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Migrando da poupança para a Renda Fixa

agosto 3rd, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Migrando da poupança para a Renda Fixa”

Ainda há investidores que relutam em trocar a poupança por outros investimentos mais rentáveis usando como alegação a segurança e a liquidez. Trata-se de um grave equívoco já que há investimentos que também oferecem segurança e liquidez. Seja por total desconhecimento ou falta de orientação adequada, o investidor acaba perdendo grandes oportunidades de obter uma melhor remuneração sem expor seu patrimônio a grandes riscos.

Investimentos em renda fixa são uma ótima alternativa a poupança. Alguns investimentos contam com garantia do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que oferece uma cobertura de até R$ 250.000,00 por CPF e por instituição financeira em caso de insolvência do emissor do título. É a mesma cobertura oferecida aos investimentos em poupança.

Além disso, o rendimento da poupança é sempre o mais baixo quando comparado com qualquer investimento em renda fixa, só é mais rentável do que deixar o dinheiro parado na conta corrente. O rendimento da poupança é simples de ser calculado: se a Selic (taxa base de juros) for menor ou igual 8,5% ao ano, a poupança rende 70% da Selic mais a TR (Taxa Referencial); se a Selic for superior a 8,5% ao ano, a rentabilidade será fixa: 0,5% mais a TR. Quanto a TR, em 2017 o acumulado ficou em torno de 0,6% e no primeiro semestre de 2018 foi de 0,0%!

PREFIXADO

Quem escolhe investir em renda fixa prefixada tem a vantagem de saber de antemão o quanto terá de rendimento no vencimento do título. Isto porque, como o nome sugere, a taxa de remuneração é definida no momento da contratação. Com isso, o investidor tem total segurança porque não fica exposto as oscilações do mercado.

Há opções de prefixado em títulos como LCI (Letra de Crédito Imobiliário), LCA (Letra de Crédito do Agronegócio) e CDB (Certificado de Depósito Bancário). Todos estes investimentos contam com cobertura do FGC. Quem investe em LCI e LCA fica isento de IR (assim como na poupança), enquanto que investimentos em CDB estão sujeitos a retenção de IR pela tabela progressiva, mas somente sobre os rendimentos.

Para quem utiliza a poupança para aplicações superiores a 1 ano, com a perspectiva de utilizar os recursos no futuro, investir em renda fixa é uma opção mais rentável, tão segura quanto e com a mesma liquidez. Não há motivos para deixar o dinheiro na poupança, correndo o risco de ter o rendimento corroído pela inflação. Procure um assessor da Central de Investimentos e verifique quais as melhores opões em renda fixa para você.

PÓS-FIXADO

Os títulos de renda fixa pós-fixados têm seus rendimentos atrelados a um indexador e estão sujeitos as oscilações de mercado. Há título atrelados a taxa Selic ou a indexadores como IPCA e IGP-M. É o caso dos títulos da dívida pública, do Tesouro Direto, que tem investimentos como o NTN-B (corrigido pelo IPCA) e o NTN-C (corrigido pelo IGP-M).

Uma opção muito comum são os CDB pós-fixados, que são atrelados a CDI. Estes investimentos costumam ser remunerados com base na taxa do CDI (Certificado de Depósito Interbancário) que é a taxa utilizada pelos bancos nas operações realizadas entre si. Para se ter uma ideia, um CDB com liquidez diária do banco Fibra, com rendimento de “apenas” 100% do CDI, proporcionava – em 17/07/2018 – um rendimento 10,71% maior que a poupança. Vale observar que há CDB com rendimento superior a 120% do CDI.

Assim como nos prefixados, verifique as retenções para resgates antecipados. Há cobertura do FGC. Os títulos do Tesouro Direto não têm esta cobertura, seu garantidor é o próprio governo federal. Vale a mesma dica que demos para os prefixados: muito gerentes oferecem títulos, especialmente CDB, pouco rentáveis. Em alguns casos o rendimento não passa de 80% do CDI (ou até menos!). Procure um assessor de investimentos da Central do Investidor e verifique as melhores opções.

IPCA+

O Tesouro IPCA+ é um título da dívida pública emitido através do Tesouro Direto. É a nova denominação do NTN-B Principal. O IPCA+ paga, além dos juros, o rendimento da inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor – Amplo) que é o índice de preço calculado pelo IBGE e utilizado pelo Banco Central para definir as metas de inflação.

Há ainda a opção de CDB com correção pelo IPCA mais um percentual preestabelecido, é o CDB IPCA+. Nesta opção, você será remunerado pelo índice IPCA mais uma taxa anual. É um investimento hibrido onde há uma remuneração fixa mais uma variável (IPCA). Segue-se as demais regras de qualquer investimento em CDB.

Quem opta por investimentos com IPCA, busca juros reais, sempre acima da inflação. Lembrando que juros reais correspondem aos juros nominal menos a inflação do período. É uma opção conservadora e melhor do que a poupança, onde os rendimentos podem ser corroídos pela inflação acumulada.

