últimos anos, principalmente devido à crise que se instalou no Brasil nos últimos anos, e que começa a dar sinais de estar se dissipando. Como forma de diversificação e de forma a aproveitar uma retomada global da economia, como é possível fazer investimentos, de forma legal (obviamente), em volumes menores? Qual o risco? Por onde pode-se começar?

Além do fato de a SELIC (taxa básica de juros no Brasil e balizador das taxas de retornos de investimentos no mercado local) ter caído de mais de 14% para 7%, o que tira a atratividade dos investimentos de renda fixa, e incentiva a busca por ativos de maior risco, mas também de maior potencial de retorno, como por exemplo, bolsa de valores, moedas, juros, fundos de investimentos em participações, venture capital (investimentos em empresas nascentes, como startups de tecnologia por exemplo), ativos no exterior, dentre outros investimentos.

Hoje na bolsa de valores de brasileira existem os BDR’s (Brazilian Depository Receipts – Recibos de ações estrangeiras negociadas aqui na Bovespa), mas que só podem ser operado por investidores institucionais (fundos de investimentos, bancos, etc.). Aqui no Brasil recentemente houve mudança na regra de fundos de investimetos, que eliminou a exigência de aplicação mínima para ativos no exterior que facilitou e popularizou os investimentos no exterior.

No mercado brasileiro, através de fundos de investimentos, são mais de R$76 bilhões investidos em ativos no exterior, segundo uma matéria publicada pela revista Exame[1], quase o dobro do valor que havia investido no começo de 2015, para se ter uma ideia. A partir de 2008 já era possível que fundos de investimentos aportassem a totalidade de seus ativos no exterior, mas, para se investir nestes tipos de fundos, somente era possível se o investidor fosse um “investidor qualificado”, que segundo a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), na Instrução CVM número 554 de 17 de dezembro de 2014, o define como “pessoas naturais ou jurídicas que possuam investimentos financeiros em valor superior a R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais) e que, adicionalmente, atestem por escrito sua condição de investidor qualificado mediante termo próprio[2].

Segundo dados do final de 2017, o número de investidores em fundos que alocam em ativos no exterior subiu de 5.490 em fevereiro de 2017, para 34.836 em novembro, uma alta de mais de 500%[3]. Parte dessa popularização se explica pelo fato de os mercados estrangeiros estarem em movimentos de alta expressiva, mas também como uma estratégia de diversificação da carteira de investimentos.

Como o Brasil têm passado por momentos bastantes difíceis na economia e na política, a busca para se aproveitar das altas de mercados estrangeiros, como o mercado norte-americano, mercados europeus, asiáticos, se tornou quase que mandatório. No mercado nacional existem diversas opções de fundos multimercado (que não possuem obrigatoriedade de concentração mínima em ativos, podendo investir em praticamente qualquer classe de ativos, tanto no Brasil como no exterior), que investem diretamente em ações estrangeiras, moedas, títulos de renda fixa, etc. Outra possibilidade investimento, no Brasil, para se ter acesso à variação de ativos no exterior é através da compra de ETF’s (Exchange Traded Funds – Fundos de investimentos negociados em bolsa), que investem em índices estrangeiros, como por exemplo o o SPXI11, que investe em cotas de um fundo passivo que replica a carteira e performance do índice S&P500.

No mercado nacional já existem diversas corretoras e distribuidores que já possuem fundos dedicados exclusivamente a investimentos no exterior, e diversas casas de gestão de recursos de terceiros, como forma e estratégia de diversificação de riscos. Uma das, senão a maior vantagem, de se investir em ativos no exterior é realmente a diversificação. Boa parte da poupança dos investidores brasileiros está em investimentos dentro do Brasil, seja ações, seja em títulos de renda fixa. Caso haja uma crise, ou uma piora conjuntural na economia brasileira, todos esses ativos seriam afetados ao mesmo tempo, mesmo que de maneiras diferentes, o que poderia gerar perdas para os investidores. Hoje, algumas assessorias de investimentos sugerem, mesmo para quem possui patrimônios menores, uma alocação entre 10% e 20% do patrimônio em ativos estrangeiros, dirimindo, assim, o risco “sistêmico” das carteiras de investimentos.

Uma outra forma de se investir no exterior pode ser de forma direta, abrindo conta em bancos ou corretoras no exterior. Neste sentido, é necessário fazer uma remessa de recursos para o país destino e fazer os investimentos desejados, o que acaba gerando alguns outros processos a mais. Para investidores que possuem acima de US$100 mil em aplicações ou bens fora do Brasil, é necessário notificar o Banco Central e a Receita Federal para  que seja possível executar a taxação e recolhimento de impostos sobre os ganhos de capital. Especificamente no caso dos EUA, existem acordos tributários que ajudam a tornar mais vantajosos os investimentos em ativos estrangeiros, e este acordo permite que o IR declarado no exterior seja compensado na declaração de ajuste anual do investidor.