O seu Canvas Financeiro

fevereiro 21st, 2018 Posted by Blog do Eder, Central do Investidor 0 comments on “O seu Canvas Financeiro”

Sempre que encontro uma pessoa bem-sucedida ou uma empresa financeiramente positiva eu procuro entender o que aconteceu para que esta situação tenha ocorrido, nas minhas conversas com as pessoas responsáveis pelo êxito percebo que todas…. Eu digo infinitamente todas seguem, ou desenvolveram o seu próprio sistema de gestão. Este sistema nada mais é do que uma forma simples de organizar as tarefas independente de qual e como elas sejam…Pensando nisso resolvi adaptar o Model Canvas que é um modelo de gestão estratégica que foi criado pelo suíço Alexander Osterwalder, e usá-lo como um “modelo de gestão financeira”. Este modelo trabalhará 9 áreas diferentes de nossa vida financeira, vamos a elas:

– Proposta de Valor: aqui o indivíduo irá pensar e colocar no papel os reais motivos que o fazem acordar pela manhã e enfrentar um dia inteiro de trabalho, a pessoa precisa pensar nas coisas boas que o dinheiro nos trás e como irá desfrutar no futuro destas benesses;

– Estrutura de Custos: é inevitável que você conheça exatamente quanto gasta, no que gasta e como gasta seu dinheiro;

– Estrutura de Receitas: saber quanto ganha e caso seja o seu deseja traçar estratégias de como fazer para ganhar mais;

– Parceiros: precisamos listar nossos parceiros e saber o que eles podem me oferecer para que o investidor alcance os seus objetivos;

– Canais de Comunicação: acordar com meu parceiro a melhor forma de nos comunicarmos;

– Perfil de Informação: que tipo de informação será útil para alcançarmos juntos os objetivos;

– O que Resolver: ter clareza no que precisa ser resolvido pode ser falta de tempo, informações de qualidade ou até mesmo acesso a bons produtos financeiros;

– Saber o que Conquistar: pode ser um carro, uma casa ou até mesmo a sua aposentadoria, cada objetivo existe um produto indicado e é preciso saber qual deles é melhor no caso em específico.

– Produtos: renda fixa, renda variável, multimercado e até mesmo seguro.

Infelizmente ou felizmente não sei bem dizer! Dependerá de cada caso, o que é certo é que não há mais espaço para amadorismo nos investimentos, cada um é responsável pelo seu próprio resultado, todos queremos ser bem-sucedidos financeiramente e para isso um dos caminhos é se organizar de forma adequada e profissional. O meu sucesso só depende de mim mesmo.

Eder Marinho Baierle   |   (51) 999.220.118   |   eder@experato.com.br

O Ibovespa e as Eleições: comportamento do índice desde o Plano Real.

janeiro 2nd, 2018 Posted by Central do Investidor 0 comments on “O Ibovespa e as Eleições: comportamento do índice desde o Plano Real.”

Historicamente as eleições presidenciais no Brasil sempre foram períodos mais voláteis. A democracia no Brasil é algo bastante novo, de 1989, e mesmo nesse período, já vivemos dois impeachments, governantes de orientações distintas, booms econômicos motivados por superciclos de crescimento globais, crises, resquícios de hiperinflação, trocas de moedas, topos históricos e diversas oportunidades de investimentos para investidores que têm paciência e estômago para suportar tantos altos e baixos no mercado.

Em 2018 passaremos por mais uma eleição presidencial (mais…)

As maiores altas dos últimos 20 anos

dezembro 21st, 2017 Posted by Central do Investidor 0 comments on “As maiores altas dos últimos 20 anos”

Ao olhar os últimos 20 anos, o que se imagina que foram as ações que mais subiram? Ações ligada a commodities? Bancos? Varejo? Por que elas subiram? Qual era a conjuntura econômica e quais fatores as fizeram subir? Eis algumas das perguntas que pretendemos responder abaixo. (mais…)

O que esperar em 2018? (e como se preparar para o que pode vir)

novembro 28th, 2017 Posted by Central do Investidor 0 comments on “O que esperar em 2018? (e como se preparar para o que pode vir)”

Final de 2017, um ano bastante turbulento e recheado de acontecimentos, de reformas trabalhistas, ensaios de reforma política e previdenciária, escândalos sem fim de corrupção, um potencial sinal de saída da maior crise já vivida pelo Brasil, menos de um ano da eleição mais agitada desde a implantação da democracia, ainda jovem, no Brasil, dentre outras surpresas que prometem agitar o mercado nos próximos 12-18 meses. (mais…)

Investidor com R$ 200 mil pode estar deixando de ganhar mais de R$ 70 mil no longo prazo

outubro 31st, 2017 Posted by Central do Investidor 0 comments on “Investidor com R$ 200 mil pode estar deixando de ganhar mais de R$ 70 mil no longo prazo”

A busca por rentabilidade é importante para todos os investidores, mas os efeitos podem ser ainda mais claros para quem tem uma quantia elevada investida.

Uma simulação feita no site InfoMoney mostra que um investidor de R$ 200 mil aplicados em CDB oferecido por grande banco pode estar deixando de ganhar quase R$ 20 mil em apenas dois anos.

Se colocarmos mais no longo prazo, em um período de uma década, essa diferença pode chegar a mais de (mais…)