Essa prática de diversificação tem se tornado cada vez mais comum entre os investidores no Brasil, independente do porte, principalmente pela vantagem da mitigação de riscos e aproveitar as oportunidades de investimentos em empresas de grande porte e renome mundial, como por exemplo, Apple, Facebook, Google, J.P. Morgan, Caterpillar, Chevron, GM, etc. Neste sentido, essa estratégia faz bastante sentido, procure seu assessor de investimentos que lhe auxiliará na escolha e na viabilização da diversificação de seus investimentos. Você verá que é mais fácil e simples do que você imagina.

[1] Disponível em: <https://exame.abril.com.br/revista-exame/por-que-investir-la-fora/>. Acessado em 28 de fevereiro de 2018.

[2] Disponível em: <http://www.cvm.gov.br/export/sites/cvm/legislacao/instrucoes/anexos/500/inst554.pdf>. Acessado em 28 de fevereiro de 2018.

[3] Disponível em: <https://exame.abril.com.br/seu-dinheiro/investimento-em-fundos-no-exterior-dispara-em-2017/>. Acessado em 28 de fevereiro de 2018.

Como comprar e vender Boi Gordo na Bolsa de Mercadorias e Futuros

01 de março de 2018 às 19:50 Por Postado em Agrícolas, Blog do Felipe

Nos últimos artigos falamos sobre negociações de soja e milho no mercado futuro de commodities. Agora vamos saber mais sobre a negociação de boi gordo na Bolsa de Mercadorias e Futuros.

Graças ao ajuste diário e margem de garantia, podemos estar posicionados na compra, onde ganhamos dinheiro com a alta da cotação quanto na venda, onde ganhamos com a queda da cotação do ativo. Sempre lembrando que as negociações de boi gordo na Bolsa são operações somente financeiras, não tendo entrega física no vencimento.

O primeiro passo é abrir uma conta em uma corretora para que possa ter acesso ao home broker, onde o investidor fica interligado diretamente na Bolsa de Mercadorias e Futuros.

Na bolsa, cada ativo a ser negociado possui um código de negociação (artigo dos códigos), além de ser negociados em contratos. No caso do milho, o código de negociação é o CCM. O contrato de milho foi desenvolvido com o objetivo de ser uma ferramenta para gestão de risco de oscilação de preço, sendo utilizadas pelos participantes do mercado, como o produtor, a indústria, tradings, dentre outros players do mercado.

O PRODUTO:

O Boi gordo é uma das principais commodities do país devido ao fato do Brasil ser um dos maiores exportadores de carne bovina do mundo. O contrato foi desenvolvido com o objetivo de ser uma ferramenta  para a gestão de oscilação do preço, sendo utilizado pelos participantes do mercado, como o produtor, empresas de corte, tradings, dentre outros.

Objeto de negociação: Bovinos machos com 16 arrobas líquidas ou mais de carcaça e idade máxima de 42 meses.

Código de Negociação: BGI

Tamanho do contrato: 1 contrato equivale a 330 arrobas líquidas;

Cotação: Reais por saca;

Lote padrão: 1 contrato;

Data de Vencimento: Ultima sessão de negociação do mês de vencimento do contrato

Meses de vencimento: Todos os meses

Cálculo para ajuste diário: Cotação x 330 x Número de contratos

Horários de negociação: 09:00 hrs até 16:20 hrs – 17:05 até as 18:00 hrs (after Market)

 

RESUMO

Características:

– O preço do boi é cotado por arroba;

– Cada contrato futuro de boi é composto por 330 arrobas;

– Vencimentos todos os meses do ano;

Código do Boi Gordo é BGI + mês de vencimento + ano. Exemplo: BGIH18 (Boi Gordo com vencimento em Março de 2018).

Vantagens:

– Protege o produtor contra oscilações indesejadas de preço (hedge);

– Possibilita alavancagem de posição;

– Transparência de preço nas negociações de plataforma eletrônica;

-Tende a respeitar os pontos gráficos;

– Tende a seguir longas tendências;

– Fundamentos relacionados ao dia a dia do ativo.

 Para abrir conta e ter acesso ao Home Broker, é só acessar o link abaixo.  Após a abertura de conta, um assessor entrará em contato para auxilia-lo da melhor forma.

https://cadastro.xpi.com.br/passo/assessor/step1?assessor=A65006